CAU/BR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil

CAU/BR define atividades que só podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas. Leia íntegra da resolução

Resolução Nº 51 segue diretrizes da Lei 12.378/2010 e passa a vigorar no dia de sua publicação no Diário Oficial da União

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Arquitetos e urbanistas agora têm definidas as atividades que só podem ser realizadas por eles. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), em cumprimento ao determinado pelo Artigo 3º da Lei 12.378/2010, definiu quais atribuições são privativas da profissão e não podem ser realizadas por outros profissionais. “O grande salto que estamos dando aqui é o estabelecimento claro do que é o campo profissional de Arquitetura e Urbanismo”, explica Antonio Francisco de Oliveira, coordenador da Comissão de Exercício Profissional do CAU/BR. A Resolução do CAU/BR entrou em vigor no dia 17 de julho.

 

Leia aqui a Resolução Nº 51, que define as atribuições privativas de arquitetos e urbanistas.

 

O documento baseou-se em duas fontes principais: a Lei 12.378/2010, que regulamenta o exercício da profissão, e as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de Arquitetura e Urbanismo. Divide as atividades privativas de arquitetos e urbanistas em seis grandes áreas: Arquitetura e Urbanismo; Arquitetura de Interiores; Arquitetura Paisagística; Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico; Planejamento Urbano e Regional; e Conforto Ambiental.

 

Para facilitar a compreensão dos profissionais, a Resolução Nº 51 possui um glossário que explica de forma clara e objetiva os termos usados na norma. Veja abaixo alguns exemplos de atribuições exclusivas da profissão:

 

– projeto arquitetônico de edificação ou de reforma
– relatório técnico referente a memorial descritivo, caderno de especificações e de encargos e avaliação pós-ocupação
– projeto urbanístico e de parcelamento do solo mediante loteamento
– projeto de sistema viário urbano
– coordenação de equipes de planejamento urbano ou de regularização fundiária
– projeto de arquitetura de interiores
– projeto de arquitetura paisagística
– direção, supervisão e fiscalização de obras referentes à preservação do patrimônio histórico, cultural e artístico
– projetos de acessibilidade, iluminação e ergonomia em edificações e no espaço urbano

 

Pela regra, toda a parte de projetos, compatibilização com projetos complementares e qualquer função técnica relacionada à elaboração ou análise de projetos só podem ser realizadas por profissionais registrados no CAU. Também ficou definido que cursos de Arquitetura e Urbanismo, só podem ser coordenados por pessoas com esse tipo de formação na graduação. Aguarde a publicação completa da resolução no site do CAU/BR. A Reunião Plenária que estabeleceu as atribuições privativas de arquitetos e urbanistas foi transmitida ao vivo para todo o Brasil.

 

Desde 1933, quando foi fundado o sistema de regulação profissional, houve muitas áreas compartilhadas entre as profissões. Agora ficam claras quais atividades são exclusivas de arquitetos e urbanistas e quais podem também ser feitas por outros profissionais. Quem descumprir essas regras pode ser denunciado e multado por exercício ilegal da profissão. Em 2012, o CAU/BR já havia regulamentado quais são todas as atividades que podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas. Leia aqui.

 

“Não se trata de uma medida corporativa, de restrição de mercado, mas de defesa da sociedade. Essas atividades, exercidas sem formação, oferecem riscos às pessoas e ao patrimônio”, diz Antonio Francisco. “A finalidade última é o interesse social”.

 

Para o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, “a aprovação da resolução pelo Plenário do CAU/BR é mais um passo que se dá na direção do restabelecimento das responsabilidades específicas dos arquitetos e urbanistas brasileiros e da melhor visibilidade da profissão por parte da sociedade”.

Categorias: CAU/BR,RECENTES,Todas as Notícias.

Comentários


  1. A questão de atribuição profissional é cada um no seu escopo. Quando convém para os arquitetos e CAU eles entram para podar atribuição profissional de outras áreas com atividades exclusivas para arquitetos com luminotécnica que tentaram excluir as engenharias da atribuição. As atividades de outras áreas que convém, eles querem liberação. Instalações elétricas prediais de 4 créditos entra para a arquitetura somente com a base do ensino médio diferentemente de outras engenharias que tem física eletromagnetismo e eletricidade. No âmbito acadêmica há extremo desinteresse dos alunos da arquitetura pela área, muitos mesmo após formados fazem pseudos projetos onde somente há alocação de pontos sem dimensionamentos das linhas elétricas que englobam os condutores, por exemplo. Por fim, as empresas de engenharia devem priorizar a qualidade dos projetos e da execução dos mesmos de forma que haja diversidade na formação equipes como além da presença da arquitetura e também de engenharia elétrica e civil.

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  3. Deixo meus elogios ao profissional. Nossa categoria de montadores de móveis é algo que merece ser elogiada sempre. Somos desbravadores. Sucesso

  4. O CAU, me perdoe a sinceridade, está extrapolando.
    A Arquitetura é bastante limitada e para executar seus projetos, precisa de outros profissionais como os topógrafos (para fazer o levantamento topográfico do terreno) e dos engenheiros para s cálculos estruturais.
    Ignorar essa interdependência, se constitui em orgulho vazio.
    Sou da área das exatas e, o que nunca me faltou, foi a noção de limites – senão para não ser antipática, como para melhor integração com a comunidade da construção.

    • Não entendi amiga, você é da área de exatas e caiu de paraquedas no site do CAU para comentar sobre as limitações de uma área a qual você não faz parte? Muito humilde de sua parte.

  5. Mayara Gabrielly Paz de Barros, SP

    Olá, meu nome é Mayara e estou cursando meu primeiro semestre de Arquitetura e Urbanismo, amo a profissão, entretanto, tenho a mesma paixão pelo direito, sendo arquiteta, eu posso estar atuando na área jurídica ?

  6. Olá caros colegas! Sou arquiteto e urbanista, e sinceramente, essa questão do que posso ou não fazer é muito relativa, causa muita confusão. Fato é que se eu possuo habilidade suficiente e segurança para elaborar um projeto complementar seja ele qual for (desde que esteja dentro da minha atribuição), não vejo problema algum em fazer. No entanto, existem muitos “formados” e não “profissionais” que se arriscam em áreas que embora esteja dentro da atribuição profissional, não possuem habilidade, segurança e muito menos competência para projetar ou executar. Isso é lamentável e irresponsável. Isso serve tanto para nós arquitetos, quanto para engenheiros.

    • Verdade, conheço arquitetos que não sabem se quer fazer um cálculo simples de volume ou área de um círculo. É lamentável! Deveria haver um teste básico para que os mesmos pudessem atuar no mercado. Há arquitetos sem qualificação rebaixado tetos e fazendo projetos hidráulicos. Compreende a ameaça à sociedade?

    • Vamos lá, as deliberações sobre o que os profissionais podem fazer se referem não as capacidades individuais e sim das atribuições legais e de responsabilidade atribuidas a tais atividades, há tambem a sobreposições de profissionais no mercado, por exemplo, eng civil tem apenas 1 semestre de projeto, sendo assim de forma geral os profissionais da área de civil não estão qualificados para analisar projetos segundo a lei. E sinceramente alguem que diz ser capaz de realizar qualquer projeto complementar seja ele qual for esta iludido sobre as proprias capacidades.
      Sobre a falta de qualificação dos recem formados, essa questão esta completamente desconetada do assunto do texto, embora eu concorde com você que o nivel esta muito baixo.

  7. Ola, eu tenho o bacharelado de Designer de Interiores, gostaria de saber se eu fizer um mestrado em arquitetura, posso atuar como arquiteta?
    Se não, qual seria minha melhor opcão?
    Obrigada

    • Carolina, pedimos que por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

      Chat: http://www.caubr.gov.br/atendimento
      Telefones: 0800-883-0113 (ligações realizadas a partir de telefones fixos) e 4007-2613

    • Fazer pos em uma area nao te habilita num curso tao complexo quanto arquitetura. Sou professor de ambos os cursos. Se matricule noncirso de arquitetura e podera aproveitar as disciplinas de desenho , e se teve, as de conforto térmico, acústico, luminico.

  8. Gostaria de saber se meu CAU/DF me permite atuar em outra unidade federativa independente do serviço a ser realizado? ou dependendo eu preciso de algum tipo de visto do CAU da outra região? Por exemplo para emitir laudo de avaliação?

  9. Darlei Aparecido da Silva, SP

    Bom dia, gostaria de esclarescimento sobre emitir rrt para projeto complementar de esquadrias de aluminio, eu ja faço o acompanhamento da fabricação e instalação, porém agora que posso formalizar a rrt para tal atividade, a costrutora não aceita minha rrt, alegam que precisa ser art, enfatizam que por envolver segurança, calculo dos esforços vigentes nas esquadrias que não posso assinar como responsável, gostaria de saber se isso procede ou se falta de conhecimento sobre o assunto por parte do corpo engenharia da construtora? ouse é briga entre as classes de eng e arq mesmo, grato,

    Ass, Darlei ap.

  10. Bom dia Prezados,

    Gostaria de saber se existe um fomulário padrão para laudo de habitabilidade? Para uso de ambiente escolar ou treinamento.

  11. Bom dia queria saber se Bacharel em DESIGNER do produto tem que se cadastrar no CAU ou no CREA?

  12. Queria saber se um Engenheiro Civil tem atribuição para fazer projeto arquitetônico de um posto de gasolina?
    Ou isso é só atribuição do arquiteto?

  13. Olá. Alguém sabe me dizer quais funções que diferencia um arquiteto e um desenhista detalhista?
    Quais atividades/projetos que o desenhista não pode fazer?
    Projeto hidrossanitário, luminotécnico e forro de gesso, e projeto elétrico podem ser feitos por um desenhista?

  14. Franklin Januário da Silva, GO

    O Juiz Federal da 3ª Vara, Leonardo Buissa Freitas, também disse que “não se pode impedir o exercício profissional dos engenheiros na elaboração de projetos, porque vigora a regra de transição criada pela lei, sendo-lhes asseguradas atividades que vinham exercendo antes da Lei nº 12.378/2010, enquanto não houver a regulação conjunta”.

    http://www.creago.org.br/index.php/comunicacao/imprensa/noticias/3172-sistema-confea-crea-recebe-da-justica-federal-o-reconhecimento-de-suas-atribuicoes-perante-a-resolucao-51-do-cau-br

    Até que haja um acordo conjunto (o que duvido dado o tamanho dos egos que observei nos comentários).

  15. lucas nunes de lima, CE

    queria saber se eu me forma em designer interiores eu ja posso trabalhar na area e fazer meus projetos ou tenho que ser registrado nesse CAU…

    • Lucas, O projeto de Arquitetura de Interiores não conflita com o campo do design de interiores, pois este último, refere-se ao desenho em “ambientes internos existentes ou pré-configurados”, conforme o inciso I, art. 4º da Lei 13.369/2016, que dispõe sobre a garantia do exercício da profissão de Designer de Interiores e Ambientes e dá outras providências. Segundo o mesmo artigo, em seu inciso II, o Designer de Interiores exerce atividades que “envolvem elementos não estruturais de espaços ou ambientes internos e ambientes externos contíguos aos interiores, desde que na especificidade do projeto de interiores”.

      Já a Arquitetura de Interiores, por sua vez, é um campo de atuação dos arquitetos e urbanistas previsto no artigo 2º, parágrafo único, inciso II da Lei nº 12.378/2010 e regulamentado pela Resolução CAU/BR nº 51/2013.

      O Glossário Anexo à Resolução supracitada conceitua a Arquitetura de Interiores como o “campo de atuação profissional da Arquitetura e Urbanismo que consiste na intervenção em ambientes internos ou externos de edificação, definindo a forma de uso do espaço em função de acabamentos, mobiliário e equipamentos, além das interfaces com o espaço construído – mantendo ou não a concepção arquitetônica original –, para adequação às novas necessidades de utilização. Esta intervenção se dá no âmbito espacial; estrutural; das instalações; do condicionamento térmico, acústico e lumínico; da comunicação visual; dos materiais, texturas e cores; e do mobiliário”.

      Pode-se destacar, dentre outras diferenças, que, enquanto a arquitetura de interiores contempla a intervenção estrutural, as atividades do designer de interiores “envolvem elementos não estruturais”.

      http://www.caubr.gov.br/nota-de-esclarecimentos-sobre-resolucao-51/

    • Iluminação (eletricista), regulamentação fundiária (agronomo ou cartografo), paisagismos (eng florestal ou ambiental), projeto viário (eng civil), memorial (qualquer um dos citados), ergonomia (eng segurança), loteamento urbano (eng civil), e mais uma coisa que querem fazer obras (eng civil) pois não possuem materias suficientes para dominio de uma. kkkk. faça-no o favor. estão urrando coisas que não tem currículo de graduação para serem feitas e querem impor de alguma

    • Leandro, confira esclarecimentos sobre o tema em http://www.caubr.gov.br/nota-de-esclarecimentos-sobre-resolucao-51/

  16. Desenhista arquitetônico pode se registrar no CAU? Consequentemente registrar um esboço de projeto?

    • Leandro, o CAU registra apenas bachareis em Arquitetura e Urbanismo. Destacamos que projeto arquitetônico é atribuição exclusiva de arquitetos e urbanistas.

  17. Boa tarde
    Meu condomínio foi notificado pela prefeitura, para atualização das ART´s, procurei um arquiteto que atualizou a ART de elétrica juntamente com laudo, e elaborou ART de hidráulica.Porém a prefeitura não aceitou a ART de elétrica do arquiteto, solicitando que faça com engenheiro. Informo que o condomínio e de baixa tensão e possui 712m2. Existe algum documento que possa comprovar quais as atribuições do arquiteto.

    • Boa tarde! Me ligue por favor.

    • Boa tarde! Me ligue por favor.

    • wellington jose dias, MG

      Sei que esse comentário é bem antigo e talvez, Matheus, voce ja tenha tido a informacao e entendido, mas para alguém que ainda desconheça, o fato de ser baixa tensão para unidades residenciais é reduntante, pois as unidades consumidoras residencias sao alimentadas em baixa tensao transmitida nas redes de dietribuicao em 13,8kv entre fases e fase/neutro 13,8KV x RAIZQUAD de 3 e alimentando as unidades consumidoras em 220v trifasico, cujas tensoes ficam entre 127 FN e 220v FT, Isso é normal. Existem as tensoes baixas media e alta definidas pela NR 10, porem trata-se de tensao de seguranca que é outro assunto e temos tambem as divisoes de tensao do SEP que tambem se refere à engenharia eletrica que envolve seguranca, custos e outros. Portanto essa definicao de baixa tensao para determinar a atribuicao de um arquiteto para assumir uma responsabilidade técnica é muito arriscado. Para Uma residencia simples ou multifamiliar deve-se ser analisado qual a carga instalada e a partir disso saberemos se podemos confiar no arquiteto e seu conselho cau. E antes de contratar seu arquiteto para se responsabilizar pelo seu projeto eletrico, verifica se ele sabe a diferenca entre KVA, KA, KW, KV…., impedancia etc

  18. O sistema de novo de serviços deu problema, não consigo entrar.
    O site não é seguro e não abre, poxa vou ter um retrabalho por causa disso.

  19. Nem CAU nem arquiteto nenhum manda no talento nem na ascensão d ngm…
    Sugiro pagar as multas e seguir trab normalmente rsrsrs…

    Ai ai viu…..ai ai… :/

    • EDVAIR DOS SANTOS COSTA, SP

      Pra você pode valer a pena pagar multa, mas será que o cliente está disposto a isso? E em caso de possível acidente com prejuízo material ou vítimas, como fica? quem deverá ser punido?

  20. Diego Casagrande, PR

    Na boa, tá difícil trabalhar!! arquiteto não tem mais direito a nada, não acho emprego, não consigo projeto e quando faço complementares de uma casa térrea vem o CREA enchendo o saco e emitindo multa, prefeituras aprovando projetos para engenheiros civis, as vagas de emprego somente pra engenheiros, quando surge um emprego é pra desenhista e pra ganhar 1.200 reais/mês e tem que se matar até fora do expediente pra atender a demanda. E trabalhar por conta tá difícil, devido a corrupção dentro das prefeituras. Daí não existe fiscalização por parte do CAU, nunca vi um fiscal do conselho na minha cidade. Se eu não passar em concurso vou vender cachorro quente, dá mais lucro e não tem tanta dor de cabeça. Arquitetura na minha opinião perdeu seu valor, tá tudo sucateado.

    • Um bom profissional, concorre, o seu valor está aí.
      Vender cachorro quente é uma profissão, não diminua a mesma, tenho profissionais que trabalham no ramo e são bem equilibrados monetariamente nas suas necessidades, nunca ouvi nenhum deles reclamarem eles procuram melhorar.
      Os demais que trabalham com alimentos nunca vi pedirem para acabarem com os ambulantes de cachorro-quente, faça bem feito isso é profissionalismo.
      Um cara chamado Oscar Neymaer, desenhou brasília, antes o mesmo trabalhou como desenhista, apareceu e ganhou fama pelo seu serviço.
      Qual o jogador de futebol que ganha pouco vai fazer gol contra? nenhum pois ele tem que aparecer para ser reconhecido e valorizado, sem precisar falar dos outros jogadores,vá em frente nãp fale dos outros profissionais.

    • De fato, bem diferente das taxas fixadas e impostas p/ : advogados e corretores!!!

  21. O cara estuda 64h e quer sair desenhando cartografia.
    O bom é que o CAU não esta acima do CONFEA, logo, esta resolução, fora da cabeça dos arquitetos não tem validade.

    • Em sessão oficial, o Tribunal Regional Federal de Brasília reestabeleceu a vigência da Resolução 51 do CAU/BR, que especifíca atividades exclusivas de arquitetos e urbanistas, como a elaboração do projeto arquitetônico em diversas modalidades. Saiba mais em https://www.arcoweb.com.br/noticias/arquitetura/trf-restabelece-vigencia-resolucao-51-cau-br

    • Bom dia. Sou analista de Projetos, trabalho em uma Prefeitura do RS. Recentemente encaminharam um Projeto de Parcelamento do Solo, modalidade loteamento. Quem elabora o Projeto trata-se de um Engenheiro Agrimensor. Junto ao Processo anexou a Resolução do CONFEA – Decisão Normativa Nº 104, de 29 de Outubro de 2014. ATENTEM para a data. A Decisão Nº 51 do CAU/BR, que estabelece as atribuições privativas para Arquiteto e Urbanista é de 12 de Julho de 2013. Atentem para esta data, obviamente posterior àquela da Decisão do CONFEA. Ou seja, a situação é simples amigo: O CAU/BR regulamenta somente as atividades do Arquiteto e o CONFEA as demais. Não há consenso.Como um Conselho pode estabelecer o que é ou não atribuição de outro. Sinceramente, creio que esta discussão não terá fim.E nós que trabalhamos em órgão público, ouvimos desaforos de toda ordem em função das atribuições exclusivas e privativas.

    • Ewerton, a regulamentação de uma profissão deve visar ao interesse público e deve pressupor a existência de qualificação profissional específica, indispensável à proteção da coletividade. A qualificação profissional específica de cada área de conhecimento, por sua vez, decorre da formação em nível de graduação, cujas condições são estabelecidas pelas respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais, estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão normativo do Ministério da Educação.

      Saiba mais em http://www.caubr.gov.br/nota-de-esclarecimentos-sobre-resolucao-51/

  22. Todo mundo pode fazer desenho. Agora projetos viários além dos desenhos tem muito cálculo, que anda longe da cadeira de matérias do arquiteto

    • É por isso que profissão nenhuma é autossuficiente, e uma equipe multidisciplinar é essencial. O Arquiteto tem muita formação sim voltada à concepção espacial, às varias disciplinas envolvidas em um projeto, planejamento urbano, fatores naturais, impacto do empreendimento, e diversas outras áreas que eu ficaria listando por horas para que possa fazer um “desenho”. Por isso que ao invés dessa richa, arquitetura e engenharia andam lado à lado, ou pelo menos deveriam, ao invés de ter essa rivalidade infantil.

  23. O profissional somente com graduação na área de Urbanismo pode se registrar no CAU?

  24. Boa noite! estou estudando para um concurso
    e gostaria de saber se arquiteto pode trabalhar como
    técnico em desenho de construção civil
    e técnico em edificações

  25. Boa noite! estou estudando para um concurso
    e gostaria d saber se arquiteto pode trabelhar como
    técnico em desenho de construção civil
    e técnico em edificações

  26. Boa noite! estou estudando para um concurso
    e gostaria d saber se arquiteto pode trabelhar como
    técnico em desenho de construção civil
    e técnico em edificações

  27. EDNA MARIA JUNQUEIRA MUHAMID, SP

    gostaria de saber a resposta a pergunta do aluno rodrigo teixeira ,Go de 8 de dezembro de 2017

    essa seria a pergunta que eu faria tambem

  28. Elionai Rosa dos Santos, SP

    Boa noite!
    Gostaria de saber se um técnico em edificações pode fazer desenho técnico ou projeto de até 40 metros quadrados para apresentar junto a solicitação de AVCB.

    • Pode fazer desenho técnico, acompanhamento de obras e assinar responsabilidade técnica e autoria de projetos até 80 m2, em edificações unifamiliares térreas (ou seja, não pode assinar um conjunto habitacional, que normalmente, cada casa possui uma área menor que essa, mas nesse caso, considera-se o todo e não a parte) e sem cálculo de estruturas (metálica, concreto e madeira).

  29. Bom dia!

    Sou arquiteta mas passei em um concurso para Fiscal de Obras em uma prefeitura. Após assumir o cargo posso ser responsável técnica em obras particulares?

    Att.

    • Art pode ser emitida apenas por engenheiros através do CREA, achei que apenas engenheiro civil e técnico em edificações podia assumir funçao de fiscal de obras, porque o mesmo tem que ter o registro no CREA. Vc conseguiu a nomeaç

  30. Na verdade o exposto acima nunca funcionou, inclusive, muitos projetistas e designer de interiores utilizam o nome ARQUITETURA em seus negócios livremente, tudo não passou de uma falácia para criação do conselho que não passa de uma cabide de empregos, influências políticas e claro o famigerado dinheiro.
    Nada é feito, pode denunciar à vontade. Nada acontece. Há milhões de exemplos na internet e em todos os lugares. Pra se ter uma ideia, existem projetistas de móveis utilizando o nome … ‘FULANO DE TAL ARQUITETURA DE INTERIORES BLA BLA BLA… profissão de arquiteto está fadada a a extinção… Há não ser é claro, pra quem tem um emprego no CAU…

  31. Sou estudante de arquitetura e urbanismo, e ouço muitas coisas do que nos dá arquitetura e também do pessoal da engenharia pode ou não pode. Na faculdade onde eu estudo o pessoal da engenharia só vê uma matéria em toda grade de arquitetura e urbanismo, disseram que é porque engenheiro formado apartir de 2012 não pode assinar arquitetônico. Perante a grande de engenharia aqui essa afirmação tem lógica, mais queria saber se é verdade. E sobre o curso de arquitetura na nossa grade temos varias matérias de cálculo, 4 matérias de sistemas estruturais, Resistência dos matérias 1 e 2, técnicas construtivas, instalações prediais, matérias naturais artificiais, etc. ouço dizer que nos arquitetos podemos assinar estrutural de até 3 pavimentos. Queria saber se é verdade, e que pela minha grade até oque eu já vi acho que temos essa capacidade. Minha faculdade e a Universidade Paulista – UNIP se alguém duvidar e quiser olhar a grade fique a vontade.

    • Na verdade o exposto acima nunca funcionou, inclusive, muitos projetistas e designer de interiores utilizam o nome ARQUITETURA em seus negócios livremente, tudo não passou de uma falácia para criação do conselho que não passa de uma cabide de empregos, influências políticas e claro o famigerado dinheiro.
      Nada é feito, pode denunciar à vontade. Nada acontece. Há milhões de exemplos na internet e em todos os lugares. Pra se ter uma ideia, existem projetistas de móveis utilizando o nome … ‘FULANO DE TAL ARQUITETURA BLA BLA BLA… profissão de arquiteto está fadada a a extinção… largue o curso enquanto há tempo…

    • Acho que você está equivocada, te mostro meu histórico de engenharia, te garanto que tem mais de 5 disciplinas de arquitetura e urbanismo. Não estou contanto Topografia, geometria de estradas e outras disciplinas que podem serem usadas para os dois.

    • RODRIGO TEIXEIRA, GO.Sou engenheiro civil formado pela UNIP. Agora estou terminando o curso de técnico em edificações na ETEC (pois na faculdade não tem praticas como curso técnico, e mesmo tendo o conhecimento e a escola permitindo o aproveitamento de matérias, não o fiz. Fazendo assim 1 ano e 1/2 de praticas no corso) esta foi uma forma que encontrei para estar preparado para abrir meu escritório. E para fazer um pavimento de três andares você precisara de um engenheiro para realizar os cálculos estruturais desde a fundação.
      RODRIGO tenho MUITO RESPEITO PELOS ARQUITETOS. Somos duas classes que se complementam desde o planejamento até o termino de um projeto. Engenheiros fazem cálculos, arquitetos com projetos (o arquiteto é muito mais capacitado para projetar um ambiente aconchegante,melhor utilidade de espaços e melhor aproveitamento dos benefícios naturais (sol,água pluvial,natureza)).
      A MELHOR MANEIRA DE TERMOS SUCESSO EM NOSSAS CARREIRAS SERIA O TRABALHO EM EQUIPE.
      SE NÓS ENGENHEIROS,ARQUITETOS QUANDO TRABALHARMOS JUNTOS TEMOS COMO RESULTADO UM PROJETO PERFEITO.
      Gostaria muito de ter um arquiteto com sócio em meu escritório.

  32. Como o CAUBR quer que a Resolução 51 funcione, se nas atividades do Crea, ainda possui a atividade PROJETO DE ARQUITETURA? As Prefeituras ainda estão recebendo e aceitando os projetos de arquitetura assinados por engenheiros.

  33. Prezado(a), boa tarde!
    Em relação a estágio supervisionado (Engenharia Civil) referente as cargas horárias solicitadas pela instituição. O Arquiteto pode ser o responsável técnico? Tendo em vista que o mesmo tem-se construtora com especialidade em construção casas residenciais.

  34. Olá, gostaria de saber se arquiteto tem permissão legal para produzir e assinar orçamento de obra.

  35. JONEX DE JESUS ALMEIDA DA SILVA, RJ

    PREZADOS, UMA DÚVIDA QUANTO A REGISTRO PROFISSIONAL DE DESIGNER DE INTERIORES JUNTO AO CAU?

  36. Como assim o Patrimônio Histórico é uma área exclusiva de um arquiteto? Tomou para si a História? É muita soberba!

    • Você espera o quê?
      Que um historiador tenha capacidade de executar um restauro?
      Ou um engenheiro, que nem teve história da arquitetura na grade curricular da faculdade?
      Ninguém melhor que o ARQUITETO para isso. Pois, além de projeto, teve que estudar (e muito) a história da arquitetura (sim, desde o início da humanidade), todos os métodos construtivos de acordo com a época e contexto histórico, político e até mesmo social daquela determinada construção. E ainda consta patrimônio histórico e restauro na grade curricular do curso de arquitetura.
      Então sim, o Patrimônio Histórico deve ser área exclusiva de um arquiteto e não por soberba, mas por ele ser o profissional mais adequado para isso.

  37. Alguém pode me responder se Arquitetos podem assinar obra de reforma de fachadas??

  38. Graduação Tecnologica em construção de Edificios, pode tirar CREA?
    Qual a vantagem dele sobre o Tecnico em edificaçoes ?

    • Pode sim !
      Eu sou tecnólogo em construção de edifícios e já vou tirar o CREA !

    • Olha, é ótimo curso, a vantagem dele é que além de ser nível superior, você pode fazer pós graduação e aproveitar muitas cadeiras de engenharia civil, e digo a você que é vantajoso você começar a cursar a graduação tecnológica em construção de edifícios e quando concluir, parte pra fazer engenharia civil, porque você já vai obtiver, o aprendizado ,conhecimento técnico e prático, vai ter mais experiências do que a maioria dos concorrentes, ai você vai sair na frente de muitos !

  39. Sou graduado em Engenharia Civil com registro no CREA-MG e também possuo formação em Arquitetura e Urbanismo. Posso solicitar ao CREA a inclusão das atribuições de arquiteto no registro daquela entidade?

    • Não caro Manoel. São dois Conselhos distintos. Agora para melhorar sua leque de trabalho vou pode registrar nos dois Conselhos e ir à batalha.

    • Não. São dois conselhos diferentes agora. Você tem que registrar no CREA e no CAU do seu estado de trabalho.

  40. SOU TECNÓLOGA EM DESIGN DE INTERIORES, GOSTARIA DE SABER COMO E ONDE FAZER O REGISTRO DO MEU PROJETO. PARA QUE EU POSSA RESPONDER PELA OBRA.

  41. O CAU quer reservar mercado aos Arquitetos, ok!!! Sou a favor, mas reforma??? Acho que os Engenheiros tem habilidade técnica, principalmente estrutural pra fazer isso, aliás, mais que o próprio Arquiteto. Não concordo.

    • será amigo? eu duvido.

    • SouzaCastro Engenharia Ltda, MG

      kkkkkkkkkkkkkkkk, um estudante de arquitetura indagando se um engenheiro civil tem atribuições para fazer projeto de reforma? Meu caro Josivan Marques, antes de existir a arquitetura nós já fazíamos o que vcs pensam fazer melhor, e o arcabouço disso está na engenharia, vamos parar de criar estes ritos e deixar o orgulho de lado, ficou pra vcs o arquitetônico, então deleitem se, criem novas linhas,novos conceitos, tragam novas ideias,mudem o cotidiano ou resgatem o clássico, apoio completamente que visão de arte e criação os arquitetos são mais sensíveis, MAS DEIXEM O TRABALHO PESADO PARA QUEM ENTENDE DO ASSUNTO!

    • Josivan Marques (SP), vc duvida que um engenheiro civil tenha atribuições para tenha capacidade técnica para realizar reformas?? Basta lembrar que a engenharia sempre fez isso, inclusive o projeto arquitetônico, bem antes da arquitetura como curso existir, mas já que em alguns estados o projeto arquitetônico ficou como atribuição de arquitetos, então deleitem-se, tragam novas linhas aos projetos, novos revestimentos, novos materiais para conforto acústico e térmico, tragam inovações ou resgatem com melhorias os clássicos, mas por favor, o arcabouço do curso de arquitetura não lhes atribui competência para reformas a não ser estéticas, quando lidarem com reformas que precisem da detecção do sintoma patológico, tratamento e a boa prática construtiva verão que estudar história da arte não ajuda em nada em um canteiro de obra.

    • no quesito estrutural, o engenheiro tem plenas condições de exercer reformas,no entanto., no quesito de conforto humano este não é o indicado pois não possui conhecimento sobre ergonomia e estética necessário para ter um bom desempenho,então o arquiteto faria de forma mais exploradora do potencial do projeto de reforma,e por consequência este é o profissional que melhor designaria esta função.

    • Resumindo, Arquiteto patrão. Engenheiro, empregado. Concordo contigo Sr. Souza, deixa o travalho pesado pro mestre de obra formado, vulgo Engenheiro.

  42. Marchetti arquitetos, SP

    Sou autor e responsável técnico de um edifício residencial vertical de 6 pavimentos, porém a construtora foi notificada passível de multa pro Crea que está exigindo engenheiro civil na obra segundo resolução do Confea, isso é procedimento legal ou há como recorrer?

  43. O Técnicos em edificações podem assinar ART para Padrão de energia eletrica

  44. Rodrigo A. M. Pissarra, SP

    Receio que os administradores do CAU desconhecem os trâmites do ordenamento jurídico brasileiro, pois as resoluções determinam o que os arquitetos e urbanistas podem fazer, mas aquilo que é exclusivo de uma profissão já deveria estar previsto no ato fundador da profissão. Com esta resolução, apenas se cria insegurança jurídica para os usuários das áreas de Engenharia e Arquitetura, e muitos recursos jurídicos por parte de outros órgãos de classe que possam a vir se sentir lesados pela resolução do CAU.

  45. Os arquitetos podem fazer projetos de ar condicionado ou só cabem a engenheiros mecânicos?
    a descrição de projetos de ‘climatização’ que arquitetos podem realizar englobam ar condicionado??

    • TB estou com esas dúvida.
      obrigado

    • sim podem

    • CRISTIANO GONCALVES DILLEM, ES

      Meu Deus, é sério isso?
      Ok, a arquitetos são profissionais com sensibilidade para desenvolverem desenhos de prédios. Porém, é sério mesmo que a CAU precisa criar uma lei para que apenas estes trabalhem com projetos arquitetônicos.
      Enquanto projetos estruturais e projetos para climatização que na minha opinião seria uma atribuição apenas para Eng civil e Eng mecânica, são passados como responsabilidade para um profissional que sabe muito de história e artes.

    • Acredito que há um equívoco de interpreta, concordo que vcs caros arquitetos também fazem projetos de dimensionamento e conforto ambiental, porém isso é uma das etapas de um projeto de refrigeração, que ainda envolve sistemas de compressão, exaustão, lubrificantes e manutenção de máquinas, o que mostra que isso é competencia de outros profissionais, mais especificamente da área mecanica e naval.

  46. kk tecnólogo só pode ser piada

  47. Gostaria de saber até quantos metros quadrados um Técnico em Agrimensura pode assinar um Memorial Descritivo?
    Alguém por gentileza pode me tirar essa dúvida? Grato

  48. Onde posso ficar informada a respeito das novas resoluções da CAU/BR?

  49. Vilson Honorato, PR

    Ola boa tarde, como Arquiteto posso serr responsável técnico por empresa que exerce atividades de execução de obras de galerias pluviais, asfalto e terraplanagem

  50. quanto de física se ensina no curso de Arquitetura?Quanto de calculo matemático se ensina no curso de Arquitetura?
    Pois é necessário para um projeto viário entender de força centrípeta e força centrífuga… Tenho visto e ” sentido” nos vias públicas em BH a completa ausência destes conhecimentos. Até quando vamos tratar como brinquedo a questão das estradas no Brasil?A ponto de chegarmos a pensar na possibilidade de tratar com tanto descaso uma questão tão séria. Não se trata de reserva de mercado profissional, trata se de formação específica. Ou será que nesse país tãi sucateado, isto também não faz diferença.. Então manda um marceneiro fazer a cirurgia cardíaca do seu ente querido, é quase a mesma coisa….ambos tem precisão nas mãos e são verdadeiros artífices.. Vamos pensar pessoal, vamos pensar…

    • Sueli, o projeto geométrico de estradas é feito por um conjunto de profissionais, entre eles: Geólogos, Engenheiros, Topógrafos e etc. São analisados vários projetos antes da execução da obra. Por isso lhe digo que o menor dos males seja o desconhecimento de forças solicitantes no traçado das vias urbanas.

    • Muito bem Sueli!

    • “o menor dos males seja o desconhecimento de forças solicitantes no traçado das vias urbanas.” Ta usando drogas cara? Esse é o principal.

    • Boa Bruna!!!

    • rubens junior, MG – geólogo em projeto de estradas??? topógrafo faz apenas o trabalho braçal amigo. Vejo total desconhecimento no assunto, ainda deve almejar ser o coordenador de equipe do projeto rodoviário.

    • Sou topografo a 10 anos e já trabalhei em vários tipos de obras, e até onde eu sei a função do TOPOGRAFO seja qual for a obra, é relativo ao levantamento primitivo para a elaboração do projeto e posteriormente, a execução do projeto. A não ser que o profissional esteja ligado diretamente a parte técnica.

    • SouzaCastro Engenharia Ltda, MG

      Achei que os comentários aqui eram feitos por profissionais ou estudantes da área e seus congêneres, mas já que tem muitos curiosos vou tentar explicar o que fui questionado, apesar de interpretação de textos não estarem no escopo de Exatas, os primeiros profissionais envolvidos em projeto de estrada são os topógrafos, geólogos e geógrafos, eles irão fazer o levantamento planialtimétrico, estudo de solo, verificação de jazidas para empréstimo ou não, viabilidade de desvio do traçado e etc. Não sei se em arquitetura tem projetos de estradas, acho que sim, isso é básico. Após este levantamento, um grupo de engenheiros, arquitetos e outros profissionais irão estudar o traçado geométrico. Topografo auxilia nos cortes e aterros, até estudo de precipitação os geógrafos podem fazer para determinar o processo de drenagem que terei em projeto, ou pode ser um Hidrologo. Caro Alexandre (AC), geólogo está em todo momento nos auxiliando até na terraplanagem, mandamos amostras para laboratório para análise do solo, teste de compacidade e outras coisas, saber se o solo é colapsível, expansível ou compressível é essencial para saber se preciso trocar este solo, o cálculo de superelevação, largura, trem tipo e outros mais é feito no mesmo instante. Tratem com afinco a profissão de vcs, aprender fora da academia é imprescindível

  51. DÚVIDAS:

    Caso 1: Trabalho em um escritório de decoração registrado na ABD e este escritório faz projetos de Stands de vendas para incorporadoras. É um projeto arquitetônico, e é feito por arquitetos dentro do escritório (que não são registrados como tal). A criação das fachadas, que é mais uma pesquisa de referências, é feita pela dona do escritório (a decoradora, que nem desenha), a RRT de projeto é registrada por uma arquiteta terceirizada (que nem esteve envolvida no projeto) e a responsabilidade pela construção fica ao encargo da incorporadora.

    Caso 2: Neste mesmo escritório, são feitos projetos de reformas com plantas de demolir e construir, forro e iluminação, elétrica, etc. Também são feitos pelos arquitetos dentro do escritório e têm apenas a ART/RRT de execução emitida pelo responsável pela obra (eng/arq).

    Gostaria de verificar a legalidade desses procedimentos.
    Acredito que sejam atribuições exclusivas de arquitetos, e não deveriam ser vendidos por um escritório de decoração.
    Obrigada.

  52. 1-AS ÁREAS DO ARQUITETO: – Projeto arquitetônico de edificação ou de reforma
    – Relatório técnico referente a memorial descritivo, caderno de especificações e de encargos e avaliação pós-ocupação
    – Projeto urbanístico e de parcelamento do solo mediante loteamento
    – Projeto de sistema viário urbano
    – Coordenação de equipes de planejamento urbano ou de regularização fundiária
    – Projeto de arquitetura de interiores
    – Projeto de arquitetura paisagística
    – Direção, supervisão e fiscalização de obras referentes à preservação do patrimônio histórico, cultural e artístico
    – Projetos de acessibilidade, iluminação e ergonomia em edificações e no espaço urbano
    2-ÁREAS DO ENGENHEIRO: construção EM GERAL, estruturas, geotecnia, hidráulica e saneamento e transportes.

    • Onde encontro esta legislação…

    • Tenho que contestar.
      O projeto de sistema viário, cabe ao Engenheiro Agrimensor, bem como o parcelamento do solo e loteamento.
      Aliás, eles deveriam exigir que os arquitetos ou engenheiros não invadissem o seu território – conforme faz a CAU contra outros profissionais.

    • A diferença de ambas as grades são grotescas,cada um é responsável por uma área,não entendo essa briga dos arquitetos almejando fazer tudo que um Engenheiro Civil faz.Então vamos falar que um enfermeiro têm competência para realizar uma cirurgia,por favor,não têm como né.

  53. E DESCULPEM PELOS ERROS ORTOGRÁFICOS, POIS O TECLADO DO MEU PC ESTÁ QUEBRADO!

  54. OI, BOA NOITE, AS DUAS ÁREAS SAO PARECIDAS MAS NAO QUER DIZER QUE NINGUÉM É MELHOR QUE O OUTRO, CADA PROFISSIONAL TEM AS SUAS ATRIBUIÇOES, MAS PARECEM QUE VCS QUEREM FURAR A FILA DOS ENGENHEIROS. O ARQUITETO PODE FAZER CERTAS COISAS PARECIDAS COM A DO ENGENHEIRO? PODE SIM, MAIS COM LIMITAÇOES. POIS O ENGENHEIRO TEM A FORMAÇAO MUITO MAIS SÓLIDA PARA SER RESPONSÁVEL TECNICAMENTE DO QUE A DO ARUITETO! POR FAVOR NAO COMPAREM AS FUNÇOES, POIS TEM MUITAS DIFERENÇAS! EU SOU TECNÓLOGO EM CONSTRUÇAO DE EDIFÍCIOS E A MINHA FUNÇAO É GERENCIAR OBRAS E ALÉM DE OUTRAS COISAS ENVOLVIDAS A CONSTRUÇAO E NEM POR ISSO FICO FALANDO MAL DAS PROFISSOES, LEIAM AS ATRIBUIÇOES DE CADA PROFISSIONAL PARA NAO FALAR O QUE NAO SABE!
    Rua do Príncipe, 526, Boa Vista, CEP 50050-
    900 Recife, Pernambuco, Brasil Fone: 55 81 2119.4000 Fax: 55 81 3423.0541
    CURRÍCULO 49A6 Noite

    ENGENHARIA CIVIL
    Período
    Código
    Disciplina

    Créditos
    Carga
    Horária
    1
    ENG1500
    INTRODUC A ENGENHARIA CIVIL
    4
    60
    MAT1009
    CALCULO DIF E INTEGRAL I
    4
    60
    MAT1411
    GEOMETRIA ANALITICA
    4
    60
    QUI1110
    QUIMICA APLICADA A ENG CIVIL
    6
    90
    TEO1915
    INTRODUCAO A TEOLOGIA
    4
    60
    2
    ENG1110
    GEOMETRIA DESCRITIVA
    4
    60
    FIS1035
    FISICA I
    6
    90
    INF1025
    METODOS COMPUTACIONAIS
    4
    60
    LET1057
    PORTUGUES INSTRUMENTAL II
    4
    60
    MAT1014
    CALC DIFERENCIAL E INTEGRAL II
    4
    60
    MAT1421
    ALGEBRA LINEAR I
    4
    60
    3
    ENG1115
    DES TEC ASSIST POR COMPUTADOR
    6
    90
    ENG1411
    GEOLOGIA APLICADA
    4
    60
    FIS1036
    FISICA II
    6
    90
    FIS1305
    MECANICA GERAL I
    4
    60
    MAT1015
    CALC DIFERENCIAL E INTEG III
    4
    60
    4
    ENG1161
    TOPOGRAFIA I
    6
    90
    ENG1520
    PRINC DE CIEN DOS MATERIAIS
    4
    60
    FIS1037
    FISICA III
    6
    90
    INF1033
    CAL NUMERICO COMPUTACIONAL
    4
    60
    MAT1016
    CALC DIFERENCIAL E INTEGRAL IV
    4
    60
    5
    ENG1162
    TOPOGRAFIA II
    4
    60
    ENG1307
    RESISTENCIA DOS MATERIAIS I
    4
    60
    ENG1507
    MATERIAIS DE CONST CIVIL I
    4
    60
    EST1408
    ESTATISTICA E
    PROBABILIDADE
    4
    60
    FIL1433
    FIL E CONHECIMEN TECNOLOGICO
    4
    60
    FIS130
    6 MECANICA GERAL II
    4
    60

    6
    ECO1236
    ECONOMIA E FINANCAS
    2
    30
    ENG1236
    FENOMENO DOS TRANSPORTES
    4
    60
    ENG1282
    ELETROTEC E INSTAL ELETRICAS
    4
    60
    ENG1308
    RESISTENCIA DOS MATERIAIS II
    4
    60
    ENG1407
    MECANICA DOS SOLOS I
    6
    90
    ENG1508
    MATER DE CONSTRUCAO CIVIL II
    6
    90
    7
    ENG1215
    HIDRAULICA
    6
    90
    ENG1317
    TEORIA DAS ESTRUTURAS I
    4
    60
    ENG1327
    CONCRETO ARMADO I
    4
    60
    ENG1408
    MECANICA DOS SOLOS II
    4
    60
    ENG1607
    TRAFEGO E ECO DOS
    TRANSPORTES
    4
    60
    LET1149
    LINGUA INGLESA INSTRUMENTAL I
    4
    60
    8
    ENG1226
    HIDROLOGIA APLICADA
    4
    60
    ENG1318
    TEORIA DAS ESTRUTURAS II
    4
    60
    ENG1328
    CONCRETO ARMADO II
    4
    60
    ENG1409
    FUNDACOES
    4
    60
    ENG1603
    ESTRADAS I
    4
    60
    JUR1018
    DIREITO PARA
    ENGENHEIROS
    2
    30
    9
    ENG1225
    ECOLOG E CONTROLE AMBIENTAL
    4
    60
    ENG1343
    ESTRUTURAS DE MADEIRAE ACO
    4
    60
    ENG1517
    CONSTRUCAO CIVIL I
    4
    60
    ENG1604
    ESTRADAS II
    4
    60
    SOC1980
    SOCIOL APLICADA A ENGENHARIA
    2
    30
    10
    ADM1014
    ADMINIST E PLANEJAMENTO
    2
    30
    ENG1237
    SANEAMENTO BASICO
    4
    60
    ENG151
    8 CONSTRUCAO CIVIL II
    4
    60
    ENG1525
    SEGUR E HIGIENE DO TRABALHO
    4
    60
    ENG1981
    ESTAGIO SUPERV OBRIGATORIO I
    6
    A DO ARQUITETO.

    COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
    60h
    DESENHO ARTÍSTICO
    60h
    DESENVOLVIMENTO PESSOAL E EMPREGABILIDADE
    60h
    GEOMETRIA
    60h
    INTRODUÇÃO A ARQUITETURA E URBANISMO
    40h
    LEGISLAÇÃO URBANA E PRÁTICA PROFISSIONAL
    60h

    DESENHO DE PERSPECTIVA
    80h
    DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO
    60h
    ESTÉTICA
    60h
    INTRODUÇÃO AO PROJETO ARQUITETÔNICO
    60h
    TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO I (PRÉ-HISTÓRIA ATÉ A BAIXA IDADE MÉDIA)
    60h

    CONFORTO AMBIENTAL
    60h
    HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II (PRÉ-CABRALINO AO PERÍODO COLONIAL)
    60h
    MAQUETES
    60h
    MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO
    40h
    METODOLOGIA DA PESQUISA
    60h
    PROJETO AUXILIADO POR COMPUTADOR 2D
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO I
    60h

    ACÚSTICA ARQUITETÔNICA
    60h
    FILOSOFIA, ÉTICA E CIDADANIA
    60h
    HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO III (IDADE MODERNA)
    60h
    MATEMÁTICA APLICADA A ARQUITETURA
    60h
    PROJETO AUXILIADO POR COMPUTADOR 3D
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO II
    60h
    TÓPICOS INTEGRADORES I (ARQUITETURA)
    40h

    EMPREENDEDORISMO
    60h
    ERGONOMIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO
    40h
    HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO IV (NEOCLASSICISMOE ECLETISMO)
    60h
    LUMINOTÉCNICA
    60h
    PROCESSOS CONSTRUTIVOS
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO III
    60h
    SISTEMAS ESTRUTURAIS I
    60h

    HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO V (IDADE CONTEMPORÂNEA)
    60h
    PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL-ELEMENTOS URBANOS
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO IV
    60h
    RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
    60h
    SISTEMAS ESTRUTURAIS II
    40h
    TÓPICOS INTEGRDORES II (ARQUITETURA E URBANISMO)
    40h
    TOPOGRAFIA
    60h

    ARQUITETURA SUSTENTÁVEL
    40h
    HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO VI (PÓS-MODERNISMO E CONTEMPORANEIDADE)
    60h
    PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL – DIMENSIONAMENTO
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA DE INTERIORES RESIDENCIAIS
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO V
    60h
    PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
    60h
    SISTEMAS ESTRUTURAIS III
    60h

    ESTÁGIO SUPERVISIONADO I (ARQUITETURA E URBANISMO)
    90h
    PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL – UNIDADE DE VIZINHANÇA
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA DE INTERIORES COMERCIAIS
    40h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO VI
    60h
    PROJETO DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
    40h
    PROJETO DE PAISAGISMO I
    60h
    TÉCNICAS RETROSPECTIVAS I
    60h

    ESTÁGIO SUPERVISIONADO II (ARQUITETURA E URBANISMO)
    90h
    GEOPROCESSAMENTO
    40h
    PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL IV (O MUNICÍPIO)
    60h
    PROJETO DE PAISAGISMO II
    60h
    TÉCNICAS RETROSPECTIVAS II
    60h
    TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I (ARQUITETURA E URBANISMO)
    30h
    10°
    GESTÃO DE OBRAS
    40h
    PLANEJAMENTO DE TRANSPORTES URBANOS
    60h
    TÓPICOS INTEGRADORES III (AQUITETURA E URBANISMO)
    40h
    TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II (ARQUITETURA E URBANISMO)
    60h
    E AS ÁREAS DO ARQUITETO:

    COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
    60h
    DESENHO ARTÍSTICO
    60h
    DESENVOLVIMENTO PESSOAL E EMPREGABILIDADE
    60h
    GEOMETRIA
    60h
    INTRODUÇÃO A ARQUITETURA E URBANISMO
    40h
    LEGISLAÇÃO URBANA E PRÁTICA PROFISSIONAL
    60h

    DESENHO DE PERSPECTIVA
    80h
    DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO
    60h
    ESTÉTICA
    60h
    INTRODUÇÃO AO PROJETO ARQUITETÔNICO
    60h
    TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO I (PRÉ-HISTÓRIA ATÉ A BAIXA IDADE MÉDIA)
    60h

    CONFORTO AMBIENTAL
    60h
    HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO II (PRÉ-CABRALINO AO PERÍODO COLONIAL)
    60h
    MAQUETES
    60h
    MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO
    40h
    METODOLOGIA DA PESQUISA
    60h
    PROJETO AUXILIADO POR COMPUTADOR 2D
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO I
    60h

    ACÚSTICA ARQUITETÔNICA
    60h
    FILOSOFIA, ÉTICA E CIDADANIA
    60h
    HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO III (IDADE MODERNA)
    60h
    MATEMÁTICA APLICADA A ARQUITETURA
    60h
    PROJETO AUXILIADO POR COMPUTADOR 3D
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO II
    60h
    TÓPICOS INTEGRADORES I (ARQUITETURA)
    40h

    EMPREENDEDORISMO
    60h
    ERGONOMIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO
    40h
    HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO IV (NEOCLASSICISMOE ECLETISMO)
    60h
    LUMINOTÉCNICA
    60h
    PROCESSOS CONSTRUTIVOS
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO III
    60h
    SISTEMAS ESTRUTURAIS I
    60h

    HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO V (IDADE CONTEMPORÂNEA)
    60h
    PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL-ELEMENTOS URBANOS
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO IV
    60h
    RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
    60h
    SISTEMAS ESTRUTURAIS II
    40h
    TÓPICOS INTEGRDORES II (ARQUITETURA E URBANISMO)
    40h
    TOPOGRAFIA
    60h

    ARQUITETURA SUSTENTÁVEL
    40h
    HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO VI (PÓS-MODERNISMO E CONTEMPORANEIDADE)
    60h
    PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL – DIMENSIONAMENTO
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA DE INTERIORES RESIDENCIAIS
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO V
    60h
    PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
    60h
    SISTEMAS ESTRUTURAIS III
    60h

    ESTÁGIO SUPERVISIONADO I (ARQUITETURA E URBANISMO)
    90h
    PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL – UNIDADE DE VIZINHANÇA
    60h
    PROJETO DE ARQUITETURA DE INTERIORES COMERCIAIS
    40h
    PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO VI
    60h
    PROJETO DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
    40h
    PROJETO DE PAISAGISMO I
    60h
    TÉCNICAS RETROSPECTIVAS I
    60h

    ESTÁGIO SUPERVISIONADO II (ARQUITETURA E URBANISMO)
    90h
    GEOPROCESSAMENTO
    40h
    PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL IV (O MUNICÍPIO)
    60h
    PROJETO DE PAISAGISMO II
    60h
    TÉCNICAS RETROSPECTIVAS II
    60h
    TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I (ARQUITETURA E URBANISMO)
    30h
    10°
    GESTÃO DE OBRAS
    40h
    PLANEJAMENTO DE TRANSPORTES URBANOS
    60h
    TÓPICOS INTEGRADORES III (AQUITETURA E URBANISMO)
    40h
    TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II (ARQUITETURA E URBANISMO)
    60h

    • O curso de Tecnologo é excelente, tanto os profissionais que executam, pela que o CREA’s e CAU utilizam um cartel afim de manipular as atribuições dos Tecnologos em Construção e Designers muitas empresas deveriam optar por esses profissionais pois a mão de obra é mais barata e o serviço é executado com maior eficiência e eficacia, pois estou cansando de ver Engenheiro e Arquiteto quem não sabem o que é um perfil não entendem de medidas de aço e tenho que aguentar perguntas tais como: Depois de concretar a fundação Radier como vou retirar a lona que fica embaixo??? kkkkk… perguntas assim que o Tecnologo nunca irá fazer.
      Eu como empresario no ramo da construção tenho tecnologos atuando no Chile, São Paulo, Minas Gerais e Paraná preciso apenas de mim como engenheiro pra supervisionar e o resto deixo em boas mãos assim como você David.

    • CLEITON JOSÉ DE SOUZA, GO

      Prezado, a questão é muito mais complicada, sugiro ouvir os áudios publicados em: http://portal730.com.br/podcasts/jornalismo-super-sabado-arquitetos-e-engenheiros-discutem-sobre-os-limites-do-exercicio-legal-das-duas-profissoes. Tem muito mais interesses em reserva de mercado do que em aplicação dos conhecimentos adquiridos na graduação. Também sou tecnólogo e sofro com esta prática, meus motivos estão todos publicados em: https://www.facebook.com/csouzagyn

    • CLEITON JOSÉ DE SOUZA, GO

      Edson Maia, MG, agradecemos seu reconhecimento, porem repudiamos a prática, a famosa mais-valia tratada como “supervisão” pelo sistema CONFEA/CREA…, apenas saibam que é justamente isso que estamos combatendo neste momento, pois se não fosse esta má fé do sistema CONFEA/CREA em querer usar o próximo, nós tecnólogos e os técnicos no caso, o país, hoje, estaria em uma situação totalmente diferente… Entendemos que você não é o causador de tudo isso, só está tirando proveito da situação à sua forma, portanto alerto-o apenas para que saibam que se não resolvermos esta situação de uma forma que fique bom para todos, lutaremos até o fim para retirar estas amarras que vocês colocaram sobre nós, estamos fazendo isso associando nos aos técnicos de segundo grau em busca de conselho próprio e logo que aprovarmos o PL 5179/2016, https://drive.google.com/file/d/0B7kgjrBYbrSxdzczZDl2cnYwZjg/view assim como fizeram os arquitetos, vocês perderão esta mamata da mais-valia, passando a ser nós mesmos os empresários que fecharemos negócios em vossos lugares, pois como você mesmo disse “O curso de Tecnólogo é excelente, tanto os profissionais que executam…” e para isso a Lava Jato está nos ajudando, espero que a sua empresa não seja umas das envolvidas… http://conceitoatecnologia.webnode.com/

    • VEJAM COMO UM TECNOLOGO PROJETA MESMO MAL EM PORTUGAL !!! QUEREM FAZER ISTO AQUI NO BRASIL TAMBEM !!!??? ORA DEIXARIAMOS DE TER AS NOSSAS BONITAS FAVELAS NAS PERIFERIAS AS CONSTRUÇÕES DE TEXTURA DE TIJOLO Á VISTA ….. QUE PAISAGEM MAIS LINDA PARA PODERMOS VENDER TURISTICAMENTE … A AMERICANOS E EUROPEUS !!!! ENTÃO MEUS COLEGAS BRASILEIROS VOCÊS PRETENDEM MESMO O MAL DO POVO BRASILEIRO !!! ??? TENHAM JUÍZO SIM !!!!!
      https://www.facebook.com/PLANTAS.MAQUETES/?ref=aymt_homepage_panel

    • Boa noite. Concordo com David, são atividdes com disciplinas parecidas porém com limitações para ambas as partes. Sou arquiteto, exerci por anos funções relacionadas a engenharia porém dentro de minhas limitações, no entanto acho que como qualquer profissão uns se saem melhor que outros, sabemos que existem ótimos engenheiros capazes de realizar projetos até melhor de que arquitetos, assim como arquitetos de campo com capacidade de melhor solucionar problemas de campo que alguns engenheiros, no entanto não podemos generalizar e para uma melhor distinção de responsabilidades acho justo o que vem sendo feito, mesmo sabendo que minha classe passa a ser desfavorecida. Acho que ao invés de brigas deveria haver uma união dss categorias e cobrar mais dos nossos conselhos que nos cobram caro e não vejo lutar por nossos direitos salariais. Moro em Natal/RN sei que nada está fácil mas tem profissional fazendo projeto a 3 reais o m2 e engenheiro trabalhando por R$1.500,00 o mês em carro próprio. Ao meu ver nossa categoria só afunda. Acho que deveriamos olhar mais para isso e esquecer essas divergências de funções, pq se todos nós tivessemos o justo financeiro certamente não estaríamos nesses discursoes né nada mais é que falta de oportunidade que acaba gerando essa tentativa de abraçar o mundo em pró do sustento.

  55. Olá, por quê os arquitetos estudam coisas fortemente relacionados a estrutura e alguns se direcionam para trabalhar com a mobília do espaço e tudo mais, sendo que há os designers que são mais capacitados e mais preparados para tal?

    • Na verdade, os profissionais mais capacitados para tal tarefa são,de fato, os arquitetos, pois móveis, forros e outros elementos de uma residência também precisam de estudos e estruturação.
      Os designers seriam responsáveis apenas pelo desenho, pela estética ou pelo conceito da mobília, ou pela escolha de elementos de decoração, já que não podem ser responsáveis por parte estrutural.
      Na verdade, acho que toda a área de interiores tem que ser exclusividade dos arquitetos, como era no princípio.

    • Érika,você acredita mesmo que a graduação Superior em Design de Interiores,se limita à apenas escolher cortinas e almofadas que combinem com o espaço ou posicionar móveis ???Você trabalha na área?Tem alguma graduação superior?Aqui no Brasil os arquitetos estão fatidicamente indo pra interiores ,sabe quantos meses eles estudam,luminotecnia,ergonomia ,acústica e matérias que são específicas de um curso de Design de 4 anos?Apenas 6 meses.Você acreditaria se te dissesse que em Design você tem matérias específicas que contemplam ,zenitais,cálculo de escadas,paisagismo,empreendedorismo,mobiliário,programas de 3D e humanização de plantas,auto cad (exaustivo),estudo da ergonomia e diversos estudos afim de projetar espaços próprios e laborais para cada perfil de usuário,entre muitas outras disciplinas?Nos EUA,Arquiteto não é Designer de Interiores,Arquiteto não é Engenheiro,ele(a)é Arquiteto(a).Em países de primeiro mundo em hipótese alguma você se responsabiliza tecnicamente por uma àrea que não a sua.Agora você quer saber sobre o que um decorador faz?…pesquise… esses profissionais também tem sua relevância e importância no mercado.Disputa eterna entre ABD ,CAU e CREA por competências só no Brasil mesmo.

    • Jenivaldo Esteves, SP

      Érika, por qual razão o arquiteto seria responsável pelo projeto de móveis? Como arquiteta você conhece os diferentes tipos de madeiras, metais e polímeros alem dos processos industriais que podem ser aplicados na construção de um móvel? O Designer de Produtos é o único profissional especializado nisto.
      Seu pensamento “Os designers seriam responsáveis apenas pelo desenho, pela estética ou pelo conceito da mobília, ou pela escolha de elementos de decoração, já que não podem ser responsáveis por parte estrutural” é o motivo que os arquitetos lutavam para se separar do CREA, pois a frase é a mesma que por décadas castigou os arquitetos:
      “Os arquitetos seriam responsáveis apenas pelo desenho, pela estética ou pelo conceito da edificação, ou pela escolha de elementos de decoração, já que não podem ser responsáveis por parte estrutural”.

  56. prezados so preciso saber uma informacao.
    pode se uma arquiteta ser responsavel com uma RRT por um teste de estanqueidade de uma rede de gas canalizado.
    por favor me salvem. preciso saber se a lei permite .

    • Gilberto, por favor entre em contato pelo telefone 0800-883-0113.

    • Nunca! Ou melhor….só após terem instruções de mecânica dos fluídos, fundamentos de física I e II, termologia, química, metrologia, fundição e usinagem.

  57. Sou sindica de um condominio, e gostaria de saber se um proprietário de um apartamento pode ser responsável pela sua obra, mesmo que esta contenha alterações estruturais?

  58. Gostaria de saber se uma RRT de Projeto de reforma, atribui responsabilidade ao profissional sobre a obra realizada ou se para isso é necessário a RRT de execução de reforma?

  59. Olá gostaria de saber quem pode ficar responsável pelo ART de estrutura de box struss (estrutura de ferro que segura a iluminação) colocada em shows? Apenas Engenheiro ou arquiteto também pode assinar?

    Grata.

  60. O Arquiteto pode ser o responsável técnico na montagem de estruturas metálicas de sonorização e iluminação para eventos (shows, teatros, etc.)?

  61. VICTOR ERIVELTON DE SOUZA SILVA, MG

    Olá minha pergunta é o seguinte . sou técnico em edificacões formado pelo cefet quero saber se em concurso de projetos sustentáveis de edificações até o limite estabelecido de 80M² posso participar? Resumindo : posso participar de concurso de projetos de edificações?

  62. Olá pessoal, atualmente sou graduando no curso de Design de interiores e gostaria de saber se posso fazer um mestrado ou especialização em arquitetura e urbanismo para atuar como arquiteto também. Sei que quem se forma em arquitetura e urbanismo pode se especializar em design de interiores e atuar como designer. Então eu quero saber se o contrário funciona!

  63. Augusto de Moraes Valente, SP

    Eu sou Técnico em Edificações e estudante de Arquitetura. Eu discordo dessa resolução e alego ilegalidade. O § 1º do Artigo 4° do Decreto 90922/ 1985 diz:”Os técnicos de 2º grau das áreas de Arquitetura e de Engenharia Civil, na modalidade Edificações, poderão projetar e dirigir edificações de até 80m 2 de área construída, que não constituam conjuntos residenciais, bem como realizar reformas, desde que não impliquem em estruturas de concreto armado ou metálica, e exercer a atividade de desenhista de sua especialidade.”. Portanto, nem o CREA nem o CAU podem tirar essa competência do Técnico em Edificações porque não é da alçada de nenhum deles. Eu não quero arrumar briga com futuros colegas de profissão mas a resolução do CAU é arbitrária e ilegal.

    • CONCORDO PLENAMENTE COM VC AUGUSTO só que 80 METROS QUADRADOS É MUITO POUQUINHO !!! QUEM PROJETA 80 M2 TAMBEM SABE PROJETAR AREAS MAIORES !!! SOU TECNOLOGO COM FORMAÇÃO DE PORTUGAL !!!! E ESTAS GUERRAS JÁ PASSARAM POR LÁ !!!! TEMOS É DE EXIGIR MAIS DIREITOS NA BASE DE NOSSA FORMAÇÃO … E TEMPO DE ACTIVDADE !!!!
      https://www.facebook.com/PLANTAS.MAQUETES/?ref=aymt_homepage_panel

    • Victor Emmanuell Fernandes Apolonio dos Santos, CE

      Na situação em que duas leis conflitam no tempo, como é o caso dessa situação, uma Lei posterior que disciplina matéria de forma mais específica, pode sim revogar tacitamente Lei anterior mesmo em prejuízo desta. É o princípio que no Direito conhecemos por “Lex posterior derogat priori”. E isto, principalmente, se a Lei possui uma amplitude de competências maior, e é deferido a um profissional sabidamente com maior preparo técnico-científico.

  64. E quanto ao dimensionamento estrutural, todo ele em qualquer situação ou proporção ficará restrito a nós engenheiros? Abraços!

  65. Queria saber se é valido um eng. Civil se mostrar arquiteto e eng. No caso ele coloca em seu cartão de visita e publica coisas como se fosse arquiteto e eng. Pode isso?

  66. Uma duvida, Engenheiro quimico,pode analisar projetos arquitetonicos e de esgoto em uma prefeitura?

  67. Sou analista de projetos na prefeitura de minha cidade. 90% dos projetos arquitetônicos apresentados aqui são de engenheiros.

    • infelizmente até a lei de fato entrar em vigor vão se levar mais alguns anos, mas fico feliz pelo passo que demos, eu creio que não vá demorar muito, mas ate lá o que podemos fazer é esperar.
      att

  68. Luciano G. Ferreira, AC

    E aí como vai ficar isso? A resolução está ou não valendo, é lei ou não é? Aqui na minha cidade está tudo normal, as prefeituras estão com medo do CREA abrir processo contra eles e continua recebendo projetos arquitetônicos de engenheiros civis, o CAU não vai fazer nada, está na hora da punição.

  69. Gente, vocês viram o edital do IBGE?? Então espiem uma das funções da vaga para Engenheiro Civil… CAU, vocÊs precisam fazer valer a lei e exigir a abertura de vaga para ARQUITETO a fim de desempenhar essa função.
    Vaga: Engenheiro Civil (final da pag. 35)
    http://netstorage.fgv.br/ibge/Edital_Analista_e_Tecnologista-ibge.pdf

  70. Sempre achei que para ser arquiteto o profissional teria que ter sensibilidade de artista adicionado a saber levantar a obra.Hoje em dia qualquer um pode ser arquiteto porque não se fazem mais obras de arquitetura e sim de engenharia. Obras como o de grandes arquitetos que misturam arte e construção não são mais vistas e sim obras de especulação imobiliária. A arte acabou.

  71. Bom dia, gostaria de ter mais informações sobre o acordo fechado entre o CAU BR e American Institute of Architects (AIA). Na pratica esse acordo realmente favorece aos arquitetos que desejam trabalhar nos Estados Unidos.

  72. José Angelo Frachia, SP

    Bom estou terminando o 8° semestre de arquitetura e urbanismo, gosto muito da área de conforto ambiental, por gentileza, gostaria de saber que tipo de serviços (projetos) um arquiteto pode oferecer para indústrias e ou comércio nesta área de conforto ambiental? Agradeço a colaboração.

    • Uma vez que tal projeto inclua “sistemas de produção de transmissão e de utilização do calor; sistemas de refrigeração e de ar condicionado”, esse projeto caberá aos engenheiros mecânicos, não arquitetos.

      Confira:

      RESOLUçãO CONFEA Nº 218, DE 29 JUN 1973

      Art. 12 – Compete ao ENGENHEIRO MECâNICO ou ao ENGENHEIRO MECâNICO E DE AUTOMóVEIS ou ao ENGENHEIRO MECâNICO E DE ARMAMENTO ou ao ENGENHEIRO DE AUTOMóVEIS ou ao ENGENHEIRO INDUSTRIAL MODALIDADE MECâNICA:

      I – o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a processos mecânicos, máquinas em geral; instalações industriais e mecânicas; equipamentos mecânicos e eletro-mecânicos; veículos automotores; sistemas de produção de transmissão e de utilização do calor; sistemas de refrigeração e de ar condicionado; seus serviços afins e correlatos.

  73. Sou estudante de Arquitetura e Urbanismo, estou no 6º período e tenho uma dúvida: antes de me formar já posso fazer algumas pequenas reformas por conta própria? existem restrições? Se sim, Quais?

  74. Sou Arquiteto e Urbanista com registro na Associação brasileira de Designers de Interiores, minha formação também contempla executar, fiscalizar e projetar edificações. Ainda sendo portador deste registro, para obras de edificações e reforma se faz necessário registro também no CAU da Região?

  75. Olá, boa tarde! Estou com uma dúvida; sou estudante do curso de arquitetura e urbanismo, porém já havia começado a cursar outro curso antes, que pelo qual posso fazer equivalencias de matérias. Minha dúvida é seguinte: se meu processo de equivalência de matérias for aprovado, o CAU me barra de certas funções como arquiteto já formado por não conter no currículo acadêmico certas matérias que foram eliminadas por razão de equivalência?
    Obrigado.

  76. Jefferson Ramos Rissatto, SP

    Boa noite,

    Gostaria de tirar uma dúvida, sou arquiteto e gostaria de saber se posso emitir RRT para um projeto de CFTV ? Até onde me lembro sei que posso. Mas as opções de RRT que aparecem no site do CAU são:

    – 1.5.9 – Projeto de instalações prediais de TV

    – 1.5.11 – Projeto de cabeamento estruturado, automação e lógica em edifícios

    Imagino que seja a primeira opção. Alguém pode tirar essa dúvida ?

  77. Eu só queria saber o porque que o CAU ainda não mandou ofício à respeito de elaboração/execução/etc para as Prefeituras, como havia falado que ia fazer.
    E o mais engraçado, como eu trabalho em Prefeitura eu sei, é que já chegou e-mail do CONFEA para o setor de análise de projetos afirmando que Projeto é atribuição legal de Engenheiro e não chegou NADA do CAU falando a nosso favor. Não estou discutindo aqui sobre as atribuições, que fique claro, mas o que eu fico impressionada é que o CONFEA já agilizou em mandar e-mail pras prefeituras enquanto que o CAU, que seria o mais interessado, não mandou ainda.

    • Clarice, a notificação às Prefeituras está sendo feita pelos CAU/UF, conforme as notícias postadas. Para entrar em contato com o CAU/MG, por favor ligue para (31) 2519-0950.

  78. Ao se ler a lei não diz exclusividade, engenheiros civis, podem várias dessas, se dissesse ai caberia ao Judiciário julgar a constitucionalidade, como o caso da derrubada por ele da lei que impedia ex-atletas serem treinadores, como não diz bastou o judiciário derrubou essa Resolução em favor dos engenheiros civis, cabe mais uma vez lembrar aos Conselhos que resoluções não ter força de lei.

  79. Blenda Costa Cunha, MG

    Sou uma Arquiteta e Urbanista e queria saber sobre projetos de fossa séptica, alguém sabe me informar se para preencher a RRT eu seleciono a opção: Projeto de instalações hidrossanitárias prediais; ? lembrando que o projeto é para uma casa

  80. Nossa estou rindo aqui de ler tanto bobagem kkkkk, Arquiteto estuda para fazer construçoes e não interiores, vocês nem tem essa materia na faculdade, design de interiores não é um siples decorador que combina cortina com tapete, o nome ja diz desenhista(Design) de interiores, somos tecnicos em espaço humano, em conjunto com composição e arte de compor um ambiente, e também aprendemos a fazer reformas internas, para mim arquiteto que se forma para decorar, perdeu seu tempo na faculdade, mas é uma questão de opinião, na Italia exixtem os arquitos de interiores onde na faculdade aprendem essa materia, acho que cada um tem que respeitar a profissão no outro, e para de menosprezar o trablho do design e hoje em dia é esencial para a humanidade.

    • Ludmila Oliveira, MG

      Marisa,

      Me desculpe discordar de você, mas temos a matéria de projetos de interiores em um dos períodos da grade de 5 anos do curso de Arquitetura e Urbanismo. Somos graduados na arte do espaço urbano, e estudamos por longos 5 anos tudo que envolve tais espaços. Desde o primeiro momento em que entramos na faculdade, temos contato com a composição de layouts e ambientação. Creio que seja de direito sim, do arquiteto urbanista, a responsabilidade pelo desenvolvimento do projeto de interiores. O design de interiores é um profissional que deve ser respeitado, como você mesma expõe em seu comentário, e muitas vezes, o mesmo trabalha em conjunto com o arquiteto. Mas você se contrapõe no momento em que critica o arquiteto urbanista, sem se quer conhecer o que é tratado no curso de graduação do mesmo em 5 anos, procure se informar melhor para formar uma opinião consolidada.

    • Arrasou Ludmila! Muito boa sua defesa, nos arquitetos fomos muito bem defendidos. Parabéns!
      Esse ser vivo é tal desinformado quando diz que não estudamos pra isso que tenho até pena! É lamentável um design dizer isso, quer falar de menosprezo mais é o que ela quer fazer com nós também, tendo um curso tão inferior ao nosso!
      Bjs

    • Só de interiores cursei 1 ano inteiro (2 semestres).

    • Cintia Lima,imagina nossa querida colega Candice Olson,lendo seu comentário?Saia do Brasil um pouco ,conheça outros países e outras culturas se ambiente sobre Design,você ficará vislumbrada com a nossa àrea ,olha não estou te criticando .Mas o que mais tenho visto em todos esses anos de escritório ,são arquitetos recém formados pedindo emprego a nós de Interiores.Muitas vezes temos que ensinar sobre iluminação competência que para um arquiteto estudante dessa disciplina por 6 meses,deveria até nos dar aula.Fico triste por tanta empáfia,tanto garbo.Vejo muitos queridos colegas do bem que adorariam iniciar uma obra ,mas se vêm sufocados por construtoras de maciços que contratam um projeto e os multiplicam em centenas ,tirando o pão de cada dia de muitos arquitetos, que para não se verem desempregados se lançam em Interiores sem muita profundidade,erram muito com os clientes ,projetam com pouquíssimo conhecimento, copiam nossos projetos no pai Google,sem ao menos lembrar o que é ergonomia laboral,ciclos circadianos(iluminação).Sou graduada em Design de Interiores,amo o que faço.Formei em Téc.em Edificações pelo CEFET-MG.Abandonei o curso de Engenharia Elétrica considerado por muitos a elite da engenharia(não por mim),porque definitivamente não era meu dom.E ler um comentário desse sobre inferioridade nossa!Penso que você ainda não tem muita maturidade,mas vai ter,vai ser motivo de muito deboche nas obras,mas se for humilde vai aprender.Ainda tenho verdadeiro mestres de obras,pedreiros,marceneiros que são meus professores ainda hoje.De forma alguma considero alguém inferior,se não,não teria a clientela que tenho hoje e os parceiros que adquiri.Abraços e boa sorte no seu futuro como Graduada em Arquitetura.

  81. Sou tecnólogo em sistemas elétricos, pós graduado e engenharia de segurança do trabalho. O CREA me registrou com o titulo de Engenheiro de Segurança do Trabalho e fiquei registrado por três anos e sete meses, depois cancelaram o Titulo.Esta situação gera direito adquirido?

  82. DEIVY AUGUSTO CARON, MT

    Bom dia, sou engenheiro civil e trabalho na área de projetos, gostaria de continuar trabalhando nessa área pois gosto muito. Existe alguma Pós Graduação que me possibilite o cadastro junto ao CAU para que eu possa continuar atuando nessa área? Obrigado

    • Deivy eu sou Engenheiro civil pós graduado em Arquitetura Comercial, porém, conforme todas as orientações e publicações do CREA pode ficar tranquilo que você CONTINUA podendo exercer sua profissão LEGALMENTE (como sempre fez), não precisa de pós para isso.
      Lógico que sugiro sempre uma especialização na área de arquitetura se é nisso que você gosta de trabalhar para o seu aperfeiçoamento, como eu fiz.
      Busque SOMENTE no CREA as informações sobre a legalidade da sua profissão como Engenheiro Civil.

    • No que diz respeito a Arquitetura e Urbanismo tem olhar SEMPRE no CAU Roger !

  83. Boa noite!
    Eu sou Arquiteto e Urbanista, estou montando um escritório com mais um Arquiteto e uma Advogada. Nosso escritório vai ter um Engenheiro Florestal e um Engenheiro Sanitárista prestando serviços.
    Vamos trabalhar elaborando projetos arquitetônicos e os complementares, todos assinados por pessoas qualificadas.
    Minhas perguntas:
    Posso colocar o nome do escritório assim, “aA Consultoria Jurídica e de Engenharia”?
    Ou deveria colocar “aA Consultoria Jurídica e de Arquitetura”??
    A palavra “Engenharia” pode ter a mesma intenção dos serviços de arquitetura?

  84. Boa Tarde, gostaria de saber se um designer de interiores pode assinar um laudo técnico de reforma?
    Sei que um técnico em edificações pode assinar projeto até 80m², gostaria de saber qual a metragem para um Tecnologo de construção de edificios?

    • Prezada Tamara, laudos de reforma só podem ser assinados por arquitetos ou engenheiros.

    • Boa Tarde, você poderá assessorar um arquiteto ou engenheiro na elaboração do laudo, são atribuições do Tecnólogo. Qualquer dúvida entre em contato com o sindicato dos Tecnólogos do estado de São Paulo.

    • CLEITON JOSÉ DE SOUZA, GO

      Prezada Tamara, primeiro você precisa saber que inexiste lei federal que regulamente a atuação do profissional tecnólogo no mercado de trabalho e que devido a isso o sistema hoje constituído, tanto o CONFEA quanto o CAU, apesar de reconhecerem a existência destes profissionais, minoram nossas atribuições ao ponto de que para fazer o que eles delegam aos tecnólogos sequer precisaria de curso técnico de segundo grau, isso devido a inexistência de lei regulamentadora, ver em: https://drive.google.com/drive/folders/0B7kgjrBYbrSxZVVueW1oRXRkV28, e não se iluda com a possibilidade de o PL 2245/2007 ser aprovado, pois ele está manipulado com engodo do CONFEA. Mais informações em meu facebook: https://www.facebook.com/csouzagyn

    • FABIANO DIAS ALVES, SP

      Sim tamara Um Tecnólogo pode assinar Laudos,
      RESOLUÇÃO Nº 313, do CONFEA DE 26 DE SETEMBRO DE 1986

      Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, e dá outras providências.

      O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA (CONFEA), no uso da atribuição que lhe confere a letra “f” do Art. 27 da Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, CONSIDERANDO que, pelo Art. 23 da Lei nº 5.540/68, permitiu-se a criação de cursos superiores de curta duração visando ao exercício de atividades em áreas regulamentadas e fiscalizadas pelos Conselhos de Engenharia, Arquitetura e Agronomia;

      CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar o exercício profissional dos Tecnólogos dessas áreas, sem o que a eles ficaria vedado o desempenho profissional, RESOLVE:

      Art. 1º – Os Tecnólogos, egressos de cursos de 3º Grau cujos currículos fixados pelo Conselho Federal de Educação forem dirigidos ao exercício de atividades nas áreas abrangidas pela Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, terão os seus registros e atribuições regulados por esta Resolução;

      Art. 2º – É assegurado o exercício da profissão de Tecnólogo a que se refere o Art. 1º:

      a) aos que possuam, devidamente registrado, diploma de nível superior expedido pela conclusão de curso reconhecido pelo Conselho Federal de Educação;
      b) aos que possuam, devidamente revalidado e registrado no País, diploma de instituição estrangeira de ensino técnico superior, bem como aos que tenham exercício profissional, no País, amparado por convênios internacionais.

      Art. 3º – As atribuições dos Tecnólogos, em suas diversas modalidades, para efeito do exercício profissional, e da sua fiscalização, respeitados os limites de sua formação, consistem em:

      1) elaboração de orçamento;
      2) padronização, mensuração e controle de qualidade;
      3) condução de trabalho técnico;
      4) condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;
      5) execução de instalação, montagem e reparo;
      6) operação e manutenção de equipamento e instalação;
      7) execução de desenho técnico.
      …..
      Art. 4º – Quando enquadradas, exclusivamente, no desempenho das atividades referidas no Art. 3º e seu parágrafo único, poderão os Tecnólogos exercer as seguintes atividades:

      1) vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;

      2) desempenho de cargo e função técnica;
      3) ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica,
      extensão.

  85. aqui no meu estado tem poucos fiscais de obras, eu como arquiteto posso notifica uma obra sem projeto?

    • Sr Jorge,

      Isto é uma função do fiscal.(Toda prefeitura recebe verba para o cargo)

      Sou Eng Civil e vejo que não compete a nós tal função.

      Temos que garantir nossos projetos

    • Olá Jorge, segundo o Código de Ética e Disciplina para Arquitetos e Urbanistas, é dever do Arquiteto denunciar qualquer irregularidade que seja de seu conhecimento. Você não “notifica”, você denuncia junto ao Cau/AC.

      “4.2.6. O arquiteto e urbanista deve denunciar fato de seu conhecimento que transgrida a ética profissional e as obrigações deste Código”

  86. Desenhista Técnico tem registro no CAU para realizar projetos de até 80 m² ?

    • Prezado Renato,

      O Conselho registra exclusivamente arquitetos e urbanistas graduados, conforme previsto na Lei federal nº 12.378, de 2010, que regulamenta a profissão. Esclarecemos que o desenhista é um profissional de nível médio – cuja profissão não é regulamentada por lei. Dessa forma, só quem pode realizar um projeto de Arquitetura e Urbanismo – não importa qual seja o tamanho – e se responsabilizar por ele é um arquiteto e urbanista graduado e com registro ativo no CAU. Os desenhistas técnicos não podem realizar tal atividade, sob pena de exercício ilegal da profissão.

    • Bem, o CAU diz que não. mas o CREA diz que sim. Isso vai depender das matérias que você fez no curso. o seu registro é feito no Confea/CREA.

      Tec em Edificações por exemplo, podem sim fazer projetos de até 80m² e inclusive reformas não tem limite desde que não mexa em estrutura de concreto e metálica.

      agora é uma pena o CAU não registrar os Técnicos de nível médio.

  87. Girney Alencar de Souza, MT

    Boa tarde não um comentário realmente e ajuda,sei que para cada m2 são 25 tijolos.Minha construção será de 80m2,gostaria de saber:
    -quantos tilos
    -cimento
    -telhão
    -viga
    -triliça
    -forro (pvc)
    -cerâmica
    -fios para estalão
    -pregos
    Obrigada

  88. Por quanto tempo somos responsáveis por uma obra, se o cliente parar a obra quais providências podemos tomar?

    • Prezada Alessandra, depende de quanto de quais atividades regitradas vc finalizou. O correto pé dar baixa nos RRTs finalizados e cancelar os que não foram realizados. Para saber mais, entre em contato pelo 0800-883-0113.

  89. Os cartórios de registro de imóveis estão exigindo, no momento da averbaçao, ART e RRT para uma casa simples, de padrão médio. Isso é correto? Não seria a ART ou a RRT? Outra informação, um engenheiro pode emitir a RRT? Grato. Lúcio.

    • É correto ART do engenheiro para projeto de engenharia, e RRT de arquiteto p projeto de Arquitetura. Engenheiro não pode mais fazer projeto de arquitetura, aliás, decisão super tardia.

    • Interessante é que, os cartórios tratam de parcelamento do solo “Urbano” , mas não têm urbanistas no quadro de funcionários e responsáveis(!), apenas advogados e técnicos !

  90. gostaria de saber se existe uma relaccao mutua de engenheiro civil e arquiteto? qual e a area de actuacao do engenheiro civil

  91. Boa Tarde..
    estou estudando para arquitetura e tenho um trabalho a apresentar..
    sobre cabeamento estruturado.automacao e lógica em edifício..podem me ajudar..
    obrigada

  92. EDMILSON FERREIRA SORIANO, SP

    Boa Tarde, por favor sou tecnico em edificações, filiado ao CREA SP, assino os projetos de stands de feiras e eventos. gostaria de saber se tbm posso ser filiado ao CAU, sabendo-se que pelo CAU eu poderia assinar RRT que segundo me informaram é aceito em todo territorio nacional sem que seja preciso estar filiado ao estado qm que haja o evento, diferente das ARTs que so tem validade se forem emitidas por profissional da cidade local do evento

    • Edimilson é só você pedir Visto no estado que quer assinar a ART, entre no site do CREA no estado que quer e veja os doc’s necessários.

  93. Boa tarde! Sou estudante de Arquitetura e Urbanismo e tenho uma dúvida. Um arquiteto pode ser responsável pela obra sem o Engenheiro? E sim, até quantos m²?

  94. Denise Reis Amorim, MA

    Boa noite senhores, li alguns comentários, confesso que achei engraçado essa rivalidade entre profissionais da engenharia civil e os arquitetos. Mas como técnica em edificações gostaria de confirmação se esta legislação atinge também a nós, haja vista que podemos projetar e executar projetos de edificações?,limitados é claro pelos 80m².
    Aguardo esclarecimento.

    • Prezada Denise, essa atribuição do técnico de edificações é definida por lei federal, que permite sim ao profissional projetar e executar projetos de até 80m2.

    • Também sou técnico em edificações, e também tenho outra dúvida – segundo a Ementa (DPL-2008-0302) do CONFEA, o técnico em Edificações também não tem limites no que diz respeito a area de reformas – DESDE QUE NÃO UTILIZE CONCRETO ARMADO ATÉ 80MS e também não tem limite em relação ao desenho arquitetônico. Confere?

  95. Ei e nós técnicos em edificações com nosso 80m². Poxa os Arquitetos não deixaram nada.

    • Prezados
      Sou técnico formado em 1970. Meu trabalho final para colação de grau foi um prédio residencial de 04 andares sobre pilotis completo e englobava.
      Arquitetura,topografia, estrutura, instalações elétricas, hidrossanitárias, gás, telefonia, listagem de materiais e orçamento.
      Atuo no ramos desde então em diversas áreas da engenharia com um currículm extenso que vai desde hidrelétricas, data centers, grandes prédios administrativos e residenciais, hospitais,saneamento, etc.
      Todos galgados nas experiências adquiridas ao longo da carreira e com muito estudo e pesquisa, alem de vários cursos de especialização, e não foram poucas as vezes que vários engenheiros e arquitetos me consultaram e ainda continuam para desenvolvimento dos seus trabalhos.
      No Art.3º inc. 5. Relata
      “Responsabilizar-se pela elaboração e execução de projetos compatíveis com a respectiva formação profissional”
      No caso a formação profissional é muito ampla e depende da dedicação e competência de cada profissional.
      Não são poucos os profissionais práticos detentores de notórias especializações que se destacam em suas carreiras e torna-se grandes empreendedores.

    • A resposta ao meu comentário de 25/06/2014 e ainda como Técnico Industrial em Edificações posso me filiar ao CAO

  96. Prezados,

    Sou arquiteto e urbanista e engenheiro civil, portanto, tais discussões são incabíveis. Não vou comentar o que eu posso ou não posso fazer em relação às duas profissões porque sou habilitado a tudo o que as mesmas possam oferecer. Por que ao invés de ficarem questionando um e outro, não cursam as duas graduações e deixem de bobagens.

    • estou na duvida entre arquitetura e urbanismo e engenharia civil, gostaria de fazer as duas mas falta a grana, gostaria de pedir sua opinião sobre qual é a melhor para mim fazer e em que área posso atuar, com essas graduações! Obg!

    • Carlos, achei ótimo seu comentário, acho que as duas profissões são de suma importância e ainda mais se andarem juntas, uma estuda mais cálculo e estrutura, a outra estuda mais elaboração de projetos, mas uma acaba dependendo da outra por isso achei seu comentário excelente!!!!
      Estuda os dois!!

  97. Effeh Benjamin Klain, RJ

    Muito bom, decisão correta do CAU, e quanto aos Engenheiros e aos “advogados” deveriam saber que é possível sim que novas leis e decretos anulem ou suspendam direitos anteriormente previstos, é perfeitamente legal tais mudanças. Pode ser que haja questionamentos jurídicos, mas já há direcionamento entre o meio jurídico para que essas medidas sejam cumpridas. Ou seja, senhores engenheiros… lei é lei e deverão cumprir as mesmas, ou se preferirem… façam exercício ilegal da profissão e paguem para ver.

    • MEU Deus , que isso, estão Afirmando que Arquiteto tem mais qualificação que um engenheiro civil, em projetos, e execução de engenharia e arquitetura, FALA SERIO, “UM ARQUITETO EM RELAÇÃO A UM ENGENHEIRO, E O MESMO QUE COMPARAR, UM TÉCNICO EM CONSTRUÇÃO AO UM ARQUITETO” TAMANHA É A DIFERENÇA DE FORMAÇÃO, SÓ PRA LEMBRAR, DA HISTORIA DA ENGENHARIA, NO PRINCIPIO OS PRIMEIROS ENGENHEIROS ERAM MILITARES, COM O PASSAR DOS ANOS SURGIU O ENTÃO E TÃO CONSAGRADO ENG. CIVIL, QUE ERA UM CIDADÃO NÃO MILITAR, E A ELE ERA CONFERIDA TODOS OS PROJETOS NO HABITO DA LEI NO,MUNDO TODO, A ENGENHARIA CIVIL E A MAIS COMPLETA FORMAÇÃO ACADÊMICA,E A MAIS ANTIGA PROFISSÃO REGULAMENTADA DO MUNDO, EM DESTINTOS SEGUIMENTO, O ENGENHEIRO CIVIL TEM QUALIFICAÇÃO
      PRA ATUAR EM ENERGIA,MECÂNICA,QUÍMICA,AMBIENTAL,CIVIL,ARQUITETÔNICA,
      NAVAL, E ONDE SE FIZER NECESSÁRIO O EMPREGO DE UM PROFISSIONAL QUALIFICADO, AGORA VEM O CAU AFIRMANDO QUE O ARQUITETO E UM PROFISSIONAL MAIS QUALIFICADO, SÓ NÃO ME FAÇA RIR, SOU ESTUDANTE DE ENGENHARIA CIVIL E TENHO MUITO CONHECIMENTO QUE NEM UM ARQUITETO FORMADO PODE ME CONFERIR, TENHO PROF. ARQUITETOS ATÉ MAIS OU MENOS, QUE ADORAM DESENHA NA MÃO, MAS FAZER O QUE AQUI É O BRASIL,ONDE TUDO É ATRASADO, SE O VIVENTE SE BASEAR PELAS UNIVERSIDADES COMO A MAIORIA FAZEM, FICAM NESSA DE FICAR CONCORRENDO, QUEM É MELHOR NISSO E AQUILO, VOU TE DIZER O ARQUITETO É BOM EM DESENHO A MÃO, UM ARQUITETO NÃO PASSA DE UM PROJETISTA, PRA MIM OS DOIS SÃO A MESMA COISA, ENTÃO NÃO DESMEREÇAM AS PROFISSÕES, VCS CONSEGUIRAM APENAS AGORA EM 2010 REGULAMENTAR A PROFISSÃO, QUE ANTES ERA COMPARTILHADA COM A ENG. ASSIM COMO HOJE OS PROJETISTAS QUE NA MAIORIA SÃO MELHORES EM DESENHO QUE MUITOS ARQUITETOS, PODEM CONSEGUIR REGULAMENTAR SUA PROFISSÃO, NÃO DESMEREÇO NEM UM ARQUITETO, MAS COMPARAR COM UM ENG. JÁ É O CUMULO DA HIPOCRISIA. SÓ TENHO UMA COISA PRA DIZER, ARQUITETO SEMPRE VAI DEPENDER DE UM ENGENHEIRO CIVIL, PRA SUA OBRA CONTINUAR EM PÉ, DEVEMOS E TRABALHAR UNIDOS. NEM UM ENG. VAI DEIXAR DE INDICAR AS PEQUENAS OBRAS PRA VCS, POIS O NOSSO INTUITO E GRANDE OBRAS E NÃO 50 70 80 M2, DEMOS ESSA PRA VCS KKKK

    • Acho realmente que MURIAL não tem a menor noção do que é arquitetura. Criança inocente, a maioria das pessoas que passam 5 anos na faculdade estudando arquitetura, se formam se saber o mínimo de arquitetura. Vocês que tem algumas noções acham que estão qualificados para atuar plenamente num outra profissão que não é a sua? Não precisa saber muito de arquitetura para saber que seu pensamento esta imaturo, mas é evidente que seu conhecimento de arquitetura esta centenas de vezes aquém do que um arquiteto pleno precisaria ter só pela rasura de seus comentários.

    • Concordo plenamente Raul, foram tantas afirmações infundadas que até perdi a conta, sem contar que a questão não era falar que um arquiteto é mais qualificado que um engenheiro (de maneira geral), só na área de projetos arquitetônicos. Murial não conhece nem as diretrizes curriculares co curso dele, pra poder falar isso… o que dirá entender o que é arquitetura, e de nossas competências.

  98. Eu sou Designer de Interiores trabalho num escritorio de arquitetura e minha chefe não faz os projetos ela me passa eu faço tudo que dizer ela ganha todo credito sem fazer nada.

    • POIS É, ESQUECERAM QUE DESIGN DE INTERIORES EXISTE OU APROVEITOU QUE NÃO TEMOS UM CONSELHO?

    • CAU APROVEITOU DA ÁREA DE DESIGN DE INTERIORES NÃO TEM CONSELHO QUE NOS PROTEJA, SÓ TEM ASSOCIAÇÕES MISTAS EM QUAIS AS DIREÇÕES ENTÃO NA MÃOS DE ARQUITETOS. ESSA RESOLUÇÃO INCONSTITUCIONAL.

    • Você não é impedida de escolher o tecido da cortina ou o modelo dos móveis no ambiente. O que a resolução faz é proteger o exercício do ofício dos arquitetos. Cada um deve saber respeitar o espaço do outro. Quer fazer projeto de arquitetura? Curse uma faculdade de arquitetura e seja uma arquiteta.

    • De onde vocês acham que o Design de Interiores e o Engenheiro surgiram? Da arquitetura. Quantos anos tem a profissão de vocês? Vocês surgiram do nada? Não, vocês são frutos da arquitetura. É como se técnicos em enfermagem quisessem ocupar o lugar dos enfermeiros, sem lembrar de onde surgiram. É como se técnicos em edificações quisessem ocupar o lugar de engenheiros ou arquitetos. Cada um com sua função! Se você não sabe realmente qual a sua, vá estudar de novo ou pergunte pra profissão que gerou vocês!

    • Não ta feliz peça as contas. Você a esta criticando, mas quem da condições dela te explorar que não vc mesma?

  99. O meu escritório é formado por Arquitetos e Engenheiros e trabalhamos com Segurança Contra Incêndio.Em relação a atribuição posso afirmar que o CREA retira elas sim, pois o meu Engenheiro Civil apesar de ter cursado elétrica de baixa tensão a sua ART não é mais aceita pelo Corpo de Bombeiro devido a resposta de um Oficio enviado ao CREA onde deixou claro que esta atribuição é do Engenheiro Eletricista. O CAU pelo contrario mandou 2 Ofícios ao Corpo de Bombeiro comprovando que o Arquiteto pode assinar, pois possuí está disciplina no curso.

    • José Fernando Batista Arantes, SP

      E o CREA deveria confirmar que somente os Eng. Eletricistas podem de fato serem os responsáveis por esta atividade, combatendo esta aberração proporcionada pelo CAU. Mas como o Crea é inútil, não faz nada ou pior, capaz de aceitar desde que Eng. Civis também possam. É mais fácil avacalhar de vez colocando as pessoas em risco com acidentes em instalações elétricas.

      Eng. Eletricista

    • No meu estado o Engenheiro Civil pode sim assinar projetos de incêndio desde q o mesmo tenha especialização em segurança do trabalho!

  100. Primeiramente gostaria de parabenizar o CAU pela iniciativa de dar uma condição mais justa para os profissionais de AU, tendo em vista que todas as profissões são independentes umas das outras e cada qual deve ter seu conselho exclusivo, podemos citar a OAB e CRM como bons exemplos disto. Os profissionais na área de engenharia já tem uma enorme parcela de áreas que podem atuar com exclusividade, não entendo qual é o motivo de estarem reclamando das atribuições exclusivas que o CAU definiu. Vários curso tem alguma disciplina na área jurídica, e nem por isso as pessoas podem sair por ai advogando.

  101. A “Engenheirada” eskecem que os arquitetos assim comos os agrimensores e as “tias” são as profissões mais antigas do mundo ? Que engenheiro só era militar e naval e depois do anos de 1900 e bolinha passou a ser CIVIL ??? Estão vendo como a necessidade de estudar HISTORIA DA ARTE E DE ARQUITETURA, além de estrutura e o escambal é importante ??? Como dizem, agora somos CAU e eles continaum e sempre serão do CONCRETO !!!

  102. Apenas para encerrar meu breve comentário anterior… Todas estas discussões com certeza serão sanadas no Superior Tribunal Federal, ou seja, mais uma vez o Direito é quem irá se manifestar e declarar o que é de quem e quem fará o que… Meu conselho à CAU, ao CREA e a ABD é o famoso ditado jurídico “Melhor um bom acordo do que uma ótima briga”…Sejam todos justos, coerentes e trabalhem em harmonia (como muitos já o fazem)para que os profissionais e Brasil possam crescer…

    • Ironildo Rodrigues, SP

      Perfeito o seu comentário Marcio.
      A verdade é que cada um deveria fazer oque sabe e domina independente da formação. Mesmo porque tem prédios caindo por conta de imperícia de Engenheiros e de Arquitetos sem experiencia.
      Dominar a profissão é essencial, minha formação é em AU e não vejo problemas em dividir o bolo com Engenheiros para calculo estrutural e ou dimensionamento elétrico e hidráulico, desde que cada um na sua as parcerias são inevitáveis.
      Bom para mim, para o parceiro e principalmente para o cliente que terá o melhor de cada profissional.
      Um abraço a todos

  103. Importante decisão do Conselho criando esses limites que quase ninguém conhecia. Nem eu mesmo como profissional formado em arquitetura e urbanismo.
    Tenho uma questão para o CAU: justamente no período do meu curso foi retirada a obrigatoriedade do ensino de iluminação ao estudante de arquitetura. Pela atual decisão do CAU, a parte de iluminação torna-se responsabilidade do arquiteto. Nesse caso, qual a posição/orientação do Conselho para esses profissionais e como o CAU irá auxiliar/orientar na reorganização dos currículos universitários?

    • Quando eu estudei, iluminação era obrigatória…portanto, educação continuada não faz mal a ninguém…vamos à luta e cobrir os défcites`.

    • Há diferenças entre um projeto luminotécnico e um projeto elétrico. Como arquiteto vc pode criar um projeto q demonstra os locais e tipos de luz a serem instaladas, mas no q se refere ao sistema de alimentação dessas luzes o correto é o projeto de um engenheiro elétrico.

  104. Parabéns ao CAU!
    Espero que esta nova lei seja colocada em pratica e seja respeitada e não apareça nenhum advogado representando algum sindicato de engenheiros querendo derrubar esta lei, pois estamos cansados de ver as aberrações projetadas por profissionais que não possuem competência e tão pouco formação tecnica para exercer-las e roubando nosso espaço e emprego.

  105. Andressa Lorenzon, PR

    O CREA-PR esclarece que as atribuições dos Engenheiros estão estabelecidas na Lei Federal n.º 5.194/66 em seu Artigo 7.º , e que de acordo com os princípios jurídicos vigentes no País, nenhuma norma inferior, como é o exemplo de Resoluções, pode alterar aquilo que está disposto em Lei.

    Será que os arquitetos tem Fundamentos Jurídicos no currículo? Pois deveriam saber disso!

    • Graziela Magalhães, MG

      Como uma discípula de Niemeyer, formada em Arquitetura e Urbanismo em Brasília!O que está disposto em lei,é mais que o necessário para provar que o ENGENHEIRO CIVIL, e que de acordo com os princípios jurídicos vigentes no país,nenhuma norma inferior, como é o exemplo de Resoluções, pode alterar aquilo que está disposto em lei!
      O que nos sabemos, é que projetamos edificações como, Hospitais, Escolas, Creches, chopins, e tudo aquilo que se torna arte, quando bem executado!
      E….que na maioria das vezes não sabemos quem é o ENGENHEIRO, mais sim o ARQUITETO E URBANISTA.
      Mas no currículo de ENGENHARIA, deve ter fundamentos jurídicos, pra projetar Projetos Arquitetônicos para essas edificações!

    • Que tal ler a lei federal 12.378 de 2010, estará respondida a sua pergunta…

    • A Andressa foi la e citou a lei, só esqueceu de ler:

      a) desempenho de cargos, funções e comissões em entidades estatais, paraestatais, autárquicas, de economia mista e privada;

      b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária;

      c) estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, perícias, pareceres e divulgação técnica;

      d) ensino, pesquisas, experimentação e ensaios;

      e) fiscalização de obras e serviços técnicos;

      f) direção de obras e serviços técnicos;

      g) execução de obras e serviços técnicos;

      h) produção técnica especializada, industrial ou agro-pecuária.

      não ha atribuição para projeto arquitetônico.
      o da arquitetura ta aqui:
      habilidades necessárias para conceber projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo e para realizar construções, considerando os fatores de custo, de durabilidade, de manutenção e de especificações, bem como os regulamentos legais, de modo a satisfazer as exigências culturais, econômicas, estéticas, técnicas, ambientais e de acessibilidade dos usuários;

  106. São tantos comentários divergentes que nem sei por onde começar.

    Existem bons e maus profissionais em todas as áreas.
    Eu como Arquiteto e Urbanista, já projetei quase tudo que podia e que era da minha atribuição; fora o projeto de arquitetura já projetei desde projeto elétrico, hidro-sanitário, estrutural, loteamentos, além de ser R.T de alguns edifícios de mais de 15 pavimentos e casas. Nunca cheguei perto de estradas e pontes porque que não são da minha atribuição mas por curiosidade sei do funcionamento estrutural de algumas, não a nível de projeto, mas a nível de funcionamento estrutural e conhecimento.
    Dependendo do projeto e da complexidade dele, é claro que um engenheiro sem formação em arquitetura passará por dificuldades tremendas e provavelmente fará algo errado, assim como há arquitetos que também o farão, e esses maus profissionais não são poucos, e eu já cansei de ver isso acontecer em ambas as áreas. Quando a coisa aperta, o mau profissional se dá mal ao atuar em área que não é de sua especialidade.

    Já cansei de resolver problemas estruturais para engenheiros, inclusive para os BONS engenheiros, até hoje pego falhas de projeto estruturais e tenho que mandar corrigir, nesse ponto são raros os engenheiros que preservam a arquitetura em detrimento e usando todos os recursos que o cálculo oferece. Me impressiona em vários casos os superdimensionamento das estruturas, e o desconhecimento de como aplicar projetos na obra por parte dos projetistas, inclusive meus colegas arquitetos que não dão solução para vários problemas de projetos, como shafts, prumadas de esgoto ou espessura de paredes ridículas que abrigam passagens de canos e eletricidade, e que acham que esses problemas devem ser solucionados na execução e por quem executa.

    Eu sinceramente não sei se essa resolução vai mudar algo para melhor ou vai piorar o mercado de nossas atividades.Sei que as profissões são irmãs e interdependentes, e convenhamos, projetar complementares de casas é mamão com açúcar, assim como um engenheiro projetar uma casa. Deviam estabelecer limites de metragem quadrada para tal.

    Quem quer uma arquitetura personalizada sem ser “Kitsch” não irá procurar um engenheiro sem formação e com conhecimento de arte e história. Assim como quem quiser um cálculo estrutural complexo não irá procurar um Arquiteto que mal sabe somar uma área. No Brasil será dificílimo separar o que é de cada área e o que pode ou não ser feito por cada um.

    • Quem quer uma arquitetura personalizada sem ser “Kitsch” não irá procurar um engenheiro sem formação e com conhecimento de arte e história. Assim como quem quiser um cálculo estrutural complexo não irá procurar um Arquiteto que mal sabe somar uma área.

      Disse tudo nestas palavras!

    • Cleiton, muito legal suas colocações…
      Essa briga toda pra querer fazer tudo é inútil, como dito, são profissões complementares…
      Se cada um fizer sua parte bem feita tem trabalho para todo mundo!

    • Exatamente o que o Cleiton disse.
      Em vez de trabalharem em conjunto, vão ficar dividindo tudo. Quem manda no final é o cliente!
      Se ele achar que deve ter uma arquitetura diferenciada, vai procurar o Arquiteto do nível.
      E se for coisa “simples”? porque o Técnico em Edificações pode assinar 80m2 e o Engenheiro não? Afinal tem muito técnico que da de 10 x 0 engenheiros e arquitetos.
      Trabalhos realizados pelos alunos nos cursos técnicos são muito superiores que muitas faculdades pelo Brasil, além de incentivarem em projetos inovadores como INOVA SENAI.

    • Lindo pensar “cada um na sua”, concordo, porém não funciona. Conheço muitos engenheiros que fazem projeto arquitetônico, e ganham mercado pois cobram um valor inferior, fazem DESENHOS indignos de serem chamados de projeto arquitetônico, afinal, o que o engenheiro sabe de projeto arquitetônico? aprender a desenhar no autocad não é aprender a projetar. simples ou complexo o projeto, o engenheiro não tem o menor parâmetro curricular para concebê-lo, arquitetura não é só obras monumentais, é funcionalidade, ergonomia, conforto térmico e acústico, além de muitas outras coisas que as nossas disciplinas nos ensinam. Ou será que só grandes obras tem direito a um projeto arquitetônico de qualidade?

  107. Ricardo, SC
    “Galpão pré-moldado” só é chamado assim por que é exatamente essa a opção que os engenheiros tem oferecido à sociedade nesses últimos anos.
    Está tão impregnado no nosso dia-a-dia que a própria sociedade passou a crer que é somente isso o que pode ser construído em se tratando de pequenas indústrias ou depósitos. Por isso que quando alguém quer construir uma pequena/média indústria, a pessoa vai primeiro negociar o preço com o dono da construtora (que muitas vezes é engenheiro) e a própria construtora se compromete a fornecer o “projeto” do galpão a troco da obra.

  108. ja q vc é todo malandrão, passa ai o endereço da obra pra nóis tmb

  109. AH, E MAIS UMA: É TÃO GRANDE ASSIM O MEDO DE COMPETIR COM ENGENHEIROS, A PONTO DE QUERER PROIBIR-NOS DE FAZER O QUE SABEMOS FAZER?

    • Nós não competimos com engenheiros, não nos rebaixamos a isso. Apenas os colocamos no seu devido lugar. Quando o correto sobre projetos arquitetônicos prevalecer, os engenheiros parasitas procurarão uma nova área para se infiltrar. Se cuida, Design!

    • Seu comentário é sem sentido não acha? Veja, existem áreas que estudam coisas parecidas com direto, ou medicina. E que estudam uma disciplina ou outra destas áreas. Isto dá a eles plenas condições de atuar medicando ou advogando? Por que com arquitetura seria diferente…. Arquitetura=arquiteto, medicina=medico, advocacia=advogado. Não precisa pensar muito para entender isto.

  110. A relação entre arquitetos e engenheiros são complementares.
    Valorizo muito todos os engenheiros com os quais trabalho e procuro sempre aprender com eles para melhorar o meu projeto. Infelizmente, temos engenheiros que acreditam que o arquiteto é uma figura dispensável no projeto/obra. Não é. Temos funções que devem ser sincronizadas, o bate-bola entre parceiros é que faz um projeto crescer. Da mesma forma que respeito o profissional-engenheiro, quero e devo ser respeitada com profissional-arquiteta. Não me aventuro a desenvolver projetos eletricos, hidraulicos, estruturais porque para isso existem profissionais mais experientes e capacitados. Então respeitem a função mais essencial de um arquiteto, projetar o espaço.
    Atualmente todo mundo acha que pode ser arquiteto, isso não é uma exclusividade dos engenheiros. Já vi muita gente abrir mão de contratar um arquiteto porque é caro e chamar um encarregado com sua “equipe de obra” para executar uma obra sem projeto. O resultado é uma obra cara, sem planejamento, sem garantia, sem responsabilidade técnica (e frequentemente sem final feliz).
    Quanto aos Decoradores/ Designers & Cia: Já ouvi muita gente que fez 2 periodos de arquitetura, 3 meses de curso de decoração, etc, se autointitulando arquiteto. Isso se chama falsidade ideológica. Em uma situação específica, em que corrigi a pessoa, ela falou que era apta a fazer tudo o que eu fazia. Na realidade é o inverso, nós, arquitetos, é que podemos realizar as funçoes de interiores.
    Em função de profissionais deste porte é que estamos com o mercado de interiores totalmente desvalorizado. É usual não cobrarem pelo projeto para ganharem com a RT. Eu não ganho a RT. Eu vendo a minha capacidade intelectual de desenvolver um projeto técnico de qualidade. E já perdi trabalhos para “colegas” que não entendem o valor que o “desenhinho do projetinho” tem. Sei que existem excelentes profissionais na área, mas eles precisam restringir a área de atuação a competencia que lhes cabe.

    • concordo com vc!!!

    • Graziela Magalhães, MG

      Oi Amiga!
      Muito triste pelo seu depoimento!
      Sou arquiteta e urbanista, formada em Brasilia e discípula de Niemeyer e Lúcio Costa! Lutei pra não projetar “desenhinhos” Hoje tenho um escritório de Arquitetura, e chamei uma amiga engenheira pra ser sócia! Não existe uma engenharia sem uma arquitetura!….
      desenhinhos!!!…isso é pra perspectiva da faculdade!
      Faça um curso de Projeto Executivo, e depois me manda uma msg! bjo

    • ENEIDA JANICE FERNANDES, PR

      Ola Cristina, bom dia.
      Seu comentário é esclarecedor; aliás, trocando poucas palavras é assim que me expresso quando me questionam sobre o assunto.
      Cada um tem sua função, e a junção delas é o ideal.

      Um abraço

    • parabéns pelo comentário, o melhor que li aqui.

  111. Na Europa (Espanha, França, Alemanha, como exemplo) as primeiras etapas de anteprojeto e projeto preliminar somente arquitetos e empreendedores fazem reuniões para tomada de decisões. Numa terceira ou quarta etapa é que começam a participar (e mais ouvir do que falar) engenheiros e técnicos. Por que isto ? PORQUE É O CORRETO. NÃO EXISTE OUTRA MANEIRA DE SE PROJETAR DE OUTRA FORMA, NESTE PLANETA (A NÃO SER EM PAISECOS DE 3° MUNDO). Existe uma outra solução adotada nos EUA mas, engenheiros teriam que competir com Técnicos em Edificação com Diploma, porém jamais contra Arquitetos. Tenho Dito.

    • Joao Freire.
      Aqui no Brasil são arquitetos que projetam as obras grandes. Nunca trabalhei em uma obra (de médio para grande porte) que foi um engenheiro ou outro profissional que projetou a obra.
      E não concordo com você quando diz que apenas arquitetos e empreendedores devem tomar as primeiras decisões (como países citados por você), você acha que custo, planejamento, métodos construtivos não são importantes para o empreendedor?
      E comparar engenheiro com técnico??por favor né.
      E talvez ai no RS engenheiro possam competir com arquitetos, aqui no pr não, sempre trabalhamos juntos…

    • Mentira. Engenheiros competem com arquitetos sim, aqui no PR!

      E João Freire está correto. anteprojeto e preliminar o arquiteto pode sim trabalhar sem o engenheiro, pois custo, planejamento e métodos construtivos são depois das ideias. Vá estudar arquitetura e depois venha falar do método de projetar arquitetonicamente.

  112. Só para Por mais Lenha!!!

    Engenheiros Não se cansam de dizer ! “Estudamos muito calculo” sim é Verdade ! estudaram !

    Mas querem Fazer Acreditar que em Toda OBRA tem muitos calculos Sofisticados; que isso é muito dificil!

    Se Fosse Possivel Postaria AQUI uma tabela que os engenheros usam em TODAS AS OBRAS, com medidas indicasda para cada carga de peso, e outra para diser o peso dos materiais!!!

    2+2=4 !!! Calculo de estrutura, calcular para que!! se tudo nessa vida já foi CALCULADO ! Vai-lá e COPIA !

    Me mostre um Projeto Tão inovador que não Caiba na TABELINHA!
    Me mostre UMA viga que nunca se tenha Usado ! Ctrl+C !!!!

    Empresta A “TABELINHA” para os Arquitetos !!! e deixem a Criatividade para quem se sair Melhor!!!

    Abraço a Todos!!! do CONFEA e do CAU/Br…

    • Perfeito!

    • Juvenal, você é espetacular. A sua humildade me espanta. Espero que continue assim e projete todas as suas obras com essa “tabelinha” mágica, mas, por favor, faça também a ART e assuma a responsabilidade pelos seus atos, ok?

  113. Cristina Pacheco Bernardes, AL

    Acredito que o principal papel, tanto do arquiteto, quanto do engenheiro, é proporcionar uma obra de qualidade, condizentes com as necessidades de nossos clientes/sociedade. Assim sendo, não vejo o por quê de tanta exaltação destas profissões, já que as coisas funcionam muito bem quando o conhecimento de ambos são colocados em prática. É possível afirmarmos que nos dois lados há restrições e limites. Trabalhar com essas adequações é que proporciona a sociedade uma arquitetura/engenharia que aderem tanto ao funcionalismo quanto á estética. Fragmentar tais responsabilidades é interessante na lei, porém me pergunto, até que ponto essa fragmentação induz na prática e na arrogância de ambas as profissões? onde entra a preocupação com o principal intuito dos dois lados que é a prestação de serviço para a sociedade? Em vez de cunharmos conceitos e decidirmos quem e mais “fodão” ou não, deveríamos nos preocupar com as obras que estão sendo colocadas em práticas, tanto vindas de engenheiros quanto de arquitetos, onde se esquecem do que é apreendido nas universidades e compreendido com a experiência e praticam verdadeiras caixas de sapatos sem conforto térmico, com vigas que suportariam um prédio de 5 andares, destinado a uma casa de meio terreno.

  114. Deixemos a parte de arquitetura, urbanismo, interiores e outras atividades da resolução 51 para os arquitetos e as demais para os engenheiros. Simples assim, agora, se souber que algum arquiteto esta se responsabilizando por projeto e execuçao de estrutura de concreto armado (meu ramo de atividade) entro na justiça por exercício ilegal da profissão.

    • Meu Caro Roberto, SC !!! Apesar de seu comentário “tentar” uma arrogancia.
      Sim vc Tem certa rasão; deixe para nós a Parte de “arquitetura” e “urbanismo” aí vc Não poderá projetar qualquer coisa que não seja “quadrada” e “feia” pois arquitetura é toda obra que tenha beleza(arte) e funcionalidade!
      Ou dividir um lote(terreno) muito menos projetar um Loteamento ou Condominio pois isso é urbanismo;

      Caso vc Projete uma Casa/edificio com qualquer traço de Arte(curva/inovação), quem vai te processar somos nó!!!

    • Perfeito simples assim.

  115. Leno Porto Dutra, RS

    O resultado desta luta fraticida poderá ser, a médio prazo, o fim da regulamentação das profissões de Engenharia e Arquitetura. Já estamos fragilizados pela excessiva fragmentação de nossas formações no nível da graduação. Para atender a interesses nem sempre confessáveis, fomos “explodidos” em mais de uma centena de especialidades que só deveriam existir na pós-graduação. Vide as incríveis “Engenharia de Energias Alternativas”, “Engenharia de Automação e Controle”, “Design”, entre outras pérolas do nosso sistema educacional. Nem vou mencionar os cursos de formação de tecnólogos. Agora, para completar o quadro de terror, vamos começar a brigar na Justiça para retirar atribuições uns dos outros, transferindo para um profissional do Direito (o juiz) a competência de decidir nossas atribuições. E enquanto ele não decide por nós, os fiscais de um e de outro conselho se acotovelarão nas obras para notificar-nos de forma antagônica, ou seja, cada fiscal vai nos aplicar uma multa por fazer o que o outro manda, e vice-versa. Honestamente, sugiro que cada conselho trate de regulamentar as atribuições de seus filiados de forma a dar segurança a eles quanto ao que estão habilitados para fazer, e não tentar retirar atribuições dos outros. No final das contas, cada profissional é responsável pelo que faz. Aos conselhos cabe garantir à sociedade que aquele profissional está habilitado. Qualquer um dos dois conselhos tem legitimidade para garantir isso. Quando extrapolam e tentam garantir à sociedade que um profissional não abrangido por seus regulamentos não tem habilitação, mesmo que o outro conselho afirme o contrário, fica evidente que se trata de uma tentativa de reserva de mercado. E isso poderá resultar no descrédito geral em relação à regulamentação de nossas profissões. Se ficarmos carimbados como corporativistas que só buscam a reserva de mercado, nosso destino será parecido com o dos jornalistas.

    • Prezado Leno, isto não acontecerá (fim da regulamentação)caso os nobres colegas engenheiros não fiquem com 75% das emissões de responsbilidade técnica sobre projetos de arquitetura.

    • CLEITON JOSÉ DE SOUZA, GO

      Prezado Leno, já que você não vai falar sobre os cursos de formação de tecnólogo eu falo, visto que sou um, eles são vários e estão publicados em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18974. Pois bem, não resta dúvidas que a excessiva fragmentação, por você citada, se deu devido a uma tentativa fracassada do CONFEA em substituir os cursos de tecnologia pelos de engenharia (na tentativa de colocar os engenheiros no lugar dos tecnólogos visto recentemente tivemos a EC 85/2015 https://www.facebook.com/csouzagyn/posts/1686723661585680 e da lei 13243/2016 https://www.facebook.com/csouzagyn/posts/1686724031585643, sancionadas, leis estas que de certa forma preparam o mercado para a inserção e atuação dos profissionais tecnólogos), para este entendimento basta observar que para cada área onde se oferecem cursos de tecnologia o CONFEA criou um curso similar de engenharia, os que você citou, digo fracassada porque após a aprovação das citadas legislaturas, agora em 2016 o MEC acabou de derrubou o castelo de areia do CONFEA ao publicar a nova versão do CNCST-2016 e também devido ao poder executivo constituído ter retirado do CONFEA, através do decreto 8754/16, as prerrogativas de se avaliar cursos conforme publicado em: http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=21522&sid=10, ratificando assim a intenção, por parte do congresso nacional e poder executivo atualmente constituido, a continuidade do projeto da inclusão de forma plena, definitiva e digna dos profissionais tecnólogos na cadeia produtiva, os únicos capazes de, juntamente com os técnicos de nível médio, atender as reais necessidades da sociedade, sem interesses somente no lucro, mas sim no bem estar social, conforme publicado em: https://www.facebook.com/csouzagyn/posts/1772529186338460, o que não se verifica nesta briga insana entre CONFEA e CAU, ambos interessados, unica e exclusivamente, em reservar mercado cada um a si.

  116. Para conhecimento:

    Nada muda nas atribuições dos profissionais registrados no CREA:

    Vejam na íntegra…

    http://www.creasp.org.br/noticia/institucional/2013/07/26/profissionais-registrados-no-crea-sp-permanecem-com-todas-suas-atribuicoes/1044

    Eng. Vicente.

    • Nada muda, por enquanto! Foram muitos anos para a criação do conselho (CAU), agora será outra luta para por fim no canetaço dos Engenheiros que levam 75% do nosso trabalho em ARTs assinadas com base em projetos realizados por projetistas a 1,50m². Não quero dizer que isso valha pra você Caro Eng. Vicente ou que valha pra todos, mas com certeza vale pra muitos!

      Arq. Kleber Wesley

    • Eng. Vicente
      Como colega de trabalho de vários engenheiros civis sei que eles possuem em seu curso elétrica de baixa tensão e são capazes de realizar uma avaliação.Vc sabe porque o Corpo de Bombeiro não aceita mais a ART deles? E aceita a do Arquiteto Urbanista?
      Resp. O Corpo de Bombeiro não aceita mais por causa do CREA. O CREA informou que está atribuição é do Engenheiro Eletricista, ou seja o Engenheiro Civil estudou em seu curso e está preparado para a realização de elétrica de baixa tensão, mas a sua ART não é aceita. Até o ano passado o Corpo de Bombeiro aceitava e em 2013 não aceitou mais.Então vc pode perceber que as atribuições no CREA muda sim.

    • Ana Lucia,

      O mundo das leis é bem complexo, mas acho meio complicado se tirar um direito adquirido. Ja ouvi caso de engenheiro impedido de realizar determinado trabalho mas q conseguiu legalmente restituir seus direitos de realiza-lo pois conseguiu comprovar que a área em questão fazia parte de sua grade curricular do anos 60, 70… Sinceramente não sei bem como funciona, gostaria de mais informações se coisas do gênero procedem.

  117. Acabou a canetada!
    Desenhista oops engenheiro não pode mais elaborar projetos arquitetônico.

  118. Primeiramente parabens ao CAU quanto a resolução
    mas quero ver torna-la efetiva coloca-la em pratica
    nas cidades, e tambem junto ao proprio CONFEA que em todos
    os seus textos AFIRMA que o CAU tem direito coloca-la em pratica
    e tirar atribuições de seus afiliados.

    Em segundo lugar, li textos acima, de alguns colegas engenheiros
    inconformados com a exclusividade da atribuição de Projeto Arquitetônico
    somente para Arquitetos, e dizendo que se assim fosse não poderiamos então assinar
    projeto executivo ou estrutural, já que esses seriam exclusivos de eng.civis.
    Bom vamos fazer um comparativo quanto as atribuições e as cadeiras que eu tive na
    faculdade que me deram essas atribuições:

    –CADEIRAS RELACIONADAS AO PROJETO ARQUITETONICO
    *DESENHO TÉCNICO
    *INT. E PESQ. AO PROJ. DE ARQUITETURA
    *PROJETO DE ARQUITETURA I, II, III, IV, V, VI e VII
    *TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUIT. E URB. I, II, III, IV, V.
    *CONFORTO AMBIENTAL I, II e III
    *PAISAGISMO I e II
    *INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
    *INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
    *TOPOGRAFIA I e II

    –CADEIRAS RELACIONADAS AO CALCULO ESTRUTURAL(de concreto armado) e EXECUÇÃO de OBRAS
    *TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO I, II e III
    *RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I
    *TEORIA DAS ESTRUTURAS
    *SISTEMAS ESTRUTURAIS I, II, III e VI
    *ORÇAMENTO E PLANEJ. DE OBRAS
    *VISITAS TÉCNICAS DE ESTUDOS
    *ATELIER DE ARQUITETURA.

    Eai algum colega engenheiro afim de comparar TODAS as minhas disciplinas de projeto
    com uma simples cadeira de “PROJETO ARQUITETONICO” em que eles aprendem a desenhar
    e fazer um projeto popular na mesma disciplina.
    Ou algum colega afim de dizer que não tenho disciplinas suficientes em relação a calculo
    e execução?

    • Maiara Márjore Rocha Peres Marini, RO

      Caro colega, tu não queres insinuar que é mais capaz que nós arquitetos? que vemos uma cadeira de projeto arquitetonico e nada mais…? estás equivocado tenho em minha cadeira as mesmas matérias que a sua eai?? posso fazer uma RT estrutural? pelas matérias que cursei (idênticas a sua) acho que sim não é mesmo?

    • Desculpe Maiara, mas o ROBERTO, SC também é arquiteto.

    • ivanildo rodrigues, RO

      ola estou cursando arquitetura e urbanismo, e minha grade curricular são as mesmas…

    • Está faltando muita coisa aí:
      – ergonomia;
      – história do mobiliário;
      – desenho de móveis;
      – conforto térmico e acústico;
      – revestimentos;
      Etc….

      Ops! Esqueci que arquiteto fala, fala, fala, mas não estuda para fazer Design de interiores…

  119. Kleber Wesley Fidelis, PR

    Que saiam engenheiros e arquitetos e entrem os advogados… Essa conversa vai longe…

    Uma coisa é certa “a briga” começou, os nobres colegas engenheiros tão sempre soberanos já tem uma sarna pra se coçar… Talvez em alguns anos de briga seja possível de saiam da rabeira dos projetos de arquitetura…

    Uma história: Bem antes de eu me formar, uma vez que me formei já tardiamente, estava procurando um profissional que fizesse o projeto da minha tão sonhada casa na época…

    Me indicaram um engenheiro. Entrei no escritório do cidadão, uns 200 projetos enrolados em papel vegetal.. após uma conversa o sujeito separou uns 10 projetos daquele monte virou e disse: Pode escolher o seu… escolha aí o seu projeto …

    Eu, sem muito saber o que fazer pensei. Bem, isso não é projetar, isso é vender projeto … de lá pra cá não mudou muita coisa. O que realmente mudou é que hoje oferecem em arquivo digital pronto e pela internet… ou contratam um projetista ou estudante de arquitetura pra pagar R$ 1,50 m² para fazer o projeto e depois assinar embaixo.

    Bem, isso obviamente não vale pra todos. Tem uns poucos que realmente projetam, mas são poucos.

    Portanto colegas, tá na hora de descerem do salto e irem projetar pontes, estruturas, viadutos, estradas, barragens, fazer cálculos estruturais, físicos, matemáticos, ralar um boi e separar a gordura da carne explicando as quantidades com gráficos… que foi o que os senhores estudaram. Deixem os projetos de arquitetura para nós arquitetos que estudamos cinco anos para fazer isso e fazer bem.

    Existe também a prerrogativa de se inscrevem para o vestibular e começar o curso de arquitetura, sempre há tempo.

    O resto é conversa fiada.

  120. Srs, Dia 16/7 fiz uma pergunta que, acredito, fácil de responder… ainda estou em moderação, não sei pq. Então, vou perguntar novamente: Estou acabando um curso de designer de interiores. Com esta resolução, quais seriam as atividades que restarão ao designer de interiores? Qual a diferença entre arquitetura de interiores e design de interiores para estas entidades ? A resolução especifica? E acrescentando, para ser mais específica: Na sua concepção (CAU-Brasil) um designer de interiores deverá sempre trabalhar, a partir de agora, subordinado a um arquiteto ?

    • Prezada Rosana, veja as respostas em http://www.caubr.gov.br/?p=13248

    • Cau/BR este esclarecimento parece acabar com a profissão de designer de interiores, simplesmente, pois é privativo do arquiteto inclusive definir cores:

      “A Resolução nº 51 define .como privativo… dos materiais, texturas e cores; e do mobiliário”. Outras atividades, como design de móveis e decoração, podem ser realizadas por outros profissionais. ”

      Não estou estudando com o objetivo de ser designer de móveis ou decoradora.

      Então, eu só queria uma confirmação de que esta profissão acabou. Uma notificação clara e sem sombras de dúvidas. Se acabou, acabou. Vou vender abacaxi. Mas queria que a lei fosse clara para todas as pessoas. A pergunta é: Afinal, o que os designers de interiores poderão fazer a partir de agora?

      Afinal, está mexendo profundamente na vida de inúmeras pessoas que atualmente trabalham nesta profissão e muitas observando corretamente limitações já anteriormente impostas (com razão) à profissão.

      O impacto social é grande e deve ser considerado com atenção, ainda mais por arquitetos, que tem como objetivo de sua profissão o bem estar das pessoas, logo, uma visão de respeito social em todos os níveis.
      Espero que compreendam minha solicitação e elaborem uma notificação mais clara e sem sombra alguma de dúvida sobre esta questão.
      Muito obrigada

    • Cara Rosana,RJ

      Parabéns por suas colocações, li comentários ( a maioria deles ) infames, preconceituosos, arrogantes….enfim, praticamente nada que pudesse realmente acrescentar alguma coisa.
      Concordo com você onde questiona o que podemos/vamos fazer agora ? Viver para pagar RRT’s aos Arquitetos ?
      Absolutamente nada contra Arq.,Eng.,Urb., mas também estudamos e também sabemos ser profissionais e competentes, dentro das normas estabelecidas.
      Esperamos então futuras definições justas à todos.
      Att.

  121. KAROLINE SARNECKI, PR

    O fato é que projetar arquitetura não é simplesmente desenhar, como técnicos e engenheiros fazem, um projeto arquitetônico envolve muito mais que isso. Há todo um processo, estudo, e análise de condicionantes necessários para garantir a qualidade do espaço construído, e que outros profissionais desconhecem. Tudo que estudamos ao longo de 5 anos nos permite pensar tudo isso em conjunto trazendo para o consumidor menores custos futuros. A resolução só vem garantir ao consumidor final a qualidade do projeto, o que falta é humildade para reconhecerem a falta de capacidade para tal atividade. Quem ganha é a sociedade.

  122. Senhora Kátia Lima de PE, não sei se você sabe mas nossa formação de Arquitetos e Urbanistas, tem essa formação ampla devido a nossa função como profissional. O Arquiteto desenvolve o projeto arquitetônico e tem competência para compatibilizar todos os demais projetos complementares. A construção civil só tem a ganhar quando Arquitetos e Engenheiros realmente trabalharem juntos. Afinal isso já é normal em Países desenvolvidos… Sobre sua colocação, acho que você sabe muito bem que Arquitetos não podem ser Médicos, afinal estudamos arquitetura.

    Cordialmente,
    Givago Ferentz

  123. Moro em Brusque/SC, cidade com 100 mil habitantes e atualmente com duas faculdades de arquitetura e outras 2 faculdades em cidades vizinhas num raio de 50km, onde muitos alunos daqui também estudam.
    Qualidade dos cursos a parte, imagine a quantidade de arquitetos novos que teremos a cada ano.
    Além de tirar as atribuições de projetar dos engenheiros civis, o que mais tantos arquitetos terão que fazer pra conseguirem se manter no mercado?

  124. De fato a formação e qualificação de nossos colegas arquitetos em desenvolver os projetos de arquitetura é sem duvida nenhuma superior aos dos engenheiros civis, isto é inegavel, não há o que se discutir, porém há muitos colegas engenheiros civis que não ficam devendo nada em termos de conhecimento de arquitetura. A competencia e qualidade em prestar tais serviços muitas vezes são fruto do interesse pessoal do profissional em aprimorar seus conhecimentos. Tenho a opinião que nem sempre uma grande quantidade de horas-aula de um determinado campo de estudo frequentadas em uma faculdade é que vão tornar a pessoa um bom profissional. Ahh muito menos o dito “EGO” que na psicologica as vezes é explicado como falta de afirmação da pessoa junto a um grupo. A ética deve prevalecer sempre, nunca vi medicos falando mal ou desdenhando de enfermeiros, fisioterapeutas, psicologos e outros profissionais ligados a area de saúde.

    • Parabéns Waldegno, concordo em número e grau com as sua palavras, formação é o principio legal da profissão, porem a competência é adquirida com as experiências ao longo do exercício da profissão.

    • Acontece Waldegno que já foi-se o tempo em que um Polimata como Leonardo Da vinci poderia atuar em várias áreas. Realmente é muito bacana vc ter uma formação e com o tempo adquirir mais conhecimento para outras tarefas.
      O problema é que nossa sociedade atual definiu isso bem diferente e hoje temos as faculdades com seus cursos e suas particularidades definidas. Justamente para oferecermos um serviço de qualidade a sociedade, pois cada profissional atuando sem sua devida área é capaz de produzir melhor, alem de dá o devido reconhecimento da sociedade pelo que faz e estudou, entendeu ? Esse é um dos grandes passos que o CAU está dando em relação a profissão de arquiteto e urbanista.

    • Waldegno, mas espera aí…

      Sou arquiteto, mas cresci gostando de dinossauros e até sonhei em ser arqueólogo. Já assisti diversos filmes e documentários sobre arqueologia, como estudei história da arquitetura, posso sair por aí fazendo o trabalho de algum arqueólogo que fugiu de algumas aulas?
      É para isso que deve servir a regulamentação, para que o enfermeiro citado não faça a cirurgia no lugar do médico, mesmo sabendo os procedimentos de corte, operação e sutura, o médico é o detentor daquela atribuição e o enfermeiro é detentor de outras atribuições, ambos de complementam? SIM.
      É o que a discussão pretende, fazer com que os enfermeiros (engenheiros) parem de querer fazer a cirurgia, porque a parte deles é outra.

    • Carlos Capuchinho, SP

      Desculpe discordar mas uma das grandes reclamações dos enfermeiros e o tratamento de alguns médicos com a sua profissão.

  125. Não devemos denegrir uma profissão em detrimento a outra, a poucos dias me deparei com uma situação inusitada, um profissional Arquiteto e Urbanista, efetuando o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT), de uma Montagem/Instalação de CFTV (Circuito Fechado de TV), para monitoramento de um evento. Eu desconheço na grade curricular do Arquiteto e Urbanista. Alguém poderia me dizer estes profissionais possuem em sua grade curricular as Disciplina de Cabeamento, eletrônica.

    • Kleber Wesley Fidelis, PR

      Prezado Juarez, você estudou para projetar Circuito fechado de TV, veja uma coisa são conceitos e conhecimento geral, outra coisa é um assunto em específico. Acho que com isso você consegue entender como nós arquitetos nos sentimos quando um Engenheiro civil emite uma ART de um projeto arquitetônico. O engraçado é que até então isso era considerado normal.

    • Carlos Capuchinho, SP

      O tal profissional deveria ser autuado pelo CAU, em nenhum lugar, lei, decreto ou resolução permite tal atribuição.
      Agora o fato de tal profissional efetuar este afronte não serve de justificativa para outros profissionais efetuarem atividades que não estão previstas em sua formação.

  126. “Arquitetura e construção não são necessariamente uma única e a mesma coisa. Um entendimento do ato de construir usando os mais variados materiais, elementos e componentes é conhecimento primordial, tanto durante o ato de projetar como no ato de construir. Embora um bom entendimento da construção permita que se construa Arquitetura, não garante que a mesma esteja sendo realizada. O domínio da ciência da construção é apenas um item dentre vários outros princípios críticos necessários para a materialização da Arquitetura.”

    Francis D.K. Ching

  127. Parabéns ao CAU pela resolução 51 que consolida a o que já existe e busca o equilíbrio entre as profissões de Arquitetura e Engenharia.

  128. Um pais reféns de políticos incompetentes da nisso, leis votadas a esmo sem a seriedade necessária. É notório que essa lei é parcial e favorece os arquitetos, menosprezando as outras profissões. Sou publicitário, pos graduando em Design da comunicação e estudando Design de interiores. Quantas matérias de teoria da cor esse povo de arquitetura passou? Eles sabem o que é brainstorm? Quantos meses estudando sobre Gestalt, história do interior, história do mobiliário fizeram para sentirem-se aptos a construir um interior digno? Mas o que vale é o dinheiro, jovem…e cravar uma bandeira delimitando sua reserva de mercado é o objetivo. É triste.

    • Caro Chicko, faço das suas, as minhas palavras. Seu comentário é perfeito, e reflete a triste realidade do nosso país. Além disso, ainda tem a tal mania do ser humano de querer abraçar o mundo, e no fim não acaba fazendo nada direito. No fim, tudo isso vira dinheiro e lobby, e não vai mudar em nada a vida de ninguém.

    • Esses cursos deveriam servir apenas de especialização, é uma piada botar 50 leigos em uma sala de aula e querer resumir tanta coisa em 2 anos. A Arquitetura é uma soma tão ampla de disciplinas, multi-disciplinas, que dizer que falta aulas sobre teoria da cor me assusta. É claro que o Chicko não quis encarar 5 ou 6 anos de Arquitetura, por isso a falta de noção do que a gama arquitetônica resulta. O que é o interior perto da soma de disciplinas que capacitam o Arquiteto a conceber uma edificação harmoniosa? Com volumes, conceitos, luz, texturas, cores, materiais… Esse conceito que eu falei não se resume à casca de uma obra não, o interior de uma obra é conjunto da concepção, o cliente pode ou não optar por contratar um projeto de interiores, mas o criador de uma obra é melhor do que ninguém para saber o que e como as coisas funcionarão dentro dos ambientes. Porque quando se faz Arquitetura, se pensa nos fluxos, nos ritmos, no cotidiano, nos perfis, e isso é arquitetura, não é interiores, arquitetura é essa soma, que não pode ser diminuída por quem estuda 2 anos de cores e madeira. Um designer pode muito bem criar uma cadeira que eu usarei em um projeto meu, eu pagarei pelo produto se as características dele unidas a minha composição forem compatíveis aos perfis projetuais e de clientes. Eu sou arquiteto e conheço tudo o que você disse, construo ambientes dignos, que se somam aos meus projetos. Mas o recado é o seguinte: Apenas quando puderem ser arquitetos vocês saberão o que isso representa. Não são 6 meses de Gestalt que farão um leigo se tornar um profissional.

    • Maiara Márjore Rocha Peres Marini, RO

      Paulino, falou tudo! e por isso não falo mais nada!

    • Aí Chyckho, em outras áreas, “brainstorm” é tão banal que é chamado de “toró de parpite”, e mais, “parpite”, não faz parte da nossa formação.

    • 5 anos no minimo meu caro, se tivesse feito o curso de arquitetura ao invés de fazer tudo isso ai ja saberia… sinto muito, todas as suas atribuições são filhas da arquitetura.
      O cara simplesmente ignorou Historia da arte, da arquitetura, do urbanismo, linguagem arquitetonica, filosofia, estudos sócio economicos, direito, conforto ambiental, etc, etc, etc.
      Chicko, só lamento tamanha ignorância…

  129. VI ESSA MATERIA SOBRE OS 10 ARQUITETOS QUE O CAU MANDARIA PARA CADEIA. IRÔNICO TALVEZ.

    http://www.renderingfreedom.com/2012/11/top-10-arquitetos-que-o-cau-mandaria.html

  130. O Brasil está precisando de médicos…
    Vamos anexar esta atividade ao CAU!!!
    Não, não…melhor mesmo é fazer Arquitetura, porque em apenas 05 (cinco) anos você sai:
    – arquiteto
    – engenheiro e
    – designer de interior
    Realmente, sem comentários.

  131. a mesma de “obra CIVIL” que os arquitetos também não entederam

  132. É ISSO AÍ ALEX, CADA UM NO SEU QUADRADO. VAMOS TRABALHAR JUNTOS…O ARQUITETO PRECISA DO ENGENHEIRO E O ENGENHEIRO PRECISA DO ARQUITETO…NÃO TEM MAIS DESSA DO ENGENHEIRO QUERER FAZER TUDO SOZINHO…

  133. a verdade é que o compartilhamento de funçoes só soma em um trabalho final, o resultado com certeza seria mais satisfatorio no geral. mas preferem ficar nessa TORRE DE BABEL, vai acabar é bagunçando tudo.

  134. Maiara Márjore Rocha Peres Marini, RO

    Eu entendi que estas atividades (ABAIXO)são atribuições exclusivas do arquiteto e que as demais descritas na resolução n°51 são atividades COMPARTILHADAS
    – projeto arquitetônico de edificação ou de reforma
    – relatório técnico referente a memorial descritivo, caderno de especificações e de encargos e avaliação pós-ocupação
    – projeto urbanístico e de parcelamento do solo mediante loteamento
    – projeto de sistema viário urbano
    – coordenação de equipes de planejamento urbano ou de regularização fundiária
    – projeto de arquitetura de interiores
    – projeto de arquitetura paisagística
    – direção, supervisão e fiscalização de obras referentes à preservação do patrimônio histórico, cultural e artístico
    – projetos de acessibilidade, iluminação e ergonomia em edificações e no espaço urbano

    Acredito que as seguintes atividades (ABAIXO)deveriam estar disponíveis Para fins de Registro de Responsabilidade Técnica (RRT)RESOLUÇÃO N° 21, DE 5 DE ABRIL DE 2012 , MEDIANTE ESPECIALIZAÇÃO NAS ÁREAS PERTINENTES A ESSAS ATIVIDADES. porque há de convir que muitas das matérias que vimos na graduação não é suficiente para fazermos tais atividades, e respeitar os geógrafos e engenheiros elétricos coisa que os engenheiros civis não fazem!

    1.5.4. Projeto de instalações prediais de gases medicinais;
    1.5.5. Projeto de instalações prediais de prevenção e combate a incêndio;
    1.5.6. Projeto de sistemas prediais de proteção contra incêndios e catástrofes;
    1.2.1. Projeto de estrutura de madeira;
    1.2.4. Projeto de estrutura metálica;
    1.5.7. Projeto de instalações elétricas prediais de baixa tensão;
    1.5.8. Projeto de instalações telefônicas prediais;
    1.5.9. Projeto de instalações prediais de TV;
    1.5.11. Projeto de cabeamento estruturado, automação e lógica em edifícios;
    1.9.1. Projeto de movimentação de terra, drenagem e pavimentação;
    2.8.1. Execução de terraplenagem, drenagem e pavimentação;
    2.8.4. Execução de obra de sinalização viária;
    2.5.8. Execução de instalações telefônicas prediais;
    2.5.9. Execução de instalações prediais de TV;
    2.5.7. Execução de instalações elétricas prediais de baixa tensão;

    • Maiara Márjore Rocha Peres Marini, RO

      alguém me corrija caso me ache equivocada ok?!

    • Maiara, a Resolução nº 21 trata das atribuições dos arquitetos, enquanto a Resolução nº 51 fala das atribuições privativas. De maneira geral, a 21 diz quais são todas as áreas de atuação do arquiteto, tudo o que ele pode fazer, enquanto a 51 diz as atividades que só podem ser realizadas por arquitetos.

    • Daniel Albuquerque, RJ

      Olá, Maiara,

      Na Lei 12.378/2010 que criou o CAU e em seguida suas resoluções, principalmente a 21 e a 51, são descritos todas as atividades atribuídas ao profissional de Arquitetura e Urbanismo. Dessa forma, um dos principais pontos do CAU agora é alinhar junto às instituições de ensino os currículos acadêmicos a fim de tornar aptos os alunos a exercerem essas atividades.
      Aos Arquitetos e Urbanistas que não tiverem o devido embasamento em sua formação, é necessário maior aprofundamento aos temas com cursos extras, mas a possibilidade de executar tal atividade está aberta, basta o profissional optar por fazê-la e se responsabilizar por isso (através de RRT).

    • Boa tarde Mariana, parabéns pela sua percepção, coisas que não estou vendo na maioria dos colegas, principalmente os recém formados e os alunos que estão finalizando os seus cursos, a grande maioria estão comemorando a conquista e se esquecendo que deverão se especializar nas atribuições que não estudaram com a profundidade que a atividade profissional exige para se exercer as atribuições profissionalmente com competência e responsabilidade.
      Parabéns pela sua visão, espero que mais colegas tenham essa visão.

  135. IUHUUUUUUUUUUUUU……

  136. Alguém me explica qual parte do “ARQUITETOnico” os eng. ainda nao entenderam? kkkk

    • Universitários costumam ser arrogantes, acham que o conhecimento adquirido na faculdade lhes torna superiores. A verdade é que muitas vezes em um mês de estágio se aprende muito mais que em um semestre inteiro na sala de aula. Falo isso por experiência própria.
      Por isso não pensem que um arquiteto recém formado estará tão apto para projetar qualquer coisa quanto um engenheiro com mais experiência.
      Mesmo um engenheiro que aprendeu tudo sobre estruturas na universidade, também não sairá projetando arranha-céus recém formado.

    • E qual a parte de ELÉTRICO, LUMINOTÉCNICO, QUÍMICO, e o diabo…, os pretensos futuros arquitetos figem não terem entendido ? Digo ” pretensos futuros” porque profissionais de verdade, que já atuam de fato, reconhecem que não sabem tudo e que precisam de profissionais de outras especialidades. o Luis (PR) chega ao cúmulo de achar que só o arquiteto é capaz de fazer um memorial descritivo… cara você está com uma visão muito pobre da sua profissão…

  137. As atribuições técnicas são as mesmas, guardadas as devidas proporções. Sombreamento sempre existiu e não acredito que deixará de existir.
    Mas sou favorável a valorização de cada profissional dentro de sua área de atuação, fui inspetor no CREA por quase 10 anos, acompanhei as ultimas medidas do sistema para buscar a valorização profissional (exemplo a resolução 1010 e o livro de ordem), gostaria que ações desse tipo continuassem nos dois sistemas (já que permitiram a criação).

    • Maiara Márjore Rocha Peres Marini, RO

      concordo contigo Eduardo quanto a 1010 e acredito que é o sombreamento sempre existirá, sou arquiteta e não concordo com a anotação de várias atividades descritas na RESOLUÇÃO N° 21, DE 5 DE ABRIL DE 2012,Mas acho que muito das atividades que nela estão mediante especialização poderá sim o arquiteto fazer assim como os engenheiros se especializarem em projetos arquitetônico residencial, comercial, hospitalar… etc. dentre muitas outras atividades do arquiteto. eu por exemplo não me arrisco a fazer um projeto estrutural mas respeito meus colegas que se especializaram na área ou viram mais aprofundado tais atividades em sua graduação.

  138. Eng. Rodrigo Miranda, PR

    As formações para engenheiros e arquitetos passarão por adaptações e não existe uma linha clara de separação. Talvez o que os colegas arquitetos almejam é pura é simplesmente a direção técnica do empreendimento. Ou seja, palavra final. Colocar todas as outras disciplinas abaixo do Arquitetônico. Isto que a resolução busca no meu entendimento. Se isto vai acontecer de verdade só o tempo dirá! Será que não é melhor uma equipe multidisciplinar tomar as decisões em relação a um empreendimento complexo? Sinceramente não acredito que nenhuma das partes tem formação suficiente para tomar decisões sozinho. O papel aceita tudo tanto de engenheiros quanto de arquitetos!

  139. Minha duvida é, como fica a questão da execução desses projetos arquitetônicos. Os arquitetos urbanistas terão esse direito ou não? se terão qual sera o limite para essas execuções?

  140. Poderemos sim compartilhar algumas atribuições com os profissionais de engenharia, mas o projeto arquitetonico, é atribuição exclusiva dos arquitetos!!! Acabou a moleza né engenheiros?? kkkkkkkk

  141. Definitivamente nunca vi um engenheiro civil se meter a projetar grandes obras de arquitetura. Existe algum grande edifício residencial, museu, teatro, hotel, hospital projetado por engenheiro?
    O que mais vejo são obras populares, muitas vezes em cidades sem muitas opções de profissionais, obras que convenhamos, você não precisa estudar muito pra saber projetar.
    Mas enfim, se tudo der certo como pretendem, muitos arquitetos chegarão a conclusão que a causa de seus problemas não eram o engenheiros, mas sim, seu próprio ego.

    • Falou tudo Eduardo

    • Exatamente Eduardo!
      Não precisa ser nenhum gênio da arquitetura, nem mesmo um aluno meia boca de faculdade particular, para fazer projetos de regularização de construções existentes, casas populares, ou galpões pré-moldados.
      É realmente por esse mercado que os arquitetos estão brigando com os engenheiros a tanto tempo?
      Não são os engenheiros civis que impedem os arquitetos de fazerem projetos de arquitetura e urbanismo de alto nível, e sim, são os arquitetos melhores e mais experientes, aqueles que não estão nesse forum discutindo e sim trabalhando.
      Esses arquitetos que estão aqui discutindo, querem mendigar por projetos de arquitetura tão mediocres, que qualquer engenheiro pode fazer!

    • Sim, Eduardo, inclusive aí em SC uma das empresas que mais trabalham com “arquitetura” hospitalar é tocada por engenheiros.
      Nas licitações, a maioria dos projetos é vencido por este tipo de empresa, devido ao preço muito baixo.
      E isso reflete na péssima qualidade dos projetos apresentados.
      Ou você acha que os projetos públicos que tem sido entregues estão bons assim mesmo?

    • Rafael, a prostituição da engenharia e da arquitetura é um problema sério que afeta não só os arquitetos, mas aos engenheiros também.
      O problema de uma empresa destas como você citou, não está em ser tocada por engenheiros ou arquitetos, está em ser de pessoas gananciosas, que querem lucro acima de tudo, aliado a um sistema político e governamental incompetente, que dispensam comentários.
      A verdade é que se engenheiros civis não puderem assinar seus humildes projetos, simplesmente vão encontrar algum arquiteto barato pra assinar. Assim como hoje se paga R$0,25/m2 pra um engenheiro eletricista assinar o projeto de pára-raios feito por um engenheiro civil, você terá colegas arquitetos cobrando o mesmo pra assinar o projeto pronto de um engenheiro.

    • Rafael uma situação muito triste… Conhecido com “Engenheiro ou Arquiteto caneteiros”

  142. Fiquem todos calmos, não sei o porquê de tanto aborrecimento referente a esta nova lei, nós arquitetos vamos precisar dos engenheiros assim como eles vão precisar de nós, acho que isso é tudo sem mais palavras, isso já deveria ser dessa forma á muito tempo!!!

  143. Tenho as mesmas dúvidas do Gunther:
    -Como será aplicada a lei na prática, os engenheiros não terão mais como emitir ART de proj. arquitetônico pelo sistema CONFEA-CREA?
    A lei obriga o CREA a eliminar esta opção do sistema de ART?
    -As prefeituras e demais orgãos públicos serão obrigados a aceitarem apenas profissionais do CAU como responsável pelo proj. arquitetônico?
    -Outros profissionais tais como designer de interiores poderão continuar elaborando design de interiores mas não poderão elaborar projeto de arquitetura de Interiores certo? Parece não fazer muita diferença na prática.Ou seja podem escolher cortina mas não podem quebrar paredes?

  144. Alguém já conseguiu localizar a publicação no diário da união ?
    Eu cansei de procurar e não achei.
    Será que foi realmente publicado mesmo ?
    E após a publicação já vai tá em vigor, ou seja, já posso denunciar quem está fazendo práticas ilegais ?

  145. Antonio Luiz Vidaurre Franco, RJ

    Gostaria de saber se o CAU ira comunicar aos órgãos públicos, lógico, alem da publicação da resolução, sobre as mudanças que se farão no exercício das atividades profissionais. Tenho certeza que haverá grandes dúvidas, principalmente nos municípios.

  146. Prezados,
    parabenizo o CAU-BR e espero que os arquitetos da PMSP – cargo Especialista de Desenvolvimento Urbano, com atividades exclusivas, conforme citadas nesta resolução, possam exercer os cargos de coordenação e direção, ocupados por assistentes sociais,engenheiros e geólogos – na SEHAB, e exigência de salários mínimos profissionais e acordo com a PMSP para que a resolução e salário mínimo possam ser aplicados.
    Em nome de todos os colegas arquitetos, aguardamos resposta e atitude urgente pela dignidade de atuação de nossa bela profissão!

  147. Vejamos o que diz a tal lei:

    LEI 12.378/2010

    Art. 3o

    § 4o Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urbanistas contradizerem normas de outro Conselho profissional, a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos.

    § 5o Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o § 4o ou, em caso de impasse, até que seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a MAIOR margem de atuação.

  148. Daniel Albuquerque, RJ

    A resolução 1010 foi revogada segundo o Confea, mas a resolução 218 do Confea continua válida e nela são discriminadas as atividades entre os profissionais do então Sistema Confea. Vejam no link http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=266&idTiposEmentas=5&Numero=&AnoIni=&AnoFim=&PalavraChave=engenheiro+civil&buscarem=conteudo e abaixo. Portanto, já existia a distinção entre os profissionais de Engenharia e Arquitetura. O CAU apenas reafirmou isso.

    RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 JUN 1973

    Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

    O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, usando das atribuições que lhe conferem as letras “d” e “f”, parágrafo único do artigo 27 da Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966,

    CONSIDERANDO que o Art. 7º da Lei nº 5.194/66 refere-se às atividades profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro agrônomo, em termos genéricos;

    CONSIDERANDO a necessidade de discriminar atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia em nível superior e em nível médio, para fins da fiscalização de seu exercício profissional, e atendendo ao disposto na alínea “b” do artigo 6º e parágrafo único do artigo 84 da Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966,

    RESOLVE:

    Art. 1º – Para efeito de fiscalização do exercício profissional correspondente às diferentes modalidades da Engenharia, Arquitetura e Agronomia em nível superior e em nível médio, ficam designadas as seguintes atividades:

    Atividade 01 – Supervisão, coordenação e orientação técnica;

    Atividade 02 – Estudo, planejamento, projeto e especificação;

    Atividade 03 – Estudo de viabilidade técnico-econômica;

    Atividade 04 – Assistência, assessoria e consultoria;

    Atividade 05 – Direção de obra e serviço técnico;

    Atividade 06 – Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;

    Atividade 07 – Desempenho de cargo e função técnica;

    Atividade 08 – Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação

    técnica; extensão;

    Atividade 09 – Elaboração de orçamento;

    Atividade 10 – Padronização, mensuração e controle de qualidade;

    Atividade 11 – Execução de obra e serviço técnico;

    Atividade 12 – Fiscalização de obra e serviço técnico;

    Atividade 13 – Produção técnica e especializada;

    Atividade 14 – Condução de trabalho técnico;

    Atividade 15 – Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo

    ou manutenção;

    Atividade 16 – Execução de instalação, montagem e reparo;

    Atividade 17 – Operação e manutenção de equipamento e instalação;

    Atividade 18 – Execução de desenho técnico.

    Art. 2º – Compete ao ARQUITETO OU ENGENHEIRO ARQUITETO:

    I – o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a edificações, conjuntos arquitetônicos e monumentos, arquitetura paisagística e de interiores; planejamento físico, local, urbano e regional; seus serviços afins e correlatos.

    Art. 7º – Compete ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO:

    I – o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução, referentes a edificações, estradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais, barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; seus serviços afins e correlatos.

  149. Prezado(a) Srº(ª) ENGENHEIRA CIVIL KATIA REGINA MARTINS PR-63342/D

    Em atenção ao seu contato protocolado sob o número 2013/234357, informamos que a Lei 12.378/2010, recentemente aprovada, criou o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/BR) e regulamentou o exercício da Arquitetura e Urbanismo, estabelecendo em lei as atribuições dos arquitetos e urbanistas, que estavam definidas na Lei Federal 5194/1966 e na Resolução 218/1973 do CONFEA.

    Apesar disso, AS ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS ENGENHEIROS CIVIS NÃO FORAM ALTERADAS.

    De maneira geral, estes profissionais recebem aquelas atribuições do Art. 7º da Resolução nº218/1973 do CONFEA e podem se responsabilizar por atividades referentes a edificações, estradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais,barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; seus serviços afins e correlatos.

    Você poderá conferir a legislação acessando nosso site (em “legislação”, clique em “legislação CONFEA”).

    Atenciosamente,

    ASSESSORIA TÉCNICA DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL
    DAT – DEPARTAMENTO DE ASSESSORIAS TÉCNICAS

  150. Para quem não sabe, existe um curso superior em Conservação e Restauro de bens imóveis em Ouro Preto, pelo IFMG. Inclusive bem visto por arquitetos renomados e com bom senso para analisar a complexidade para tratar de arquiteturas vernaculares e suas símbologias. E caso o arquiteto não tenho uma boa especialização ou não atue com um profissional capacitado,acabam matando e descaracterizando nosso patrimônio, com falhas terríveis já registradas em todo Brasil. O trabalho no patrimônio deve ser feito em conjunto!
    Abre o olho e a cabeça galera!
    abraços

    • Concordo com você Alex no tocante ao trabalho responsável que devemos ter em relação ao nosso patrimônio. Porém o que é questionável é o fato deste curso tecnológico que você citou trabalhar a arquitetura, visto que, segundo o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, acessado através do site http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=719& não cita intervenções na arquitetura na sua grade curricular:

      “CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM CONSERVAÇÃO E RESTAURO
      O tecnólogo em Conservação e Restauro atua em equipes multidisciplinares, planejando e
      executando atividades de restauro e conservação do patrimônio artístico e cultural, tais como:
      pintura, escultura, metal, mobiliário e têxtil. O foco da sua atividade é a preservação da memória,
      por meio da conservação e restauro de obras e monumentos. Estuda e documenta aspectos
      do material que compõe o acervo a ser restaurado, adequando procedimentos e técnicas de
      intervenção à realidade. Pode atuar de forma autônoma ou trabalhar diretamente na prestação de
      serviços para entidades públicas e particulares.
      Carga horária mínima
      1.600 horas
      Infraestrutura recomendada
      Ateliê de arte
      Biblioteca incluindo acervo específico e atualizado
      Laboratório de informática com programas específicos
      Laboratório de restauro
      Oficina de marcenaria, carpintaria, vitral e cerâmica”

    • Outro fato questionável é de que a profissão de restaurador parece que ainda não foi regulamentada no Brasil, tramitando no congresso nacional o PROJETO DE LEI N.º 3.053, DE 2008
      (Do Sr. Carlos Abicalil)
      que dispõe sobre a regulamentação da atividade profissional exercida pelo Conservador-Restaurador de Bens Culturais.
      Neste projeto de Lei não cita intervenções em obras arquitetônicas e sim em monumentos, ficando o texto bem genérico e impreciso.
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=4493635E98C7C5DA0BAEA9732D723776.node1?codteor=550012&filename=Avulso+-PL+3053/2008

    • O conselho que sinceramente posso te dar é o de cursar Arquitetura. Com seus conhecimentos você terá um ótimo desempenho em algumas matérias do curso. É uma pena que no afã de criar vários cursos em nosso país exista este atropelamento da legislação. Lembro-me que no Intituto Federal da minha cidade foram criados cursos tecnológicos que eram apenas desmenbramentos de cursos superiores, tais como: Gestão financeira, gestão empresarial, gestão disso, gestão daquilo…
      Este curso que você citou deve ser ótimo em nível técnico, porém acredito que o ideal é que o arquiteto, que cursa matérias mais abrangentes e que queira trabalhar com conservação e restauração faça um curso de pós graduação.

      Abraços

  151. Uma dúvida:
    – Cartórios de registro de imóveis, Bancos (para aprovação de financiamento) e Órgãos Ambientais (para aprovação do projeto Ambiental), além de Prefeituras, todos costumam fazer análise dos projetos (seja Arquitetônico ou Loteamentos).
    Quer dizer que estes órgãos também precisarão contratar Arquitetos para fazer essas análises?
    Os cartórios chegam a ser chatos nesse sentido, questionando áreas, medidas, descrição de Memorial descritivo, etc.
    Agradeço o espaço!

    • Não é bem assim. Registro de imóveis não pode analisar projeto arquitetonico, até onde eu sei. Projeto de loteamento eles verificam se as áreas estão de acordo com a legislação (dimensão mínima do lote, das áreas institucionais, áreas verdes etc). Banco nao pode dar pitaco em tamanho de ambientes, só analisam se a área da construção está de acordo com o exigido e acordado na hora de fazer o financiamento.
      E os órgãos ambientais vão analisar somente a questão ambiental, aprovando ou não as areas de APP em loteamento, etc

    • Adriano, SC
      De 1 ano prá cá, os Cartórios de Registros de Imóveis vem conferindo as áreas, calculam as mesmas (tanto em loteamentos quanto em edificações), analisam o Memorial Descritivo prá ver se confere exatamente com o que tá desenhado nas pranchas. Sim, também confere prá ver se está conforme a legislação, que é exatamente o que o analista (Arq. ou Eng.(??)) de uma prefeitura faz. Em 99% dos casos o cartório devolve um projeto já aprovado pela Prefeitura, com correções para serem feitas, obrigando uma nova aprovação na Prefeitura.
      Eu acredito que isso seja uma forma de análise de Projeto, tanto arquitetônico quanto em Parcelamento de Solo.
      Quanto aos órgãos ambientais, acho que você tem razão.
      Quanto aos bancos, a Caixa confere todos os materiais descritos, medidas de calçadas mínimas, ambientes mínimos, acessibilidade, impede a utilização de alguns materiais (só aceita telhas de fibrocimento se tiver laje como forro), tem inclusive uma cartilha gigante sobre acessibilidade, inclusive com distâncias mínimas entre os móveis, corredores, portas. Tudo isso está sendo cobrado. Ou seja, projeto que é de nós arquitetos. Por isso minha dúvida continua, acho que deve existir um limite quanto a análise para se definir isso.
      Abraço.

    • Mircon e Adriano : acima, tb comentei c/ referência aos cartórios , onde advogados e outros é quem tratam de assuntos de parcelamento do solo urbano; assim como nas averbações de construções. Em bancos, existem arquitetos , engenheiros nas análises (OK). Então , se em cada farmácia e outros estabelecimentos específicos, tem seus responsáveis, em quantos outros tantos estão sobrepondo as responsabilidades específicas? Imobiliárias tem o Creci c/ padrões estipulados, assim como, advogados, os quais tem seus honorários taxados de forma jurídica ; são estes últimos, os + requisitados em concursos ( grande leque); p/ Arquitetos e Engenheiros , lançados ao mercado de concorrências, a união é quem faz a força e a qualidade conjunta. As taxas de corretores e advogados são explícitas pelos próprios orgãos ( 6% a 20%); no entanto, um arquiteto quando acompanha o cliente , emprestando seu tempo de trabalho útil, em alguns casos, são rotulados e perseguidos como ilícitos!!! Interessante, porque, até os garçons tem sua taxa estipulada, apesar de colocada em alguns estabelecimentos como “opcionais”; penso que, todo trabalho é dignificante, mas sempre deve ser exposto c/ clareza e jamais menosprezado e ou considerado como ilícito, pois a transparência é necessária.

  152. Atribuição PRIVATIVA = EXCLUSIVA.
    E vice-versa!

    Acho que algumas pessoas não entenderam isso.

  153. Prezados
    O CAU em nenhum momento alterou, nessa resolução, o que foi acordado e aprovado na resolução 1010 do CONFEA a muito tempo atrás. Assim, não vejo porque toda essa preocupação e onde estão os problemas.
    Temos que nos preocupar sim é com os 80% das edificações construídas no Brasil que não são projetados nem pelos arquitetos e nem pelos engenheiros.
    Abraços

    • Prezado Gilson, boa tarde!

      Concordo com boa parte do que está sendo colocado, porém, existem alguns pontos que devem ser observados. Posso estar errado, mas, pelo que li na resolução, os sistemas viários e o planejamento urbano também são campos de atuação da Eng. Civil, Agrimensura e outros. Ps. Podem haver outros pontos, pois não li resolução toda.

      Abraço!

    • Gilson, a Resolução nº 1.010, de 2005 prevê análise curricular do egresso enquanto que a Resolução nº 51 do CAU se fundamenta apenas no título profissional. São resoluções que utilizam fundamentos totalmente distintos.

    • Igor, a Resolução nº 51 foi feita tendo como base as diretrizes curriculares nacionais de vários cursos, conforme determina a Lei 12.378/2010.

  154. Prezados Colegas,
    Em recente veiculação na Internet deu-se notícia de uma eventual publicação de uma Resolução do Conselho de Arquitetura que, em tese, traria prejuízos às atribuições dos Engenheiros.
    O CREA-PR esclarece que as atribuições dos Engenheiros estão estabelecidas na Lei Federal n.º 5.194/66 em seu Artigo 7.º , e que de acordo com os princípios jurídicos vigentes no País, nenhuma norma inferior, como é o exemplo de Resoluções, pode alterar aquilo que está disposto em Lei.
    Ainda nesta seara, esclarece-se que são unicamente o CONFEA e os CREAs os órgãos com competência legal para baixar normas acerca da regulamentação e fiscalização do exercício das profissões das engenharias, da agronomia e das geociências em seus níveis médio e superior. Assim sendo, quaisquer normas emitidas por outros Con selhos profissionais são absolutamente inócuas às atribuições dos nossos profissionais.
    Por derradeiro queremos tranquilizar os profissionais jurisdicionados ao CREA-PR informando que a área jurídica do Conselho esta acompanhando de perto os acontecimentos de forma a agirmos juridicamente, se assim se fizer necessário.
    Eng. Civil Joel Krüger
    Presidente do CREA-PR

    • Tem uma coisa que não entendo, se houve a ruptura dos profissionais de arquitetura com o antigo conselho CREA.
      Porque nossas atribuições compartilhadas (incluido hoje o arquitetonico que deve ser exclusiva) tem que ser mantida com os outros profissionais do antigo conselho ?
      Se houve separação das classes é justo que haja separação das atribuições também. Tendo em vista, claro, a grade curricular de formação. Pois pelo que sei o peso maior para projetos de arquitetura é do profissional arquiteto. Acredito que um profissional de outra área ta habilitado pra fazer uma planta, não um PROJETO DE ARQUITETURA que é bem mais complexo e exige n variaveis ( partido arquitetonico, programa de atividades, interação entre os ambientes entre outros).

      É muito simples, basta fazer um teste, pega um recém formado em arquitetura e um recém formado em engenharia civil e propõem a eles fazer um projeto de um hospital ou museu, teatro, escola, enfim.
      Tenho total convicção que o profissional que vai chegar mais perto da solução final é o arquiteto só pela vasta gama de conhecimento em história da arquitetura (análise de várias obras) que tem, mesmo sem ter estudado o programa especifico.

  155. Vinicius Nicoletti, PR

    TÁ AI A RESPOSTA DO CREA, A GUERRA FOI DECLARADA E NINGUEM VAI VENCER…
    Prezados Colegas,
    Em recente veiculação na Internet deu-se notícia de uma eventual publicação de uma Resolução do Conselho de Arquitetura que, em tese, traria prejuízos às atribuições dos Engenheiros.
    O CREA-PR esclarece que as atribuições dos Engenheiros estão estabelecidas na Lei Federal n.º 5.194/66 em seu Artigo 7.º , e que de acordo com os princípios jurídicos vigentes no País, nenhuma norma inferior, como é o exemplo de Resoluções, pode alterar aquilo que está disposto em Lei.
    Ainda nesta seara, esclarece-se que são unicamente o CONFEA e os CREAs os órgãos com competência legal para baixar normas acerca da regulamentação e fiscalização do exercício das profissões das engenharias, da agronomia e das geociências em seus níveis médio e superior. Assim sendo, quaisquer normas emitidas por outros Con selhos profissionais são absolutamente inócuas às atribuições dos nossos profissionais.
    Por derradeiro queremos tranquilizar os profissionais jurisdicionados ao CREA-PR informando que a área jurídica do Conselho esta acompanhando de perto os acontecimentos de forma a agirmos juridicamente, se assim se fizer necessário.
    Eng. Civil Joel Krüger
    Presidente do CREA-PR

    • Flávio Schönhofen, RS

      Parabéns ao CREA -PR

    • Arq. Alexandre Torres, MT

      Vinicius, a fala do seu Presidente Joel esta parcialmente correta se não tivéssemos todo uma compêndio de leis, decretos, resoluções e outras decisões colegiadas no MEC, etc… que tratam desse assunto. Recebi um comunicado do jurídico do CAU/BR e eles afirmaram categórica mente que, caso os Engenheiros não cumpram com esta Resolução, ou “quaisquer profissão” que teime em descumpri-la, sofrerão com as punições previstas na lei. As Prefeituras serão comunicadas e acompanhadas pelos fiscais do CAU que tirarão cópias das ART’s dos Engenheiros para comprovar a situação. Senhores, não insistam no erro; sabemos que essa situação será resolvida na Justiça más, preparem-se para responder legalmente por seus atos.

  156. Pessoal,
    Assim como os engenheiros saem das faculdades ainda inseguros e procuram cursos complementares para subsidiar seus conhecimentos e competências, os arquitetos passam pelo mesmo processo, infelizmente sabemos que a faculdade é apenas teoria e torna-se insano o profissional, tanto engenheiro quanto o arquiteto, que se aventura a projetar estruturalmente um edificio sem ter feito mais cursos especializantes e esclarecedores! Seja projeto estrutural ou elétrico ou qualquer outro, o arquiteto tem sim capacidade conferida pelas cadeiras cursadas durante período acadêmico, estágios, muitos, e posteriormente por cursos especializados! Infelizmente, o engenheiro, por ter passado a faculdade inteira preso à calculos estruturais, acredita ser mais capacitado que o arquiteto, para esses, sinto lhes dizer que NÓS ARQUITETOS, SOMOS SIM TÃO CAPAZES QUANTO OS ENGENHEIROS, pois estudamos e nos especializamos tanto quanto voces. Espero que um dia, essa DISCRIMINAÇÃO PROFISSIONAL chegue ao fim.
    Fico muito feliz por hoje ter um conselho que esteja ordenando as coias e dando vez ao ARQUITETO URBANISTA!!!

    • Ola Melina, bom dia!

      Gostaria de saber o porquê de um Arquiteto poder fazer todos os projetos prediais, mesmo tendo em alguns casos estudado apenas superficialmente algumas disciplinas, quando comparado aos Engenheiros, e o recíproco não ser verdadeiro, ou seja, os Engenheiros, mesmo tendo estudado superficialmente algumas cadeiras quando comparado aos Arquitetos, não terem o mesmo direito.

  157. ..ENTRETANTO, CONCORDO QUE A ARQUITETURA ESTA EQUIVOCADA QUANDO TENTA DELIMITAR TODOS OS PROJETOS DA AREA DE CRIAÇÃO, UMA VEZ QUE EXISTE UM GRANDE INDICE DE CONTRATANTES QUASE SEMPRE INSATISFEITO PELA DEMORA NA ELABORAÇÃO DE PROJETOS. O MUNDO É NOSSO? VAMOS OPERAR TBEM?
    ..DURANTE MEU CURSO PUDE TER ACESSO APENAS A DUAS MATERIAS DE ARQUITETURA DE INTERIORES!E VCS ACHAM MESMO QUE SOMOS MELHORES E OU MAIS IMPORTANTES POR CONTA DO TITULO???
    ..INTERIORES DEVE SER DESENVOLVIDO POR PROFISSIONAIS QUE ATENDÃO ANCEIOS DA ÁREA!NÃO ENGOLIREMOS O MUNDO POR FAVOR!!
    ..FIZ UM TÉCNICO EM INTERIORES QUE TENHO CERTEZA QUE MUITAS ACADEMIAS NEM TEM NOÇÃO DO QUE É ESTE NOVO MERCADO!ACORDA COMPANHEIROS!!!

  158. Esta questão está longe de ser resolvida…
    É só ler a lei para compreender!

    LEI Nº 12.378, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010.

    Art. 3º …
    § 4º Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urbanistas contradizerem normas de outro Conselho profissional, a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos.

    § 5º Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o § 4º ou, em caso de impasse, até que seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a maior margem de atuação.

    Me parece que não basta apenas o CAU querer (unilateralmente) exclusividade para tais atribuições e simplesmente editar uma nova Resolução. O “impasse” citado no § 5º só começou…

  159. Ridículo, simplesmente ridículo, se temos as disciplinas que nos qualificam pra projetarmos uma edificação, porque não podemos mais realizar tal função? Querem a resposta? Porque os arquitetos estão perdendo espaço para engenheiros, imaginem só se os administradores resolvem fazer o mesmo: a partir de 2013 empresas só podem ser administradas por pessoas formadas em administração. É inacreditável as bobagens que inventam, o designer não poderá mais fazer projetos de interiores, se não for arquiteto. Por que inventaram então o decreto regulamentando que o profissional só poderá exercer a profissão nas cadeiras que foram cursadas durante a graduação. Controversas da lei. Se for assim deveriam privar os arquitetos de assinar projetos estruturais, de incêndio, hidrossanitário, elétrico, orçamentos entre outras disciplinas que são ofertadas em um grau muito inferior ao da engenharia.

  160. Simplesmente ótimo Essa Lei Nada Mais Que Colocar As Coisas Como Deve Ser, Agora Falta Os Arquitetos Se Especiar E Irem A Campo Para se Colocar Definitivamente Como Gestores De Obras Pois E Assim La Fora la A Figura Obrigatoria Em Uma Edficacao É O arquiteto E O Engenheiro Presta Acessoria Quando Necessario.

  161. Darci Pereira da Luz, RS

    Se na prática do dia a dia isso for prá valer, e acredito que sim, ainda que possa demorar um pouco, a existência do CAU já se justifica. Há trinta anos “disputo” essas atribuições com os engenheiros.

  162. Arquiteto que é arquiteto, sabe que precisa trabalhar em conjunto com outros profissionais e não querer concentrar todas as atividades em si mesmo. A atividade de design de interiores é suma importância atualmente, já que os ambientes estão cada vez mais compactos.
    A atividade do designer de interiores está relacionada com à do arquiteto, sem, contudo, confundir-se com ela. A Classificação Brasileira de Ocupações – CBO realizada pelo Ministério do Trabalho e do Emprego,identifica distintamente as profissões de designer de interiores (código 2629) e
    a de arquiteto (código 2141)e também os técnicos em design de interiores de nível médio (código 3751).

  163. e cadistas projetistas que trabalharam anos com arquitetos adquirindo experiencia para tal função? pode projetar supervisionado por um arquiteto ou engenheiro que se torne responsavel tecnico pela obra?

  164. Os colegas do CAU estão equivocados, brigam por pouco, desconhecem questões de maior relevância, os Engenheiros Civis, pelo menos quando me formei tinham em sua grade curricular cadeiras relativas a desenho de arquitetura, planejamento e projeto de arquitetura, urbanismo, topografia, saneamento, estradas, transportes, construção civil, etc, que, então quem tivesse gosto ou oportunidade iria trabalhar nesta áreas que são afins aos Arquitetos, assim como estes trabalhariam em áreas de estruturas, para fazer um loteamento de saber de geotécnica, que não é visto nas faculdades de arquitetura.
    Colegas do CAU dirijam o foco nas questões centrais, sou Perito Criminal e vejo que o estado exclui o Arquiteto dos concursos como aconteceu na PC do Rio e PF, e tem pericias tipicas para arquitetos e ou engenheiros civis, como parcelamento irregular do solo, crime contra o patrimônio artístico e paisagístico, etc, que na falta de profissionais, sejam arquitetos ou engenheiros civis, colocam bíologos, químicos, veterinários, etc.

    • Bom dia Sidney,
      É uma pena que nós arquitetos sejamos excluidos dos concursos públicos, mais uma vez ressalto a descriminação profissional existente em nosso país mas devo lhe dizer que a cadeira de geotécnica faz parte sim do currículo acadêmico de um arquiteto, acho super importante que um arquiteto saiba das condiçoes do solo previamente ao projeto de construção e isso nós temos, pelo menos os arquitetos que são formados pela UGF-RJ.
      Obrigada.

  165. Netúlio A. Fioratti, SP

    Pelo menos o MEC nas DCN parece entender bem as competências de cada profissional. Já os conselhos de classe parecem querer ver o circo pegar fogo com suas resoluções sensacionalistas, elaboradas em benefício próprio a partir de brechas deixadas intencionalmente por uns que legislam em causa própria. Quem perde é a sociedade, que deveria ser protegida pelos conselhos. Uma pena.

  166. Boa Tarde, no Art. 2º da resolução 51 de 12 de julho de 2013 diz que projeto de parcelamento do solo mediante loteamento é uma atribuição privativa de arquiteto e urbanista. E quanto a parcelamento do solo mediante desmembramento e remembramento?
    Obrigada.

  167. por que nao se faz um exame para comprovar se tal profissional esta capacitado ou nao para exercer tal função? por exemplo o que queira projetar a parte de paisagismo faria um exame especifico, o que quizesse atuar tambem fazendo projeto arquitetõnico faria questõs especificas nessa área. ai sim se provaria quem esta apto ou não, existem muitos formados que não trabalham bem, um diploma por si só define tudo??

  168. Senti vergonha alheia e de categoria ao mesmo tempo! Uma arquiteta se fazendo a pergunta se economista tinha a ver com o processo de Planejamento Urbano. É óbvio que sim! E, outra, Arquiteto tem sim entendimento sobre traçado de vias, malha viária e malha URBANA. Arquiteto é o QUALITATIVO e não apenas o bitolado em cálculo! É de conhecimento geral que os paradigmas urbanos onde predominou o “Engenheirismo” acarretaram na produção de cidades deficientes, pois o cálculo em si, o racionalismo geométrico em si não garante a QUALIDADE AMBIENTAL, VISUAL, CONCEITUAL etc. Estamos falando de qualidade. O problema é que muita gente não entende a diversidade do perfil de um Arquiteto. É engraçado, mas existe ARQUITETO-GEÓGRAFO, ARQUITETO-ANTROPÓLOGO, ARQUITETO-ENGENHEIRO ESTRUTURAL, ARQUITETO-ELETRICISTA, ARQUITETO-DESIGNER DE INTERIORES, ARQUITETO-AGRIMENSOR, ARQUITETO-GEOTECNÓLOGO etc. O meu depoimento é que sou Arquiteta, Mestre em Arquitetura e Urbanismo com ênfase em planejamento urbano, Téc. Em Edificações, Especialista em Geotecnologias.. . Fui contratada pra trabalhar com projeto naval. Disto tudo, tenho a plena convicção de que Arquiteto é o (a) CARA, a peça-chave “multidisciplinar” que quer incessantemente entender e construir espaços com qualidade. O seu papel é PROJETAR ESPAÇOS, de todas as escalas possíveis. Nem o céu é o limite!

    • A verdade é que ha muito o que se discutir sobre o assunto, em vez de dividir deveriam integrar os trabalhos com caracteristicas em comum. todos ganhariam inclusive a sociedade. que citam como o foco os defendidos dessas atribuiçoes novas aí.

    • Boa noite,
      Concordo plenamente com você Gisele, em poucas palavras c=você pode sintetizar o espirito do arquiteto!
      Também sou arquiteta no RJ e desde a faculdade sou atraida pelo projeto urbanistico e venho estudando muito sobre o assunto, inclusive estou fazendo pós na área e tenho percebido que a maioria dos problemas não só urbanisticos, mas ambientais e até de saúde, que a população presencial atualmente foi / é provocado por erros ou a falta dos devidos cuidados de projetos planejados e executados por engenheiros, principalmente no que se diz em relação ao projeto sanitário, responsável potencialmente pelos problemas de esgotamento sanitário, os alagamentos.
      Acredito que o arquiteto tenha uma visão mais abrangente em todas as fases do projeto, onde podemos visualisar os problemas antecipadamente quanto aos projetos complementares.
      Fico feliz em saber que existem profissionais como você e eu capazes de pensar o meio para todos, e não somente para os edifícios e estradas.
      Parabéns.
      Melina da Silva_Arquiteta e Urbanista_RJ

  169. Tudo isso é provocado porque os profissionais não tem a consciência do que são ou não aptos a fazer. Eu tenho plena consciência de que como engenheira civil no máximo tenho a capacidade de fazer projeto arquitetônico de casa de padrão popular, bem simples,afinal, foi só essa a noção de projeto arquitetônico que tive na faculdade, uma base, sem todos os estudos de luminosidade, volumetria, etc., que os arquitetos fazem, então, no máximo é isto que devo fazer, mas prefiro que isso ainda fique para os arquitetos, afinal, eles estudam para isso. Mas são 2 pesos e 2 medidas iguais. Assim como eu, como engenheira,tendo tido cadeira de arquitetura na faculdade, não vou fazer projeto arquitetônico, os arquitetos, tendo cadeiras de elétrica, hidráulica e estruturas, não deveriam projetar esses complementares. Portanto, concordo que os arquitetos tenham exclusividade em fazer projetos arquitetônicos, só que ao mesmo tempo que a resolução está definindo o que é exclusivo para arquitetos, deveria também, pautar o que os mesmos não podem fazer. Mas ainda acho que deveria era ter uma limitação de área, engenheiros só podem fazer projetos arquitetônico até xx m², assim como arquitetos só podem fazer projetos hidrossanitários(ex) de até xx m².

    • POis esta equivocada existe uma coisa chamada educação continuada, tu tens na universidade os primeiros conhecimentos que te dão condições de após a diplomação continuar tua formação nas áreas com que tu te identificas no mercado de trabalho. Não se fica parado no tempo. Portanto continue sua formação através de cursos de pós graduação mestrado etc, e não se preocupe com limites, seja competente no que faz e o mercado lhe responde favorávelmente.

  170. Parabéns ao CAU, valorizando o profissional que infelizmente e desconhecido no Brasil.

  171. Não aparece nas habilidades do arquiteto a segurança do trabalho.O que acho otimo não incluir mesmo já que nessa área tem muita responsabilidade de calculo que só deve caber ao engenheiro, principalmente no dimensionamento do combate a incendio.

    • Daniel Albuquerque, RJ

      Segurança do Trabalho é uma pós graduação tanto para formados em Arquitetura e Urbanismo quanto para Engenharias (seja qual for a especialidade). Portanto, nada tem a ver com o tema.

    • Caro Sérgio, só para te deixar informado, para elaborar projetos de proteção e combate a incêndio e pânico tanto o Engenheiro quanto o Arquiteto terá que se especializar através de uma Pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho.
      Qualquer Engenheiro sabe disso.

    • Carlos Capuchinho, SP

      Abel, até concordo com a explicação mas no estado de São Paulo, com certeza, e se não me engano nos outros estados também o Projeto de Proteção e combate a incêndios é aprovado no Corpo de Bombeiros com a responsabilidade técnica de um Arquiteto ou Engenheiro Civil.
      Acho que tal situação é em função do CREA nunca se preocupar com a situação, visto que não é tão difícil encontrar Engenheiro Civil emitido ART de projeto elétrico, prerrogativa de Engenheiro Elétrico.

  172. Se não me engano, este Conselho é o de Arquitetura….se já nos desvinculamos do CREA, porque tem Engenheiro aqui dando pitaco?

  173. Então fica combinado. Os profissionais da área tecnológica “racham”, e os leigos e “gatos” deitam e rolam.
    O “Sombreamento” das atividades técnicas profissionais sempre existiram e agora o CAU isolado de todas as outras áreas vem com essa de exclusividade. E a lei 5.194/66, revoga-se ??

  174. Acho que cada um na sua área é o certo, o engenheiro precisa do arquiteto assim como o arquiteto precisa do engenheiro. Os cursos podem ter matérias parecidas, mas a APROFUNDAÇÃO é diferente. O Arquiteto tem que ter um certo conhecimento de elétrica, de edificações, claro que sim. Afinal ele está arquitetando, ele não pode querer construir uma casa e não ter o solo adequado, e as vigas de forma correta e isso quem entende MAIS é o engenheiro. O arquiteto pode saber sobre acústica e iluminação, mas não vai saber como se faz para ter o efeito pretendido. Minha irmã é Arquiteta, meu cunhado é Engenheiro Civil e meu namorado é Engenheiro Elétrico. Convivendo com todos e vendo os ramos de atuações, vejo que nenhum conseguiria fazer totalmente a parte do outro.
    Eu estou fazendo Design de Ambiente na UEMG. Aqui, esse curso dura 4 anos e é considerado nível de bacharelado. Mas nós não podemos assinar nenhum projeto arquitetônico e nada que ultrapasse nossos conhecimentos. Concordo com isso, nós aprendemos muitas coisas, não só de decoração como a maioria pensa, mas eu não considero um curso completo que nos dê base para assinar nada que precise de conhecimentos de edificações. Depois que terminar, pretendo fazer arquitetura, para aí sim, ter um conhecimento total do assunto. Mas meus colegas que quiserem ficar apenas no Design terão o meio de atuação deles e pronto. É cada um com o seu trabalho. Não concordo e nem discordo de tudo o que essas leis falam.
    Att.
    Mariana Loures

  175. Fábio (arquiteto), RS

    pelo que li, em um primeiro momento segue o mesmo.
    segue parte do art. 3º da lei 12378:
    § 4o Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urbanistas contradizerem normas de outro Conselho profissional, a controvérsia será resolvida por meio de resolução CONJUNTA de ambos os conselhos.

    § 5o Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o § 4o ou, em caso de impasse, até que seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a MAIOR MARGEM de atuação.

    resumindo, ainda terá muita batalha judicial até que sejam resolvidas as questões e nós, arquitetos, engenheiros, técnicos ou designers, continuaremos dividindo as atribuições.

    Bom dia a todos.

  176. Edmir Saores Filho, PR

    Caros Colegas, vejo que esta resolução 51, foi baseada em um resolução já feita pelo CONFEA através da Resolução 1010, de 2005. Analisem as atividades listadas para cada profissional já estavam definidas.

  177. Daniel Albuquerque, as resoluções estão abaixo das leis, então as leis continuam estabelecendo as atribuições dos profissionais, não vai ser o CAU que vai definir o que o Engenheiro pode ou não fazer.

    DECRETO Nº 23.569 DE 11 DE DEZEMBRO DE 1933.
    Art. 7º As atividades e atribuições profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em:

    a) desempenho de cargos, funções e comissões em entidades estatais, paraestatais, autárquicas, de economia mista e privada;

    b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária;

    c) estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, perícias, pareceres e divulgação técnica;
    ———————————————

    LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966.
    SEçãO IV

    Atribuições profissionais e coordenação de suas atividades

    Art. 7º As atividades e atribuições profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em:

    a) desempenho de cargos, funções e comissões em entidades estatais, paraestatais, autárquicas, de economia mista e privada;

    b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária;

    c) estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, perícias, pareceres e divulgação técnica;

    • Alexandre Torres, MT

      Quer dizer que como Arquiteto eu posso fazer projetos como Agrimensor? Podemos projetar pontes? Viadutos? Estradas? Etc??? A Decreto 23.596/33 e a Lei5.194/66 são genéricas meus amigos; e tratam todos iguais sem detalhar nada! Cabem aos Conselhos detalhar as atribuições específicas dos profissionais de cada área específica.

    • Disse tudo

    • Daniel Albuquerque, RJ

      Exatamente, Alexandre Torres – MT. A legislação é genérica e a resolução é aquela que regula as coisas. Enfim, O ponto é justamente isso, existem atribuições que são especificas para determinadas profissões. Arquiteto -> projeto de arquitetura e urbanismo, além das outras determinações nessa resolução 51. Engenheiro Civil -> projetos de obras de arte: pontes, viadutos, diques. Arquiteto e Engenheiro Civil -> instalações prediais, sistemas estruturais de edificações, topografia, etc. Engenheiro Eletricista ->projeto de instalações acima de baixa tensão, não excluindo esta. Engenheiro Mecânico -> projeto de elevadores.
      No fim das contas, é uma organização das atribuições.

  178. Tem mesmo é que “separar” as duas profissões. Em alguns casos, certas atividades podem até serem compartilhadas entre as duas profissões, mas como o colega disse: cursar cadeiras no “nível fácil” não da muita base para trabalhar na área. Por isso, projeto de arquitetura só com os arquitetos, certo!

  179. Daniel Albuquerque, RJ

    Prezados,

    Primeiramente, é importantíssimo que todos leiam a resolução 51 nesta mesma página, mas para facilitar, segue o link de novo: http://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2012/07/RES51-2013ATRIB-PRIVATIVAS20-RPO-1.pdf

    Segundo, o que o CAU fez foi organizar as atribuições dos Arquitetos e Urbanistas e colocar PRIVATIVAS aquelas dentro dos campos de atuação: I – DA ARQUITETURA E URBANISMO, II – DA ARQUITETURA DE INTERIORES, III – DA ARQUITETURA PAISAGÍSTICA, IV – DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO CULTURAL E ARTÍSTICO, V – DO PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL, VI – DO CONFORTO AMBIENTAL. Portanto, dentro desses campos os subitens descriminados são sim atribuições Privativas (ou seja, exclusivas).

    Em relação aos outros projetos no que tange EDIFICAÇÕES (friso isso, pois obras de arte, isto é, pontes, viadutos, etc, não entram nesse conjunto e são exclusivas de engenheiros civis), arquitetos e engenheiros civis podem fazer instalações hidrossanitárias, elétricas (de baixa tensão! Portanto, para sistemas que tenham subestação, ainda são competência exclusiva de engenheiros eletricistas), sistemas estruturais.

    Portanto, o que foi regulamentado são aquelas áreas de atuação listas acima consoantes à Arquitetura e Urbanismo! Engenheiros Civis continuam tendo exclusividade para fazer obras de arte como projetos e execução de obras de diques, pontes, viadutos, etc.

    Vejam, que não é uma questão de embate entre conselhos e profissionais, mas sim de organização das atribuições a partir das análises curriculares dos cursos de nível superior que atuam nessas áreas.

    • Muito bem colocado caro colega. Estava mais do que na hora para que essas atribuições fossem regulamentadas. Todas são justas e merecidas, devem ser realmente exclusivas para os profissionais na área de Arquitetura e Urbanismo.

    • Nada a ver!!!!

    • Daniel Albuquerque, RJ

      ebenezer – AL, enuncie seu discurso para ai sim termos um diálogo. Apontar que não tem “nada a ver” é muito vago.

  180. Mas essas são normativas pros arquitetos.. Isso não quer dizer que os engenheiros não podem exercer essas funçoes..

  181. É tanto comentário prepotente, é tanta gente olhando para o seu próprio umbigo, tantos dizendo mal disso ou mal daquilo, por quê?
    A função da engenharia e da arquitetura não é servir a sociedade? Ao invés de buscar soluções de melhoria, buscam o rompimento e a quebra de comunicação entre profissões?

    O que eu li de comentários “Quer fazer projeto? Estude 5 anos… seja registrado no CAU… blá, blá…” A questão, muito mais do que a resposta, foi a maneira como ela foi colocada. Parece aquelas discussões de 8ª série do fundamental, lembram?

    Sou acadêmico de Eng. Civil. Acredito que essa discussão ainda vai longe. Para constar, discordo dessa resolução. Mas enfim, quero conta um caso, bem rapidinho!
    Estava batendo um papo com uns engenheiros que tem construtoras e eles estavam reclamando que pegavam estagiários do ÚLTIMO ano de Arquitetura e Urbanismo de uma faculdade daqui (faculdade essa que tem projeto arquitetônico nos 5 anos de curso), e os caras reclamavam que os caras mal sabiam projetar no AutoCAD. E aí? Esses estagiários iriam se formar em 6 meses ou 1 ano.
    Da mesma maneira, tenho colegar da faculdade que projetam muito bem!

    A questão é tão mais profunda que essa briga, sabe? E aí, ao invés de cooperar, não, buscam a separação. Então, chego aqui e leio umas baboseiras que me fazem ficar preocupado com o nível dos profissionais que estão atendendo a sociedade.

    • Alexandre Torres, MT

      Ainda dá tempo de fazer Arquitetura Thiago; pense nisso!!!

    • Amigo, baboseiras são essas que vc mencionou.

      1 – Que Autocad pra arquiteto não é obrigatório, é exigência de mercado. Arquiteto que é arquiteto desenha a mão mesmo.
      Muitas cadeiras de CAD não são obrigatórias em muitas faculdades.

      2 – Teu colega deve ser um ninja , pq ele consegue projetar um arquitetônico bem em toda sua plenitude tendo pago apenas uma cadeira de (desenho arquitetônico). Além do mais, engenheiro que projeta bem é engenheiro frustado com a profissão que tem, pq nunca foi atribuição de engenheiro projetar arquitetura.

    • Projetar não é saber desenhar no CAD…projetar vai muito além disso…se fosse desenhar em CAD qualquer cadista seria Arquiteto…Quando lá na Faculdade fazemos as 10 matérias de projeto arquitetônico, sem contar as de projeto urbano, paisagismo, interiores, analise critica, historia …não é o CAD que é avaliado e sim as soluções que usamos e como isso é inserido na sociedade e no meio urbano…quando projetamos uma edificação,não apenas desenhamos ela, nós a inserimos no meio urbano…esse é o questionamento que o arquiteto tem em relação a engenheiro projetar…

    • Thiago,

      assim como outros profissionais que não são da arquitetura, você está confundindo desenho técnico com projeto.
      Acho que essa é uma das grandes provas da falta de formação dos profissionais não arquitetos para a atividade de projeto arquitetônico: sequer sabem do que se trata; confundem desenho técnico com projeto.

      Além disso, essa resolução do CAU não cria nenhuma novidade legal. Essa divisão de atribuições já estava feita, pela Lei 5194/66 e pelas Resoluções 218/73 e 1010/05, do CONFEA. A única coisa que o CAU está fazendo é deixar claro algo que já estava definido, mas os CREAs se recusavam a fazer cumprir.

  182. No curso de Administração existem cadeiras de direito, de contabilidade etc. No curso de Pedagogia existem cadeiras de Psicologia. Mas nem por isso o Administrador pode atuar como advogado ou contador e o pedagogo como psicologo. Essa multidisciplinaridade das grades curriculares existem para que não façamos absurdos por falta de conhecimento. Para algumas especialidades adquirimos somente conhecimentos básicos.
    Os Engenheiros Civis fazem cadeiras de desenho técnico, alguns de projeto arquitetônico, mas a atribuição não é essa.
    Me desculpem os que buscaram possuir mais conhecimentos para executar essa atribuição fazendo uma especialização ou curso, mas vejam bem… se eu fosse Arquiteta e fizesse uma especialização em direito ainda assim não seria advogada!!!
    Parabéns ao Cau que em 1 ano está fazendo o que o Crea não fez em 100!!!

    • Arqª Carolina Santini, SC

      Excelente colocação Saandy!

    • Concordo plenamente pois penso da mesma forma. No curso de Direito paga-se Ciência Política, Sociologia, Antropologia, Filosofia, Economia e mesmo assim o aluno só poderá exercer a profissão relacionada ao Direito. A disciplina de projeto paga pelos alunos de engenharia é apenas para que os mesmos possam interpretar o que o arquiteto elabora.

  183. Olá Rapaziada,
    Sou tecnico em design de interiores, artista plastico pela universidade federal e estudante de arquitetura, e preciso saber acerca dos projetos de interiores se agora estarei refem da conclusão do meu curso ou não.
    Obrigado!

  184. Arq. Daniel Paes, BA

    Parabéns à categoria por esse importante passo dado rumo a organização do nosso campo de atuação.

    Arq. Daniel Paes.

  185. Acho cômico alguns dos comentários…. “eu posso isso, você pode aquilo” “seu conhecimento é muito básico” tudo prepotência.. quando no final tanto nós Arquitetos quanto os Engenheiros precisamos trabalhar em EQUIPE, e isto a meu ver deveria começar na própria Universidade através de um TCC integrado com todas a disciplinas; Arquitetura, Estrutura, Elétrica, Hidráulica, etc…E todo mundo apresenta junto. Acho que se colocasse todo mundo para trabalhar em equipe ia ficar bem claro o que cada um sabe e não sabe fazer.
    O nível de conhecimento técnico de hoje é muito extenso para alguém poder dizer que “faz tudo”.
    Quer fazer projeto Arquitetônico ?
    Beleza, porque não criar um exame ou uma série de exames obrigatórios para os formados em Arquitetura e Urbanismo e opcional para os formados em Engenharia Civil\Técnico em Edificações, etc (que desejarem por exemplo fazer Projeto Arquitetônico), passou nesse exame, está apto a exercer a disciplina.
    Obviamente o conteúdo/exigência da prova ia se basear no conteúdo ministrado e na carga horária cursada do curso de ARQUITETURA, além de ser elaborada por Arquitetos. O mesmo se aplicaria ao Arquiteto que desejar fazer projeto de hidráulica ou de elétrica ou de estrutura, ou do que for.
    Porquê impedir o profissional de exercer um conhecimento que ele “afirma” possuir ? Cada um sabe a inteligência e formação que teve.
    Claro que tem o outro lado da moeda, você agora tem mais RESPONSABILIDADE TÉCNICA.

    • concordo plenamente com vc. um exame diria se o profissional estaria apto ou não a fazer tal função. ele diria que faz e o exame provaria que faz. estava resolvido.

    • Daniel Albuquerque, RJ

      Claro que os critérios de avaliação são diferentes nas instituições de ensino, mas no fim das contas independente do profissional que você seja, não existe uma série de provas, avaliações, etc, para averiguar o conhecimento adquirido na disciplina do curso em questão? Não é feito um TCC para a obtenção de diploma, ENADE e mais sei la o quê?
      Acho que isso já é o suficiente para dizer que o profissional está apto a exercer o que diz em seu diploma, sem falar que se o profissional julgar que não está apto a fazer tal função ele simplesmente tem a prerrogativa de dizer não.
      Existem Engenheiros Civis que trabalham com obras e não com projetos e nem os fazem. Outros são denominados calculistas de estruturas e não sabem gerenciar um canteiro de obras. Um arquiteto pode ser um execelente projetista de arquitetura e não conseguir desempenhar uma função de coordenação de projetos.
      Enfim, existem aqueles que fazem melhor determinadas funções do que outros dentro o rol de atribuições que lhe são atribuidas.

  186. Respondendo ao Victor, isso é o mais sensato com certeza, mas se a lei restringe isso aos engenheiros, de que adianta?! Agora, a criação do CAU e essa resolução foram uma jogada para tirar burocratizar ainda mais o proprietário que vai ter de ficar atrelado à vários profissionais e o pior, demorar mais para resolver um problema de compatibilização por exemplo.

  187. Gostaria de saber se o CAU vai comunicar as prefeituras e orgãos públicos sobre essa resolução. Não adianta fazer a resolução e guardar na gaveta.
    E é o balcão das prefeituras o melhor lugar para fiscalizar se estão respeitando as atribuições provativas. Nossos colegas que analisam projetos é que devem barrar os processos que dão entrada sem o profissional responsável.

    • Alexandre Torres, MT

      Perfeito Eduardo, acabei de entrar no canal da Ouvidoria do CAU fazendo essa mesma pergunta. Caso a CAU não faça isso, solicitarei ao Sindicado e a Associação da minha cidade e Estado que façam cumprir a Resolução sob pena de negligência. Também farei um comunicado ao Ministério Público caso isso não aconteça.

  188. Carlos Capuchinho, SP

    Projeto de Proteção e Combate a Incêndio poderá ser efetuado por arquiteto? hoje, pelo menos no estado de São Paulo, o Corpo de Bombeiro aceita tanto o Projeto efetuado por Engenheiro Civil ou Arquiteto e Urbanista

    • Caro Carlos, para elaborar projetos de proteção e combate a incêndio e pânico tanto o Engenheiro quanto o Arquiteto terá essa prerrogativa, basta que possua Pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho.

    • Carlos Capuchinho, SP

      Abel, estou cursando no momento Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho por achar esta situação a mais correta, mas no estado de São Paulo o Projeto de Proteção e Combate a Incêndios e aprovação junto ao Corpo de Bombeiro com a responsabilidade técnica de um Arquiteto ou Engenheiro Civil.

  189. Quer dizer que os cursos de Paisagismo e Design de Interiores da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ não servem para nada? Que os formados não podem exercer a profição?

  190. Essa decisão contribuirá para aumentar o fosso entre categorias profissionais que deveriam conviver em harmonia.Teremos muitos embates e isso será inevitável. Uma busca rápida nos sites dos cursos de Arquitetura e Urbanismo revelará que várias das atribuições que o CAUBR define como exclusivas dos arquitetos sequer constam nas grades curriculares ou quando constam são apêndices sem a devida importância. Acessibilidade e Ergonomia são dois exemplos. Os melhores livros sobre Acessibilidade e Ergonomia são de autoria de Engenheiros. E aí? É justo rtirar-lhes o direito de projetarem o que ensinam?
    Pela regra, toda a parte de projetos, compatibilização com projetos
    complementares e qualquer função técnica relacionada à elaboração ou
    análise de projetos só podem ser realizadas por profissionais
    registrados no CAU. Acho que essa decisão é equivocada por isolar os profissionais que executam os projetos e também pelo fato do tema não ser ainda abordado com a ênfase QUE AGORA SE MOSTRA NECESSÁRIA nos cursos de Arquitetura.
    Vejo problemas também na exclusividade no que diz respeito aos projetos de Arquitetura de Interiores uma vez que os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia formam profissionais de nível superior em Design de Interiores. Há também os cursos de Design com formação nessa área. Acredito que o assunto não se encerrará sem uma boa e construtiva discussão.
    Sou Desenhista Industrial desde 1985, professor de Desenho Técnico e Arquitetônico para os cursos de Arquitetura e Engenharia na Universidade Federal de Campina Grande e há três anos incluo Desenho Universal e Acessibilidade nos conteúdos, como recomendado no Decreto Federal 5.296 de dezembro de 2004 PARA OS CURSOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA. Sou autor de uma proposta de Plano de Acessibilidade para Campina Grande, apresentada em audiência pública em junho passado. Sou o propositor e partícipe do grupo que está elaborando a proposta de criação da Comissão Permanente de Acessibilidade da Universidade Federal de Campina Grande e da cidade de Campina Grande.Pela decisão do CAUBR,eu,que ensino para futuros arquitetos e engenheiros não estou apto para conduzir um projeto sobre acessibilidade? Onde está o sentido disso?

    • A maior referência em ERGONOMIA NO PAÍS e citado no exterior é o professor ITIRO IIDA que já lecionou aqui em Campina Grande, no Departamento de Engenharia Mecânica. Por essa definião do CAU, um cidadão com o currículo desse calibre(Link para Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2995995964333970) autor da mais importante publicação do assunto, NÃO PODERIA SER AUTOR DE UM PROJETO DE ERGONOMIA?????????? Isso faz sentido? Não é uma usurpação de competência? Vejam um resumo do currículo do professor;

      Possui graduação em Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo (1965), graduação em Fisica pela Universidade de São Paulo (1966) e doutorado em Engenharia (Engenharia de Produção) pela Universidade de São Paulo (1971). Atualmente é professor adjunto da Universidade de Brasilia, no curso de Desenho Industrial. Tem experiência na área de Engenharia de Produção e Desenho Industrial, com ênfase nos seguintes temas: ergonomia, planejamento estratégico, gerência industrial, desenho industrial, projeto de produto. (Texto informado pelo autor)

  191. Tudo pelo interesse próprio. Estão esquecendo da verdadeira realidade. 90% das obras fiscalizada em Rondonia não tem responçavel tecnico. E ai? Vão derrubar ou assinar uma obra iniciada se projeto? Obras essas de pequeno padrão. Outra coisa, essa coisa de iluminação é a maior besteira, (janela tem que ter tal tamanho!!) volta la na casa que pedirão uma baita janela devido o quarto ser grande, se não tem uma cortina maior e escura. Ou até mesmo o arquiteto pediu pra colocar, ou o designer, pra decorar. A realidade é outra, estudar é necessário, mas ser realista é fundamental.

  192. E COM RELAÇÃO AOS DESIGNERS DE INTERIORES?
    POIS NA NOSSA ÁREA FAZEMOS BASTANTE REFORMAS, CLARO, QUE SEM REMOVER PILARES, VIGAS, ETC…
    NÃO FAZEMOS DECORAÇÃO E SIM UM CONJUNTO QUE ENGLOBA O EM TODO
    ATÉ QUE LIMITE ESTÁ DESIGNADO PARA OS DESIGNERS?
    OBRIGADA!

  193. Para o pessoal do CAU/BR.
    As atuações restritas a Arquitetos e Urbanistas, no caso de conflito com outras profissões, foram impostas pelo CAU ou houve acordo com os demais Conselhos?

  194. Uma grande perda de tempo e de recurso é essa briga, essa resolução só vai aumentar o abismo entre as profissões, quando na realidade deveríamos trabalhar unidos, para um país melhor,afinal 3 matérias de estruturas e 1 de instalações não preparam um arquiteto pra o projeto estrutural de um edifício ou fazer um projeto elétrico de um hospital por exemplo, assim como 1 ou 2 matérias de desenho técnico não preparam um engenheiro para projetar um hotel ou um hospital. Agora fico imaginando o pobre coitado que vai construir a sua casinha de 60 m² tendo que contratar um engenheiro civil, um engenheiro elétrico, um arquiteto e um design de interiores , para projetar a sua casa, o mercado se encarrega de eliminar os maus profissionais, e quem fizer mau feito deve ser punido ir pra cadeia é isso que devemos cobrar dos conselhos punição , evitar que pedreiros e caneteiros continuem impunes o resto é baboseiras sem futuro é jogar álcool na fogueira das vaidades.

  195. Leva a mal não, mas algumas questões tais como paisagismo, direção, supervisão e fiscalização de obras referentes a preservação do patrimônio histórico, cultural e artístico até concordo… agora parcelamento de solo, relatorio tecnico de memorial descritivo e ainda por cima PROJETO ARQUITETÔNICO, me polpe.

  196. Como estão perdendo espaço no mercado, eles estão apelando para tudo, inclusive prejudicar o trabalho dos outros!

  197. Resumo da ópera: Eles (ARQUITETOS) podem TUDO e nós, DESIGNERS de INTERIORES não podemos quase NADA, mesmo tendo o conhecimento suficiente para derrubar ou criar uma parede. Pra que que nós pagamos disciplinas como ELEMENTOS CONSTRTUTIVOS, CONFORTO AMBIENTAL… por exemplo? Só para chegarmos na obra e não chamar PILAR de COLUNA? Será que SEMPRE terei que me enganchar com arquiteto, caso haja uma parede em meu caminho?? rsrs…Essa limitação me angustia.

    • boa colocação a sua Messias

    • Faça o curso de Arquitetura e Urbanismo e seja plenamente capacitado.

    • Alexandre Torres, MT

      Messias, não quero te desanimar más…. contrate um Arquiteto para resolver seu problema ou…. faça um curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo. É ótimo!!!!

    • Aposto nessa nova situação do Arquiteto Urbanista, acredito e concordo!
      O que não dá para acontecer mais é essa demanda de Engenheiros, que além de se expressarem com soberania por suas matérias de cálculos,acharem que essas caixas de fósforos compactas e lucrativas são projetos arquitetônicos, coisas que nós como arquitetos temos o pleno conhecimento que isso não é Arquitetura.
      Também venho aqui com a cara e a coragem defender a ética da Arquitetura, tem muito arquiteto só querendo ganhar dinheiro, desenvolvendo “projetos” só lucrativos sem nenhum senso, defendo com garras e dentes a nossa profissão e isso não é justo!

    • faça um curso de Arquitetura, valerá MUITO, e te VALORIZARÄ muitomais.

  198. Se for pelas matérias estudadas em sala, de que adiantou 2 anos estudados de Desenho técnico e Arquitetura na minha graduação?! Agora, os arquitetos cursam o equivalente em estruturas e podem dimensionar?? Trágico quanto cômico isso!

    • muito polemico esse caso.O SENSATO É ISSO, SABE FAZER?, CONSEGUE PROVAR QUE SABE??? ENTAO FAÇA!!!

    • Stephanie,

      não cursamos o equivalente em estruturas. Cursamos 8 disciplinas de estruturas, além de aplicarmos isso em 8 disciplinas de projeto. Fora uma série de outras matérias técnicas, nas quais se vê várias questões estruturais.

    • Arquitetos cursam o equivalente em estrururas para sua ocupação! Que é voltada para a acupação e moradia do homem no espaço… Assim como engenheria cursa o equivalente a para a realizar funções que competem somente a area, tais: construções de pontes, portos, rodovias, entre diversas obras que considero “master” para isso o devido conhecimento em estruturas, calculos, etc.
      Chega ser desnecessário tamanho impasse quando se parcebe pela própria formação qual profissional é apto a realizar tal função. Nunca se viu um arquiteto projetar uma ponte ou algo do tipo justamente por seu conhecimento ser limitado a esse trabalho, o que não assegura a um engelheiro o fato de projetar edificações ao menos com os mesmos requisitos de qualidades que um feito pelo devido profissional.
      Não há conflitos da parte de engenharia por atuação da arquitetura em seu espaço, justamente por saber que é não apto e sua formação nunca foi voltada para tal função.
      A discusão é clara e visa direitos obvios! É normal tanta repercursão por parte da engenharia, pois aceitar mudanças nunca é fácil e não culpos os mesmos por agirem assim por que há anos é assim que vem sido ansiando e permitido em nosso país, sendo total um absrudo em diversos lugares no mundo.

  199. em estatisticas quantos predios e casas desabam por ano no Brasil?????os que desabam sempre foram projetados por pessoas que não são arquitetos?Nao entendo por que enfatizam essa relação e citação. então as pessoas que não procuram um arquiteto para projetar sua casa , as que constroem por conta propria tambem pagarão multa? receberão notificação? pq se é perigoso fazer uma casa sem um arquiteto ja vie que o negocio vai complicar haja arquitetos no mercado, vai ser mais concorrido que medicina.os que fazem casa sem arquiteto contratado para morar com a família,alugar, vender futuramente, e quem seria o responsavel se essa casa cair??. os arquitetos acompanham mesmo todos os projetos do inicio ao fim?vai haver fiscalização pra isso também ? acho que ta mal formulada essa lei. deve haver parcerias sim,compartilhamento de funçoes nunca prejudica profissão alguma desde que seja partilhada entre pessoas responsaveis. isso em todas as Areas vale.

  200. Esse assunto ainda vai render muito. a verdade é que deveria haver mais interação entre os profissionais; que bom se um engenheiro consegue projetar!! assim uniria funcionalidade, segurança estabilidade em harmonia com estetica, conforto etc.O QUE DEVERIA SER FEITO ERA UMA ANALIZE DOS PROJETOS JA EXECUTADOS E AI SIM AVALIAR OS PROFISSIONAIS BASEADOS NISSO.SE UM ENGENHEIRO OU TECNICO TRABALHAM PROJETANDO , FAÇAM UMA VISTORIA E ANALIZE PRA VER SE ESTA NOS CONFORMES DE SEGURANÇA, ESTETICA FUNCIONALIDADE ETC, SE SIM, ENTAO AQUELE PROFISSIONAL ESTÁ APTO A FAZER TAO TAREFA, PQ DISSE QUE SABE FAZER E O FEZ( NO POPULAR MATA ACOBRA E MOSTRA O PAU)DISSE QUE SABE E PROVOU!isso não diminuiria a importancia e reconhecimento dos arquitetos em serem bons no que fazem. é muito relativo existem bons arquitetos e existem maus arquitetos, existem engenheiros irresponsaveis e existem os que levam a serio e garantem a segurança total do que fazem.

  201. Norma do Nascimento Batista, SC

    Prezados,
    Com satisfação, tomei conhecimento que o CAU/BR definiu atividades que só podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas. Entretanto, gostaria de um esclarecimento a respeito da atividade Conforto Ambiental: Nesta estão inclusos Conforto Térmico e Conforto Acústico (sobretudo acústica arquitetônica)?
    Aguardo retorno.
    Att., Arquiteta Profa Dra Norma Batista

  202. http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/anotada/2741087/art-4-do-decreto-90922-85
    “§ 1º Os técnicos de 2º grau das áreas de Arquitetura e de Engenharia Civil, na modalidade Edificações, poderão projetar e dirigir edificações de até 80m 2 de área construída, que não constituam conjuntos residenciais, bem como realizar reformas, desde que não impliquem em estruturas de concreto armado ou metálica, e exercer a atividade de desenhista de sua especialidade.”

  203. E o Técnico em Edificações que pode assinar arquitetônico e estrutural até 80m2?

    • tecnico em edificaçoes??? ninguém responde nada sobre? acho que isso ta parecendo mais com protecionismo de interesses unicamente pessoais e financeiro e não pensando na sociedade no geral. vamos acordar pra cuspir né? INOCENCIA A ESSA ALTURA DO CAMPEONATO GENTE????

  204. EngenheirosXArquitetosXDesigner de interiores… onde isso vai parar? É uma pena que poucos percebam que o que deveria existir é um SISTEMA DE COOPERATIVISMO entre os profissionais e não PREDADORISMO. Inevitavelmente um precisa do outro para uma receita de um projeto bem executado.

    • FALOU TUDO RENATA, IMAGINA AI O QUE SERIA UMA OBRA SEM A COMPREENSÃO DOS PEDREIROS? ACHO QUE O FOCO PRINCIPAL DEVERIA SER ISSO JUNTAR PROFISSOES EM AREAS EM COMUM PRA SE OBTER O MELHRO E MAIS SATISFATÓRIO RESULTADO POSSÍVEL. PRÁTICA E TEORIA, OPINIOES E FUNÇOES. SE FOR PRA TER TODO ESSE INDIVIDUALISMO O ARQUITETO NÃO DEVERIA NEM OUVIR A OPINIÃO DO CLIENTE SOBRE O QUE ELE DESEJA JA QUE SABE TUDO E NÃO QUER COMPARTILHAR NADA.COOPERATIVISMO RESULTARIA EM PROFISSIONAIS INTERAGINDO E TROCANDO EXPERIENCIAS, CRESCENDO E MELHORANDO SUAS FUNÇOES NO GERAL.

    • Com certeza! Primeiro há a separação e criação do CAU. Depois brigam para tirar o maior proveito eliminando funções uns dos outros. É tudo muito mal organizado, os chefões mudam e nós que pagamos impostos para exercer nossas funções é quem pagamos o pato. Infelizmente!

  205. patricia ferreira, MG

    Pessoal, leiam a RESOLUÇÃO. PELO QUE LI na resolução, não fala em “atribuição exclusiva”… apenas as atribuições dos arquitetos, que em muitas delas são compartilhadas em outras profissões, OU SEJA, NADA MUDA…

    • Prezada Patricia, por favor leia a Resolução Nº 51, que acabamos de publicar acima. Essa é a que trata das atribuições privativas de arquitetos e urbanistas.

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      CAU por favor acaba de uma vez por todas com esse negocio de “atribuições privativas”. A minha atribuição privativa é pautar a minha atuação em beneficío da Sociedade, recenhecer os direitos dos outros profissionais de engenharia como um todo e não ficar procurando “pêlo na casca de ôvo”…… tendeu CAU!!!!

    • patricia ferreira, MG

      Ok. Li a resolução 51 (antes tinha lido apenas a 21), mas li tbm a Lei federal que diz em seu artigo 3:

      “LEI Nº 12.378, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010.

      Art. 3o

      § 4o Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urbanistas contradizerem normas de outro Conselho profissional, a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos.”

      Então a caminhada ainda será longa, para entrar em acordo com o CREA…

    • José Carlos,

      reclame ao CONFEA; essas atribuições já vieram assim de lá, pois são baseadas na formação acadêmica.
      Nenhum direito está deixando de ser reconhecido.

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      André eu não tenho nada de nada para reclamr ao CONFEA, estou muito tranquilo com as minhas atribuições, o que precisa é o CAU pautar suas ações em benefício da Sociedade e deixar de se vangoriar com Decretos.

  206. acho que o CAU está se precipitando pois para ter validade esta resolução precisa atender o que estabelece os paragrafos abaixo do art. 3° da lei12378/10 conforme alertado pelo colega do RS.
    § 4o Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urbanistas contradizerem normas de outro Conselho profissional, a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos.

    § 5o Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o § 4o ou, em caso de impasse, até que seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a maior margem de atuação.

  207. Os arquitetos vão poder assinar projetos hidro-sanitários e projetos elétricos? E os técnicos em edificações continuarão assinando projetos arquitetônicos até 80m2?

    • BEM, O QUE EXISTE AQUI É UMA QUESTÃO OBVIA, CLARO QUE DEVE SER DEFINIDO O QUE CADA PROFISSIONAL ESTÁ ABILITADO A FAZER.MAS O QUE MAIS PROVA QUE SOU CAPACITADO A FAZER ALGO DO QUE EU MOSTRAR NA PRÁTICA QUE SEI FAZER? SOU TECNICO EM EDIFICAÇOES, TERMINEI O CURSO E JA PRATICO A FUNÇÃO A 6 ANOS E DESDE O FIM DO CURSO TENHO PESQUISADO MUITO SOBRE A ÁREA DE PROJETOS, OBEDECENDO ESPAÇOS DE CIRCULAÇAO, CONFORTO TERMICO E ACUSTICO, FUNCIONALIDADE E INTEGRAÇAO DOS AMBIENTES, A INTERAÇAO DAS PESSOAS COM O ESPAÇO FISICO QUE ESTOU PROJETANDO, BEM COMO ALTERNATIVAS QUE BARATEIAM O CUSTO DA OBRA SEM COMPROMETER A DURABILIDADE E SGURANÇA.JA PEGUEI VARIOS PROJETOS FEITOS POR AQRQUITETOS E NAO VEJO DIFERENÇA DOS MEUS OU DE OUTROS QUE SEGUEM ESSAS NORMAS QUE CITEI AGORA POUCO, ENTÃO UM PROJETO FEITO POR MIM E JA EXECUTADO SENDO FISCALIZADO E VISTORIADO , ESTANDO DENTRO DOS PADROES DE SEGURANÇA, FUNCIONALIDADE E CONFORTO NÃO ME TORNARIA APTO A CONTINUAR PROJETANDO?? A VERDADE É QUE MUITOS PROJETISTAS PROJETAM TAO BEM OU MELHOR QUE ALGUNS ARQUITETOS, A MAOIRIA TEM UM INTERESSE E PESQUISA MUITO, PRATICA MUITO ANTES DE FAZER, CLARO Q TEM EXEÇOES ASSIM COMO TEM PÉSSIMOS ARQUITETOS E ENGENHEIROS TBM RUINS FORMADOS. MAS O QUE QUALIFICARIA ISSO MESMO SERIA VER NA PRATICA SE O PROFISSIONAL CONSEGUE OU NAO FAZER O QUE PROPOE. O QUE PROVA QUE EU SEI FAZER UM CIRCULO? EU DIZER QUE SEI? OU DESENHAR UM NA FRENTE DE TODOS? É MUITO POLEMICO O ASSUNTO, CLARO OS ARQUITETOS TEM SEU ESPAÇO , COMO SEMPRE TERÃO, JAMAIS SERÃO CAPAZES DE PEGAR TODAS AS OBRAS DO MUDO PRA PROJETAR JA QUE EXISTEM MAIS PESSOAS COMUNS DO QUE ARQUITETOS NO PLANETA E SEMPRE SERÁ ESSA A PROPORÇÃO. TENTEM SE CONFORMAR, RECLAMAM DE MUITO TRABALHO E AINDA QUEREM MAIS E MAIS. É UMA DAS PROFISSÕES MAIS EGOÍSTAS E MESQUINHAS QUE EXISTE. ADORO ARQUITETURA, COM EXCEÇÃO A POSTURA EGOÍSTA DE ALGUNS PROFISSIONAIS, QUE SE FORMAM QUERENDO SER ÚNICOS, SEM VER QUE NA SALA DE AULA JA TEM COLEGAS QUE SERÃO SEUS CONCORRENTES DIRETOS OU INDIRETOS. CUIDADO PARA NAO PARTIR PARA ALIENAÇÃO.CADA PROFISSIONAL FORMADO JAMAIS SERÁ UNICO E ABSOLUTO, DEVEM SE PREOCULPAR MAIS EM SER BOM NO QUE FAZ, E ASSIM SE DESTACAR ENTRE OS DEMAIS E ENTRE OS ASPIRANTES A PROFISSÃO.

    • Tbém fiquei nesta duvida.

    • Paulo Nascimento, RJ

      Projetos de instalações elétricas, hidrossanitárias, estruturas e outros complementares são de competência do engenheiro.

      Projeto arquitetônico é de competência do arquiteto.

      Simples assim!

      Sobre os técnicos, ver resposta da Gislaine, SC abaixo.

    • Os Arquitetos podem fazer isso; aliás sempre puderam. A única restrição sempre foi o limite de “Instalações Elétricas em Baixa Tensão para fins residenciais e comerciais de pequeno
      porte”.
      Fora, isso, nunca houve qualquer restrição para qualquer projeto ou obra na área de edificações, pelo simples fato de que as cargas horárias das disciplinas nesses tópicos sempre foi considerada suficiente pelo CONFEA.

      A Eng. Civil, ao contrário, não possui carga horária suficiente para projeto arquitetônico.

    • André!

      Perguntas: Os arquitetos possuem “conhecimento” para serem responsáveis por projeto de cálculo estrutural? Em sua grade, você estudou quantas horas de: sistemas estruturais, resistência dos materiais, Concreto armado, Estruturas de Aço, Madeira, Pontes, Concreto protendido, Concreto pré-moldado, estruturas mistas, Mecânica dos Solos e Fundações ? Já comparou a sua carga horária destas disciplinas com a grade da Eng. Civil?

      É Fato, isso vai dar em pizza!

      Se engenheiros não podem fazer projeto de Prefeitura (vamos mudar esse nome “arquitetônico”), os arquitetos não podem fazer cálculo estrutural… Preparem-se para as retaliações!

      Eng. Vicente.

    • Arqª Carolina Santini, SC

      “MAS O QUE MAIS PROVA QUE SOU CAPACITADO A FAZER ALGO DO QUE EU MOSTRAR NA PRÁTICA QUE SEI FAZER?”

      VICTOR, BA, o fato de você saber que aspirina acaba com dor de cabeça não te dá o direito de sair por aí receitando remédios. Cuidado com o exercício ilegal da profissão meu caro.

  208. Tudo muito bonito… muito lindo!!! Mas …. quando o CAU realmente irá exercer sua função?? Que é a de proteger a sociedade??? A pergunta que ninguém responde, e ninguém quer responder: Os profissionais que estão se formando a cada ano, estão capacitados para executar e assumir a responsabilidade destes projetos? Enquanto ninguém responde, vejo comentários absurdos do tipo: FINALMENTE OS ARQUITETOS SERÃO VALORIZADOS. O valor do profissional, seja ele arquiteto ou engenheiro, é determinado pela sua conduta e capacidade profissional. Infelizmente o CAU faz espuma e fumaça, apenas isto.

  209. Gostaria de saber se apenas o arquiteto poderá fazer projeto de paisagismo. Sei que tem uma PL que está tramitando na câmara em Brasília que dá o direito apenas aos arquitetos para fazer projetos de paisagismo, mas que até então não tinha nenhuma novidade. Alguém pode me ajudar?

    • Para haver um paisagismo sem causar dano ou dolo a sociedade, o profissional deve ter conhecimento de fisiologia vegetal e solos, no mínimo. Fora adubos, irrigação, drenagem, e tratamentos fitossanitários. O Arquiteto tem essas cadeiras em sua formação ??

  210. Astor José Grüner, RS

    Entendo que não é pacífico em relação aos engenheiros, pois
    Conforme o art. 3o. da LEI 12378/2010 em seus parágrafos :

    § 4o Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urbanistas contradizerem normas de outro Conselho profissional, a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos.

    § 5o Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o § 4o ou, em caso de impasse, até que seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a maior margem de atuação.

  211. Entendo o lado de todos os profissionais mas…parabéns ao CAU que conseguiu ir adiante com o sonho de muitos arquitetos, definir exatamente, baseado em uma lei, nossas atribuições.

  212. Tudo muito bacana! Mas quero ver como vai ser a fiscalização disso, porque não adianta nada ter leis que definam piso salarial, atribuições profissionais se ninguém fiscaliza!!!!

    • Alexandre Torres, MT

      É só o CAU informar as Prefeituras sobre essa situação. Mandem para os Prefeitos e Secretários das pastas de Habitação, Infraestrutura e Urbanismo a Resolução 51 e pronto.

  213. Décio Sperandio, PR

    Da lei 12.378/2011, necessita sim analise do CONFEA, para que tais mudanças entrem em vigor:
    “Art. 3

    § 4o Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urbanistas contradizerem normas de outro Conselho profissional, a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos.

    § 5o Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o § 4o ou, em caso de impasse, até que seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a maior margem de atuação. “

    • Para ser respeitado, tem que se dar o respeito. O próprio CAU não está respeitando a Lei que os criou. Muito bem colocado, caro Décio!

  214. Décio Sperandio, PR

    Senhores, o CAU/BR está criando estabilidade jurídica, a lei tem maior poder que resolução, mas em nenhum momento a lei em questão trata que esta ou aquelas são atividades provativas do arquiteto. As atividades privativas são definidas por força de resolução do CAU/BR, aí sim, está bate de frente a Res. 218/73 do Confea, que continuará a valer até o fim do ano. O CREA/MG conseguiu na justiça, que este continua-se a dar atribuição de “projeto arquitetônico” aos novos engenheiros, com base no Decreto Federal 23.569/33, o qual ainda está em vigor. Cada conselho, representando a profissão, tem direito de escolher suas atividade privativas, mas NUNCA pode retirar ou interferir nas atribuições dadas por outro conselho, e caso esta venha a valer, será apenas aos ingressantes a partir da data do acordão….arquiteto não pode tirar atribuições de engenheiros e agronomos. Pode ser que não está explicito na resolução 218, que engenheiros podem fazer projeto de arquitetura, mas só o direito de poder assinar um projeto dessa modalidade, já dá direito adquirido…O curso de Engenharia Civil da UEM está com o CREA-PR e seus profissionais a favor da manutenção de seus direitos.

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      Décio, bôa tarde.
      Falou pouco, mas falou acertado. O que manda é a formação incial do Profissional. Sou diploamdo pela Lei Federal N.º 23.569/33 e pela Resolução N.º 218/73 do CONFEA. Podem espernear, que não abro mão das minha formação profissional e das minha atribuições que estão registrada no CREA/MG e demais CREA´s por onde passei e registrei a minha Carteira Profissional.
      Continuarei a elaborar Projetos Arquitetonicos, Projetos Civis, Projetos Elétricos e Projetos Mecãnicos, bem como, a Gerenciar, Fiscalizar e Executar tais Projetos. São minha atribuições.
      Um forte abraço.

  215. Designer de Interior não é DECORADOR! se eu quissesse ser Decoradora eu fazia curso de decoração.

  216. Lendo o texto e os comentários, estou aqui para demonstrar a minha insatisfação e insatisfação geral dos designer de interiores, uma vez que me formei em uma faculdade que não é um curso técnico. Estão dando aos arquitetos exclusividades em executar projetos que não é somente esse profissional que é habilitado em sua formação para exercer por exemplo um projeto de iluminação, ergonomia, interiores, enfim…nós designer de interiores que não temos um conselho estamos cada dia mais desvalorizados pelas regras impostas na arquitetura. INDIGNAÇÃO!

    • A culpa é de quem autorizou a existência de um curso assim: DESIGN DE INTERIORES!

    • Os mesmos que estão brigando para tentar iludir a todos.

    • Concordo plenamente com você Lorenna; me parece um contrassenso as Diretrizes Nacionais – as mesmas que aprovaram os diversos cursos de Tecnólogos em Design de Interiores – permitirem que ambientação seja prerrogativa só de arquitetos. Acho incoerente e até agora não vi nem texto nem legislação que prove o contrário. Creio que há espaço para todos os bons profissionais, não importa de onde eles venham, desde que credenciados – o que é o caso de vocês. E eu deveria ser contra isto por ser arquiteta, mas conheço excelentes designers de interiores, e acho a profissão importantíssima e muito mais bem preparada para atuar neste ramo do que a formação que temos em Arquitetura.

  217. cesar augusto pereira de amorim, RJ

    Acho uma grande besteira ficar discutindo atribuições de quem, na verdade qualquer profissional que se preze deve após o seu curso, seja lá do que for, continuar estudando, feito isso se um Arquiteto se sentir em condições de realizar um projeto seja de instalações, ou estrutural que faça, assim também poderá um Engenheiro com bastante sensibilidade executar um projeto Arquitetônico.
    Se procurarmos na história veremos grandes obras executadas por homens que com muita inteligencia, leitura e pesquisa as realizavam,acredito que o mundo precisa muito mais de união,em breve estaremos com graves problemas urbanos mudando todo nosso modo de viver,acredito que nos aqui no Brasil deveríamos ao invés desse tipo de preocupação estarmos empenhados e verificar, pesquisar,
    aprender e nos prepararmos para o futuro que já começou.

  218. Achei importante a decisão do Conselho criando esses limites que quase ninguém conhecia. Nem eu mesmo como profissional formado em arquitetura e urbanismo.
    Tenho uma questão para o CAU: justamente no período do meu curso foi retirada a obrigatoriedade do ensino de iluminação ao estudante de arquitetura. Pela atual decisão do CAU, a parte de iluminação torna-se responsabilidade do arquiteto. Nesse caso, qual a posição/orientação do Conselho para esses profissionais e como o CAU irá auxiliar/orientar na reorganização dos currículos universitários?

  219. Como fica a questão jurídica quando confrontadas a lei 12.379/2010 e o Decreto 23.569/33?
    Por força “Lei” vale mais que “Decreto”, certo?
    Quando falei que ia dar briga, começou no mesmo dia em que falei.

  220. Prezado amigos – vi muitos arquitetos dizendo que nao podiamos fazer calculo estrutural / eletrico e hidraulico, meu curso de formaçao pela Uel – existiu tais materias e nos deu capacitaçao para resolver tais projetos – entao nao vamos deliberar facilmente que nao somos capacitados para tais projetos pessoal – afinal somos nos os responsaveis de compatibilizar os projetos complementares, entao possuimos tais conhecimentos e podemos sim executar tais projetos, não se enganem, falem por si só, não comprometam o resto da classe.

  221. Quem com muita sede vai o pote, o quebra- esse ditado é antigo e verdadeiro! Sempre defendi que os Arquitetos deviam ter seu proprio Conselho! Entretanto, reafirmo que cada profissional deve ter seu espaço reconhecido, entretanto quando isso ferir, um principio legal constitucional,o direito adquirido pelos demais, isso vai gerar muitos problemas, constrangimentos e derrotas! o CAU é legitimo e deve continuar seu trabalho, em especial a fiscalizaçao, que ao que parece ainda inexiste! Agora, estabelecer privilégios, “areas privativas” sobre questoes que existem profissionais de terceiro grau exercendo tais atividades a décadas e com conhecimentos técnicos mais do que suficientes, e que a sociedade garante aos mesmos tais serviços, dificil entender esse posicionamento! Gerou conflitos desnecessarios, pois sobre querer “na marra” abrir nicho de mercado onde já existem milhares de milhares de profissionais exercendo atividades comuns, e “declarar” por normativa como “EXCLUSIVAS” de arquitetos, acho que FORÇOU a barra! quebrou o pote! e acaba perdendo a simpatia de muitos, inclusive de engenheiros que defendiam sua causa! até porque a Lei que criou o CAU diz em seu artigo 3° claramente outra coisa, e nao fala isso, mas fala: Art. 3o em seu § 1o O CAU/BR especificará, atentando para o disposto no caput, as áreas de atuação privativas dos arquitetos e urbanistas e as áreas de atuação “compartilhadas com outras profissões regulamentadas”.
    e em seu § 2o que “serão consideradas privativas” de profissional especializado as áreas de atuação nas “quais a ausência de formação superior” exponha o usuário do serviço a qualquer risco ou danos materiais à segurança, à saúde ou ao meio ambiente. (assim a lei foi clara, que onde nao existe profissional com formação superior especifico para aquela area, dai sim é – privativa – do arquiteto, caso contrário não o é!); fala ainda, no § 3o “No exercício de atividades em áreas de atuação compartilhadas com outras áreas profissionais, o CAU do Estado ou do Distrito Federal fiscalizará o exercício profissional da Arquitetura e Urbanismo”. E no, § 4o Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urbanistas contradizerem normas de outro Conselho profissional, a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos. e no § 5o Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o § 4o ou, em caso de impasse, até que seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a maior margem de atuação.
    Assim, muitas questoes irao parar na justiça, caso o CREA e o CAU nao cheguem a um acordo, o que a meu ver será um retrocesso para a sociedade, que espera na verdade nao uma defesa de COORPORATIVISMOS mas de serviço adequado a sociedade!
    CAU devagar com a sede, pois parece que o pote já esta trincado! É uma pena, pois perderam uma grande chance de fazer um serviço diferente a sociedade! Achei que estavam com uma proposta inovadora, qual minha decepção! Tudo como dantes no quartel de Abrantes…
    Abraço a todos!

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      Bôa tarde, André.
      Estava na manhã de hoje minutando um parecer e vc antecipou e fêz este relato esclarecedor para os dirigentes do CAU e toda classe de Arquitetos e Urbanistas.
      Eu diria que: “o apressadinho come cru” e me parece que estão comendo.
      Não estou ném um pouco preocupado com as diretrizes/normativas do CAU, pois sou diplomado pela Lei Federal N.º 23.569 e continuarei atuando na elaboração de Projetos Arquitetonicos, Projetos Civis, Projetos Elétricos e Mecãnicos, bem como, suas execuções.
      Vc André está de parabéns pelas suas colocações e realmente esperava-se que o CAU viesse com uma atitude inovadora em beneficío da Sociedade e não com este revanchismo contra outros profissionais e/ou Conselhos.
      Um forte abraço

    • Pois é, agora vai ser multado por prática ilegal…..

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      Quem é o MULTADOR……….

  222. Prezados,

    Como ficará a fiscalização da obra, será realizada pelo Crea e/ou CAU?

  223. Acho extremamente importante lutarmos pelos nossos direitos, se somente nós como arquitetos, ficamos 5 anos estudando projeto arquitetônico, porque temos que depois compartilhar esta atividade? Assim como não acho certo invadirmos outras áreas que são cativas dos engenheiros civis.
    Entretanto analisando o DECRETO Nº 23.569 DE 11 DE DEZEMBRO DE 1933, em seu Art. 28,
    “São da competência do engenheiro civil:
    b) o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de edifícios, com todas as suas obras complementares;”
    como vai ficar a parte legal em relação a isso? Entendo que a nova lei do CAU prevê as atividades que serão exclusivas dos arquitetos, mas e esta lei anterior como fica? pois nela consta ainda a palavra “projeto”. Será que teremos uma batalha judicial em relação a isso? Grato pela Atenção.

  224. Igor de Mendonça Fernandes, DF

    Os termos me parecerem genéricos demais. Vejamos: relatório técnico referente a memorial descritivo, caderno de especificações e de encargos e avaliação pós-ocupação. Os cadernos de especificações tratam de diversos sistemas estruturais, elétricos e mecânicos e, sinceramente, não acredito que exista profissional com histórico escolar que consiga abranger a enormidade de conhecimentos necessários para obter competências e habilidades para se responsabilizar por todos eles. Novamente, igualmente à Resoção nº 21 do CAU-BR, parece que o CAU está se afastando da análise curricular do histórico do interessado, independente de seu título profissional. Em minha opinião, caso seja verdade, tal procedimento vai de encontro ao sistema de ensino brasileiro, que prevê autonomia universitária para estabelecer curriculos escolares e perfis dos egressos. Por último, gostaria de lembrar aos arqutietos que nem todos estudam cálculo, física e resistência dos materiais, favor ver fluxograma do curso de Arquitetura da UnB.

  225. Christiano Toralles, RS

    A resolução em questão já está aprovada? E já está em vigor (para que possa ser aplicada na análise de processos de projetos, conferindo se o responsável por tal atividade tem a devida habilitação)? Se sim, é possível baixá-la? Se não, há previsão de quando entrará em vigor? Grato pela atenção.

  226. Entendo as colocações do advogado Felipe, do AC, mas observando a redação lá em cima, fornecida pelo CAU, as atividades mencionadas referem-se às exclusivas de Arquitetos e Urbanistas, não são mencionadas as compartilhadas. Me preocupo com o sombreamento entre as profissões de engenharia, mas sobretudo, com a atuação dos Designers de Interiores, profissionais habilitados e cujos cursos, devidamente credenciados pelo MEC, habilitam o profissional a atuar com ambientação, ou seja, há aqui também um sombreamento, portanto, não seria atividade exclusiva do arquiteto urbanista. Tampouco a produção de Avaliações Pós-Ocupacional, que estão incorporadas às disciplinas dos cursos de Design de Interiores. É preciso que haja muita cautela na forma como está sendo conduzido este processo, porque estamos relegando um grande número de profissionais formados, graduados, a virarem algo como estagiários de arquitetos, quando em muitos casos eles têm muito mais preparo acadêmico para atuar neste ramo (basta verificar quantas disciplinas específicas de projetos de interiores os Designers de Interiores têm x as que são vistas nas faculdades de Arquitetura e Urbanismo). Muito obrigada.

    • Eu acredito que sempre houve uma diferença entre Projeto de interiores (arquitetos) e Projeto de design de interiores. Há um campo que limita a atuação dos dois profissionais, não sei porque a implicação neste assunto.
      Tem um texto aqui no próprio site do CAU que esclarece perfeitamente as duas profissões, recomendo que leiam.

    • Tony Marinho, gostaria, se possível, se você pudesse me indicar onde encontro este texto. Desde já, agradeço pelo esclarecimento.

    • Como Designer de Interiores, bem atuante, também tenho interesse em conhecer este documento, amigo, Tony Marinho. Me atreveria, inclusive, a sugerir que outros de seus colegas lessem também a fim de mudarem seu pensamento equivocado de que o Designer de Interiores não passa de um mero profissional com bom gosto, diga-se de passagem, e um pouco de conhecimento empírico, mas com a bagagem adquirida em, pelo menos 2 anos, onde vocês pagam em 3 meses.

    • Adriana Borba, RN encontrei o artigo citado acima. Segue o link http://arquivo.dm.com.br/texto/gz/98822.

    • Adriana, segue o link.
      http://novo.caupi.org.br/?p=3217

      😉

    • O link passado anteriormente,http://novo.caupi.org.br/?p=3217 estranhamente contradiz esta resolução: Vejam:

      O designer de interiores, além do trabalho do decorador que vem ao final do projeto tem a função de elaborar o espaço coerentemente, seguindo normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica além de ser um profissional capaz de captar as reais necessidades dos clientes e concretiza-las através de projetos específicos. A reconstrução do espaço através da releitura do layout, da ampliação ou redução de espaços, dos efeitos cênicos e aplicações de tendências e novidades técnicas, do desenvolvimento de peças exclusivas.

      Está acima escrito: Reconstrução do espaço através … da AMPLIAÇÃO OU REDUÇÃO DE ESPAÇOS”…. Está falando tbém de ergonomia, luminotécnica, detalhamento de móveis…

      Depois diz que : e o principal entrave encontrado pelos profissionais é em relação à proibição de mexer com a estrutura física do ambiente, como derrubar ou construir paredes.
      Confuso isso.Muito mal escrito. Ampliar espaço sem derrubar parede é mágica prá mim. Se ao menos estivesse escrito “derrubar paredes não estruturais.. mas ainda assim fica difícil, pois até arquitetos descobrem partes estruturais onde menos imaginam quando não tem uma planta para guiá-los.

  227. Como engenheiro civil, quero parabenizar o CAU pela postura de defesa da classe que representa. Quem dera o CREA nos representasse da mesma forma. Gostaria também de tirar uma dúvida: cursei a matéria de Arquitetura na faculdade e apesar de não atuar especificamente nesta área hoje em dia, me acho perfeitamente apto à desempenhá-la, não apenas por ter estudado a referida matéria, mas por ter trabalhado por vários nesta área. Pelo simples fato de ter a disciplina de arquitetura em meu currículo, isso não me credencia a exerce-la? Agradeço pela atenção e novamente parabenizo-os pela conquista.

    • Prezado Sanderley, as atribuições provativas dos arquitetos foram decididas com base na Lei 12.378/2010 e nas Diretrizes Nacionais Curriculares, ou seja, consideraram o que é estudado em cada curso. Para exercer as atividades privativas de arquitetos e urbanistas, o profissional tem que ter registro no CAU. Caso contrário, poderá ser multado por exercício ilegal da profissão. Obrigado pela atenção!

    • Fabrício José Barbosa, SC

      Prezado Sanderley, assim como arquitetos e engenheiros civis cursaram disciplina de Instalações Elétricas mas não têm atribuição para projetos elétricos de alta tensão (atribuição só de eng. eletricista), os engenheiros civis formados daqui em diante não poderão aprovar o projeto arquitetônico. Geralmente os cursos de arquitetura têm 6 a 8 disciplinar de Projeto Arquitetônico que abordam as mais diversas edificações e ocupações para uso do ser humano. Já os cursos de engenharia civil só tem 1 (Desenho arquitetônico, Arquitetura, etc) aprendendo mais as noções com relação a leitura e simbologia gerais de projeto arquitetônico. É justo que os dois tenham a mesma atribuição?

  228. Moacir de Oliveira Junior, SC

    Piada … Compatibilização com projetos complementares … essa resolução foi realizada em conjunto com o CREA … cuidado com o tiro no pé … a própria lei comenta sobre controvérsia resolvida judicialmente … no meu caso não me furtarei de cobrar perdas, danos e lucros cessantes …

    Na minha opinião esse embate, ao invés de juntar áreas irmãs, irá segregar ainda mais, haja vista que algumas atribuições na Arquitetura também poderão ser contestadas: hidráulica, esgoto, águas pluviais, tratamento de efluentes (fossa e filtro), elétrica, estrutura, inclusive iluminação de ambientes e etc.

    Conheço engenheiros experientes em projeto de loteamentos, eles não poderão mais trabalhar? Como se os conhecimentos se restringissem apenas ao curso e não existissem conhecimentos adquiridos pós graduação.

    De maneira geral, com algumas exceções, engenheiro só invade a área de projetos de arquitetura quando se trata de edifícios de pequeno porte, onde o proprietário mal consegue contratar um profissional, quem dirá dois. Nesse caso ele poderá escolher um Engenheiro ou um Arquiteto. Demais edificações o mercado se encarrega de selecionar os profissionais adequados (engenheiros, arquitetos, designers e etc.). Continuo achando uma bobagem essa “briga”.

    • Parabéns pela lucidez. Duas profissões lindas e uma discussão boba.

    • O problema é o valor atribuído as duas profissões. Enquanto um corretor de imóveis recebe 6% pela venda do produto acabado, esse dois miseráveis profissionais que o projetam e o constroem (mesmo uma casinha) não conseguem fazer valer o preço de seus diplomas de curso superior……

    • “Hidráulica, esgoto, águas pluviais, tratamento de efluentes (fossa e filtro), elétrica, estrutura, inclusive iluminação de ambientes” não é exclusividade de arquitetos. Projetar arquitetura é.
      Quanto a “engenheiro só invade a área de projetos de arquitetura quando se trata de edifícios de pequeno porte”, isso é atribuição de arquiteto. Engenheiros se fazem passar por projetistas de arquitetura, fazem muita bobagem, ‘dão’ o projeto em troca da obra e prejudicam o mercado de trabalho do arquiteto.

  229. O arquiteto podera assinar por execução de obra?

  230. E aqueles engenheiros com especialização em áreas de projetos? Exemplo de descrição da pós: “Aprimorar o conhecimento profissional dos engenheiros civis, arquitetos, tecnólogos, docentes e profissionais envolvidos ou que desejem trabalhar nas áreas de projeto, planejamento e gerenciamento. Específico: • Habilitar o profissional no processo de produção multidisciplinar de uma obra; • Aprofundar conhecimentos teóricos e práticos através de experiências ou métodos cabíveis; • Intervir por meio de gerenciamento na compatibilização de projetos.” Esses engenheiros dessas pós não poderão também fazer os projetos arquitetônicos?

    • Nem compatibilização. Não faz parte do currículo base da engenharia.
      Se eu fizer uma pós em sistemas de abastecimento, eu também não poderei fazer projeto ou executar obra na área.

  231. Pergunta que não quer se calar:
    Nosso conselho de Arquitetura definiu que apenas nós o podemos fazer, beleza! Porém se o CREA definir que eles também o podem, como fica?

  232. Então quer dizer que um engenheiro que cursou matéria de desenho arquitetônico não poderá assinar um projeto arquitetônico? E agora com esse CAU as construtoras e empreiteiras terão que recolher uma nova taxa igual do CREA?

    • Não creio, diria que é só contratar um arquiteto!!
      Ademais Lecionei a cadeira de arquitetura numa faculdade de engenharia civil por vários anos, e posso dizer com toda a certeza, que não é possível resumir um curso de arquitetura (humanas)de cinco anos onde se estuda a historia da arquitetura, teoria da arquitetura, estética, ótica, representação gráfica e projeto arquitetônico (este por quatro anos) entre outras materias, em um dois semestres. A cadeira de arquitetura de um curso de engenharia (exatas) visa tão sómente o entendimento do processo de projeto no que concerne as atividades paralelas a este (fundações-estrutura-instalações) e representação gráfica. Portanto realmente Arquitetura é uma atribuição exclusiva de arquiteto.

    • Sempre pensei que DESENHO fosse diferente de PROJETO…

    • Arqª Carolina Santini, SC

      Eu também Ricardo, eu também…

  233. E os direitos adquiridos? “Diz-se que o titular do direito adquirido está, em princípio, protegido de futuras mudanças legislativas que regulem o ato pelo qual fez surgir seu direito, precisamente porque tal direito já se encontra incorporado ao seu patrimônio jurídico — plano/mundo do dever-ser ou das normas jurídicas — ainda que não fora exercitado, gozado — plano/mundo do ser, ontológico.”

  234. PAULO R R SOARES, RS

    Não concordo quando as corporações definem atividades que SÓ PODEM ser realizadas por elas mesmas. me parece reserva de mercado e indicação de superioridade com relação à outras profissões. além do mais é uma definição unilateral. tipo “nós definimos o que os outros NÃO podem fazer”. o Ato Médico foi a mesma coisa. por que só arquitetos podem “coordenar equipes de planejamento urbano ou de regularização fundiária”? equipes são multidisciplinares. por que apenas uma das especialidades teria o direito de coordenar?

    • Arqª Carolina Santini, SC

      UM ARQUITETO CONHECE ALGUMA COISA SOBRE TUDO. UM ENGENHEIRO CONHECE TUDO SOBRE ALGUMA COISA.

      “Um arquiteto é um generalista, não um especialista – o condutor de uma sinfonia, não um virtuose que toca cada instrumento perfeitamente. Como um praticante, um arquiteto coordena o grupo de profissionais que inclui engenheiros de obra e engenheiros mecânicos, designers de interiores, projetistas, arquitetos paisagistas, projetistas de especificações, empreiteiros e especialistas em outras disciplinas.

      Normalmente, os interesses de alguns membros do grupo competirão com os interesses dos outros. Um arquiteto deverá conhecer o suficiente sobre cada disciplina para negociar e sintetizar as demandas, honrando ao mesmo tempo, as necessidades do cliente e a integridade total do projeto.”

      Um arquiteto possui um forte acento técnico, mas é seu caráter humanista que se destaca.

      Na minha opinião, essa é a melhor descrição de Arquiteto que eu já vi. Peço desculpas, mas não lembro mais qual a autoria do texto, se alguém a tiver, agradeço.

  235. Gabriel AGRIMENSOR E CARTÓGRAFO, ES

    A princípio parabéns aos arquitetos pela conquista. Concordo em que os projetos arquitetônicos tem que ser atribuição exclusiva de arquitetos, mas desculpe a expressão, porque faz me rir parcelamento de solo e regularização fundiária ser atribuição exclusiva de arquiteto. Talvez o projeto urbanístico de um loteamento sim, mas e os arruamentos? Estou convicto que o arquiteto não é o melhor profissional para se determinar o melhor greide de uma rua e nem regularizar a nossa extensa malha fundiária.

    • Sou arquiteta e concordo com vc. Parcelamento do solo, arruamentos, etc, precisam ser feitos por equipes multidisciplinares. Acho que este item precisa ser revisado.

  236. Em qual data aproximada a resolução entrará em vigor ? Será difícil deixar com que engenheiros civis assinem projetos arquitetônicos, o que será feito ? O arquiteto também poderá elaborar e assinar projetos estruturais e hidro-sanitários ?

  237. Parabéns ao CAU, definindo bem o papel de cada profissional…

  238. Em Rondônia 3 eng civis já respondem na justiça por exercício ilegal da profissão de arq e urbanista.PARABENS CAU.!

  239. A partir dessa Resolução, como Engenheiro Eletricista, vou fazer os meus projetos elétricos sem iluminação. Tendo em vista ser “atribuição exclusiva” do Arquiteto. Aliás, vou procurar outra atividade. Engenheiros Civis fazem projetos elétricos e agora somente os Arquitetos podem fazer o de iluminação. Muitos dos Arquitetos não conhecem por exemplo a NBR ISO/IEC 8995-1:2013, assim como quase nenhum Engenheiro Civil e Arquiteto conhecem a NBR 5410:2004. Acho que vou continuar trabalhando corrigindo projetos desse grupo. Aliás, atualmente estou corrigindo um prédio residencial e uma loja de shopping e um hotel estão na fila.

    • Shyrdnez, para isso existe a internet,livros,etc, hoje estamos no mundo altamente informatizado. É só buscar essas informações.
      Sou arquiteto e conheço sim todas essas leis ae que vc mencionou, entre outras.

    • Com certeza iremos nos ater sómente a Luminotécnica, as instalações eletricas continuarão a cargo dos engenheiros elétricos, quando a complexidade o exigir….

    • Instalações elétricas são atribuição dos Engenheiros Eletricistas. Luminotécnica é para arquiteto. Trabalhei com um excelente engenheiro eletricista que se limitava a especificar luminárias para lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas. Como engenheiro eletricista é um ótimo profissional, porém como ‘arquiteto’ ele manda muito mal.

  240. Não compreendo, o CAU/BR não tem mais relação alguma com o CREA e ainda assim esta tentando alterar uma Legislação pertinente ao CREA?

    “AS ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS ENGENHEIROS CIVIS NÃO FORAM ALTERADAS. De maneira geral, estes profissionais recebem aquelas atribuições do Art. 7º da Resolução nº218/1973 do CONFEA e podem se responsabilizar por atividades referentes a edificações, estradas, pistas de rolamentos e aeroportos; sistema de transportes, de abastecimento de água e de saneamento; portos, rios, canais,barragens e diques; drenagem e irrigação; pontes e grandes estruturas; seus serviços afins e correlatos.”

    “Trecho retirado de uma resposta a protocolo – escrita por:
    ASSESSORIA DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA CIVIL”

  241. ESTE COMENTARIO FALA TUDO.

    Lauri Sávio Machado Junior, RS 16 de julho de 2013 às 9:03 pm

    Caro …………

    Como Engenheiro Civil, já que não tenho atribuição e não tenho nada a perder como voce disse, lhe passo o numero de minha conta para depositar os mais de R$ 20 mil que investi apenas nos estudos de arquitetura dentro do curso de Engenharia Civil, com mais o reajuste do tempo gasto em estudo!

    • Isso se chama frustração, cursar engenharia para querer fazer arquitetura é uma piada! Se o cara gosta tanto de Arquitetura, por que não cursou? Engenheiro tem que dimensionar estrutura e mais. Parece criança quando vê um brinquedo com outra, só pensa em pegar para si.

    • Lecionei a cadeira de arquitetura numa faculdade de engenharia civil por vários anos, e posso dizer com toda a certeza, que não é possível resumir um curso de arquitetura (humanas)de cinco anos onde se estuda a historia da arquitetura, teoria da arquitetura, estética, ótica, representação gráfica e projeto arquitetônico (este por quatro anos) entre outras materias, em um dois semestres. A cadeira de arquitetura de um curso de engenharia (exatas) visa tão sómente o entendimento do processo de projeto no que concerne as atividades paralelas a este (fundações-estrutura-instalações) e representação gráfica. Portanto realmente Arquitetura é uma atribuição exclusiva de arquiteto.

    • Fred, digo o mesmo da relação entre design de ambientes e arquitetura. Não é possível resumir um curso de design de quatro anos onde se estuda história do design, teoria do design, fatores filosóficos, sociais e culturais, psicologia da percepção e forma, design de móveis, paisagismo, design luminotécnico, entre outras materias, em um ou dois semestres.

    • Fred Schendel Sp, parabéns! até que enfim vejo um engenheiro que sabe a diferença das suas atribuições pras de um arquiteto… bom seria se todos os seus colegas também soubessem.

  242. Pergunto quanto as atribuições da formação superior em design de interiores?
    Pelo meu ver, cada vez mais se separa os profissionais que deveriam de fato trabalhar em conjunto, tratando-se de uma medida meramente corporativista!

  243. E quanto aos alunos que estão nos períodos finais do curso de engenharia civil , e ja receberam as qualificações para projetar ?

    • Caro Arthur, a menos que você esteja no 5º ou 6º ano de Arquitetura e Urbanismo e não Engenharia Civil, você não possui qualificações para projetar um Projeto Arquitetônico, estrutural ou complementar sim, mas arquitetônico você não possui.

    • Nenhum aluno possui qualificação para projetar arquitetura com base nos rudimentos de desenho arquitetônicos adquiridos num curso de Engenharia Civil.

    • Isto é um equívoco de sua parte Paulino (para não dizer outra coisa), quem definirá as atribuições de Engenheiros é o CONFEA e não o CAU, portanto podem fazer a resolução que desejarem que esta não tem validade para profissionais de outros Conselhos.

    • Arthur, caso você tenha se formado antes de 66 vc pode pedir sim para assinar projetos arquitetônicos, após essa data nenhum engenheiro pôde projetar, culpa do CREA/CONFEA que não cumpria a lei.

    • O CONFEA já definiu, através da Lei 5194/66 e das Resoluções 218/73 e 1010/05. Dá uma olhada.

      O CAU simplesmente está exigindo o que já estava definido.

    • Acredito André que temos ai um problema de leitura (falta ler melhor o artigo 7º da 218) Em relação a 1010 esta é uma resolução que esta com sua aplicação suspensa portanto sem eficácia. Mas leia melhor a 5.194 e as resoluções. Em tempo tanto na 5.194 quanto nas resoluções nunca foi definido que projeto arquitetonico é atribuição exclusiva de uma categoria. Abraços

    • Collares,

      a 5194 define que você só pode ter atribuições para o que cursou em carga horária suficiente, na universidade (e dentro do currículo base do curso).
      A 1010 somente fez a leitura desses currículos base e os sistematizou, para que não fosse necessário fazer isso a cada graduado que solicitasse registro no CREA.

    • Caro Andre continuas lendo errado, o MEC acabou com o curriculo base ou curriculo minimo, não existe mais.O sistema sempre fez o estudo dos curriculos e em função do que foi cursado são liberadas as atribuições (exemplo se tu cursou pontes então terás atribuições de pontes).Tentamos colocar carga horária e o MEC deu contra, pergunte ao Geraldine(SP) ou ao Fernando (RN). A 1010 foi uma tentativa de vender atribuições para outras categorias, quem registrava o curso é a 1016. Ambas resoluções estão com seus dias contados, alem de estarem suspensas e nunca terem sido apicadas de fato. Agora o que me diz sobre os teus colegas Arquitetos que não tem formação em Urbanismo e que com uma penada só ganharam estas atribuições com a criação do CAU? o teu Conselho vai avaliar os curriculos? e quais serão so critérios para as outras atividades que não sejam projetos? Só para cumprir a res.21 vai precisar mais de 7200 horas de fromação. Volto a afirmar acho que o CAU ultrapassou limites, querer interferir em outro conselho é demais e divulgar uma resolução equívocada e que não foi publicada no diário oficial é crime, mas não vou ficar “brigando com meus amigos de conselho,tenho muitos amigos arquitetos e muito apreço e respeito por eles, me atenho a lei e quem for competente que se estabeleça”.

    • Collares, eu não falei em regulamentação, falei em competência. Se você estudou Engenharia e quer sair por aí construindo foguetes só porque teve alguma noção de estrutura ou física, cabe a alguém impedir a sua insanidade. Você se atenta a corrigir os erros dos amigos acima, mas quem se equivoca quanto à interpretação textual é o senhor, novamente, eu disse “qualificações” e não “atribuições”, o senhor conhece as diferenças entre as duas palavras? Torno a afirmar, nenhum Eng. não Arquiteto é capaz de fazer um projeto Arquitetônico, e se faz, é através de conhecimento empírico adquirido de convivência com Arquitetos.

  244. Milton Guimaraes, SP

    Iremos ser mais valorizado, isso é bom.

  245. Flávio Schönhofen, RS

    Até que enfim, apareceu alguem para re-estabeler a legalidade. Este artigo do CAU é que está equivocado, pois a Resolução 21 do CAU não fala em exclusividade, e nem tem poder para tal, sem a anuência de outros conselhos, como o CREA por exemplo, é só verificar no art. 3° § 4° e § 5°.

    • Flávio,

      estas atribuições já eram exclusivas, antes de sairmos do CONFEA. Dá uma olhada na Lei 5194/66 e nas Resoluções 218/73 e 1010/05.

    • Flávio Schönhofen, RS

      André, MG,
      agora vi a nova resolução do CAU a res. 51, mas sugiro que de uma olhada na Lei 12.378/2010 art 3° paragrafo 4° e 5º. Também na Constituição Federal em seu inciso XIII, Art. 5°, afirma que “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. abraço

  246. Gostei da conquista. Agora seria importante que nas disposições dos concursos públicos seja colocada esta questão. Cansei de ver nos jornais vagas para engenheiros sendo que os arquitetos possuem as mesmas atribuções.

  247. Um breve esclarecimento, a lei não fala nada sobre atividade exclusiva ou privativa de arquiteto, nenhuma atribuição foi tirada dos profissionais da engenharia, apenas regulamentaram oque vinha acontecendo de fato.
    é só ler a referida lei e ter um bom senso para interpretar a norma legal.

    LEI Nº 12.378, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010.
    artigo 3°
    “§ 1° O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR especificará, atentando para o disposto no caput, as áreas de atuação privativas dos arquitetos e urbanistas e as áreas de atuação COMPARTILHADAS com outras profissões regulamentadas.”

    • Exatamente!!! Existem atividades compartilhadas e que não deixarão de ser, inclusive projeto arquitetônico.

    • Felipe,eu acho que você destaca um trecho da lei apenas que favorece o teu argumento. Eu posso fazer a mesma coisa:
      LEI Nº 12.378, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010.
      artigo 3°
      “§ 1° O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR especificará, atentando para o disposto no caput, as áreas de atuação PRIVATIVAS dos arquitetos e urbanistas e as áreas de atuação compartilhadas com outras profissões regulamentadas.”

      E acredito que ao ler o texto é bem obvio que a resolução seguirá a linha de restringir o campo de forma coerente e não regulamentar uma “salada mista” de atribuições que já é “regulamentado” pelo Crea e Cau.

    • Ou seja, vai ter uma guerra entre o CREA e o CAU. kkkkk… Se já rolava atrito quando todos estavam no CREA, imagina agora separados!

    • Pois é advogado., é o que está sendo feito neste momento. Não perca o bonde da história. !

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      Adv Felipe, concordo com vc, pois alem do citado no seu comentário, nenhum órgão recém criado ou a ser criado, poderá retirar de qq profissional em qq área as suas atribuições adquiridas durante a sua formção acadêmica. Nos diplomas constam as Leis e Decretos que auferiram as atribuições a esses profissionais. Sou Diplomado pela Lei Federal N.º 23.569 de 11/12/1933, pela Resolução N.º 218 de 29/11/1973 do CONFEA e de vários outros Decretos do próprio CONFEA, portanto dentro destas minhas atribuições estou tranquilo, continuarei a desempenhar as minhas funções de Eng.º, elaborando Projetos Civis, Elétricos e Mecãnicos, bem como, executando-os em sua plenitude.
      Um forte abraço pra vc e agradeço a sua participação neste processo de ajudar outrens a interpretar as normativas.

    • Como não fala em privativas? Você mesmo colou:

      “§ 1° O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR especificará, atentando para o disposto no caput, as áreas de atuação PRIVATIVAS dos arquitetos e urbanistas e as áreas de atuação COMPARTILHADAS com outras profissões regulamentadas.”

      Os engenheiros piram!

    • Tirou sim. A lei prevê, no mesmo artigo copiado, isso. É, de fato, uma questão de interpretação auto-evidente. Cabe a ele estabelecer as atribuições EXCLUSIVAS dos profissionais que regulamenta, ASSIM COMO cabe a ela estabelecer, em conjunto com os outros conselhos cabíveis, as atribuições COMPARTILHADAS (como diz no resto do texto legal). Essas são as EXCLUSIVAS. As outras, dependem de decisões conjuntas CAU/CONFEA, ou CAU/etc.

    • Alexandre Torres, MT

      Perfeito Doutor, “áreas de atuação privativas dos arquitetos e urbanistas”; é só isso que está sendo feito!!! PRIVATIVA, OK? A lei é clara!!! Antes do bom senso vem a interpretação correta do texto.

    • O Parágrafo 2 esclarece mais.

      § 2o
      Serão consideradas PRIVATIVAS de profissional especializado as áreas de atuação nas quais a ausência de FORMAÇÃO SUPERIOR exponha o usuário do serviço a qualquer risco ou danos materiais à segurança, à saúde ou ao meio ambiente.

      Agora o que eu acho é que vai ser dificil retirar um direito já adquirido dos outros profissionais.
      Talvez só dos que passarão a se formar depois da data de publicação da resolução.

    • Lendo toda essa discussão, percebi que a profissão privilegiada por esta Resolução será a do advogado. Pois se não perceberam, ambos os Conselhos possuem Resoluções dando atribuições aos seus profissionais. A Res. 218 – Confea e a Res. 51 Cau. A briga na justiça para cancelar autos de infração por exercício ilegal da profissão ao “oponente” (para uns mais radicais pode ser inimigo) que, quem vai ganhar dinheiro é o advogado. As duas Resoluções possuem a mesma validade. Superior a elas é a Lei. Uma resolução não tem mais poder do que a outra. Toda essa confusão não vai dar em nada após a conclusão das ações na justiça. Só alerto os dois Conselhos que, ao iniciarem a briga, não esqueçam da DEFESA DA SOCIEDADE. Para mim toda esta discussão é briga política. Parabéns aos advogados.

    • As atribuições já estavam definidas quando ainda estávamos no sistema CONFEA-CREA’s.
      O que está sendo colocado aqui não é nenhuma novidade legal. O problema é que os CREA’s, picaretamente, nunca fizeram cumprir os normativos.

      Pode até haver guerra, mas a legislação está (e sempre esteve) do lado dos Arquitetos.

  248. Em minha região a proibição de fazer projetos arquitetônicos foi driblada pela simples omissão da palavra arquitetônico. Para os engenheiros basta assinar projeto. Espero que isso fique claro na resolução e mais, que seja respeitado pelos demais órgãos.

    • Engenheiro fazendo projeto arquitetônico é quase a mesma coisa que uma… deixa pra lá.

    • pq os arquitetos estão gostando sobre excluirem os engenheiros de fazerem projetos arquitetônicos? se ambos possuem formação para isso por que essa agora?

    • Artur, o Rio de Janeiro é uma bagunça mesmo. Espero que o CAU-RJ fiscalize e que hajam muitas denúncias desse exercício ilegal da profissão.

    • Antonio

      Engenheiros NÃO POSSUEM FORMAÇÃO PARA ISSO NEM NUNCA POSSUÍRAM. Essa é nossa luta há décadas, e agora o CAU nos dá essa excelente notícia.
      Hoje vou dormir mais tranquila.

    • antonio PR, cursar 1 ou 2 matérias de introdução à arquitetura e 1 ou duas em desenho técnico não dá atribuição para assinar projeto arquitetônico. Além dos 8 semestres de teoria e projeto arquitetônico que temos, ainda existem todas as outras cadeiras existentes no curso de Arquitetura e Urbanismo que dão esta atribuição, como as matérias de conforto ambiental e inclusive todas as matérias de urbanismo, pois projetos arquitetônicos estão intimamente ligados ao urbanismo do seu entorno.

  249. Esta resolução merece verdadeiros aplausos! Desde a universidade destaca-se o preconceito contra os arquitetos por parte dos engenheiros que sempre assumiram as atribuições dos arquitetos acreditando que por questões presumidas “técnicas” serem mais aptos para exercer todas as funções possíveis na área da construção. Mas a verdade é ha um grande desvio de função no sentido que os engenheiros são formados para exercer somente certas funções correspondentes as suas distintas áreas, e despreparados para questões urbanísticas. A prova disso são as diversas aberrações urbanas e propostas megalomaníacas em algumas cidades, estas assinadas por engenheiros que só tiveram a oportunidade devido à cobrança de valores baixíssimos para elaboração do projeto.

  250. Sabe me falar se essa lei vai começar a valer pra quem vai entrar na faculdade daqui pra frente, ou pra quem já está? No meu caso, tenho projeto arquitêtonico na minha formação então ainda posso realizar esses tipos de projetos?

    E no caso dos projetos estruturais, hidro…, elétrico (que nem eng. civil poderia fazer, porque é atribuição de eng. eletricista) arquitetos ainda vão responder e projetar estruturas e demais projetos? Já que está sendo tirado uma lacuna que até então engenheiros poderiam realizar! Tipo, em uma edificação como exemplo, arquiteto faz o paisagismo, interiores, projeto arquitetonico… o eng. civil fica com o estrutural, hidro… e o eng. eletricista com o projeto elétrico. Vai ser assim? Ou arquitetos vão continuar com demais atribuições de responsábilidades e formação dos eng’s? Vai ser cada um em seu quadrado e área de atuação, ou um peso e duas medidas? Acredito que o mais justo pra todas as classes, é cada um ficar com a sua área de atuação definida, como é na Inglaterra e demais paises europeus por exemplo! (Sim, sou acadêmico de eng. civil)

    • Leandro, o responsável pelo projeto arquitetônico terá que ser um arquiteto devidamente registrado no CAU.

    • Leandro,

      os Arq.s não têm responsabilidades de Eng.s. Temos responsabilidades de Arq.s.
      Não podemos ser responsáveis pela construção de portos, pontes, sistemas de abastecimento, etc.
      Da mesma forma, engenheiros não podem se responsabilizar por serviços em planejamento urbano e regional, patrimônio edificado, paisagismo, etc.

  251. Quanto a Avaliação Pós Ocupacional, só poderá ser feita pelo arquiteto??? UM design de interiores não pode mais fazer?

    • Alexandre Torres, MT

      Lamento companheiro, más não poderá mais. Aprove uma lei no congresso e conseguirás tudo que desejas.

    • Caro João
      Primeiramente, DESIGN é “desenho, projeto”. Segundo, DESIGNER possui Conselho Profissional? Possui qualificação REAL para a atividade que falas? Pôde alguma vez assinar ART/ RRT/ RESPONSABILIDADE TÉCNICA da atividade que falas?
      Desculpa, mas em todas as discussões sobre atribuição profissional que eu participei, NUNCA a atividade de Designer envolveu esse tipo de questão, nem a ARQUITETURA DE INTERIOR deixou de ser atribuição de ARQUITETO.
      RESPONSABILIDADE TÉCNICA É COISA SÉRIA E NÃO RIXA PROFISSIONAL!

    • Gilmara Rodrigues, RN

      Querida Cristiane!

      Se o Designer não é capacitado para fazer tal projeto, de que vale receber um DIPLOMA? de ter passado anos na universidade? NÃO VALE DE NADA? Arquiteto que é arquiteto não tem esse tipo de postura…
      O Designer é sim capacitado a fazer qualquer projeto de Interiores, de iluminação, paisagismo, etc…
      Me formei agora em Design e estou INDIGNADA… Não aceito isso de forma alguma…

      E para quem não sabe diferenciar.

      Design = desenho.
      Designer = desenhista.
      ou seja,
      Design está ligado a profissão
      e Designer ao profissional.

    • Prezada Cristiane,

      Apressadamente me expressei mal. Sei perfeitamente que DESIGN significa desígnio ou projeto,e que erroneamente é traduzida como desenho, em português. Da mesma forma sei que o Designer é o profissional que trabalha com as diversas “facetas” do Design. A questão não essa!

      Os profissionais de Design de Interiores, muitos deles formados por Universidades tradicionais como a UFRJ e a Belas Artes (SP), ficarão impossibilitados de exercer a profissão apenas pq não possuem um conselho profissional? Embora tenham conhecimento equivalente e muitas vezes superior na área de Interiores?

      Citei a Avaliação Pós-ocupacional como exemplo dentre tantas outras competências adquiridas na faculdade de Design de Interiores. Mas o mais preocupante é que todos os profissionais formados pelas 92 faculdades de Design de Interiores do Brasil ficarão impossibilitados de exercer a sua profissão em função de um motivo arbitrário. Um capricho profissional… Não sei se por vaidade ou por reserva de mercado, mas os arquitetos não devem os únicos profissionais a trabalhar com interiores.

      Tenho um colega arquiteto que se formou na UFRN e sequer cursou a disciplina de arquitetura de interiores, pois era optativa. Vc acha realmente justo que esse profissional possa ser exclusivamente responsável por projetos de interiores, em detrimento de profissionais que estudam até 4 anos exclusivamente para isso?

      Infelizmente nós não temos conselho próprio, mas até pouco tempo atrás os arquitetos tb não possuíam. Parecem que esqueceram rápido este detalhe.

      Além disso, segundo a nossa Constituição Federal em seu inciso XIII, Art. 5°, afirma que “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;”. O que os arquitetos querem fazer parece-me inconstitucional.

      Em uma coisa concordo com vc Cristiane, RESPONSABILIDADE TÉCNICA É COISA SÉRIA E NÃO RIXA PROFISSIONAL! Mas não é isso que está parecendo.

      Sem mais.

      Att.

      João Lima
      Designer de Interiores

  252. Essas atribuições são exclusivas dos arquitetos?
    “projeto urbanístico e de parcelamento do solo mediante loteamento”, “projeto de sistema viário urbano”, “coordenação de equipes de planejamento urbano ou de regularização fundiária”. Caríssimos,sou engenheiro agrimensor e sou apto sim a realizar todas estas funções aqui mencionadas, alias possuo mais carga horária na graduação nestas atividades que a maioria dos arquitetos que conheço. Isso ai é um abuso!
    “O homem pelo seu egoísmo, pela sua arrogância e falta de amor só pensa em si e usufruir benefício próprio.”

    • Xará,

      O que você entende por Urbanismo? Porquê deve ser uma definição completamente fora do padrão, para que você possa fazer essa legação. Nenhum curso de Agrimensura tem carga horária de urbanismo nesse país.

    • Andre, também acho um absurdo…o CREA tem que impedir isso JA!

    • Acho que todos os Engenheiros Agrimensores, se fizeram a mesma pergunta e também chegaram na mesma conclusão. Ótima colocação André.

    • Concordo plenamente André!
      Sou engenheiro civil e também cursei a cadeira de urbanismo e planejamento urbano.

    • Igor de Mendonça Fernandes, DF

      Colegas, acredito que o CAU está partindo para o procedimento de fixar habilidades e competências a partir apenas do título profissional, afastando a conhecida análise curricular com base no perfil do egresso fixado pelas insituições de ensino brasileiras.

    • Prezado Igor, a discussão sobre as atribuições privativas de arquitetos e urbanistas tiveram como uma de suas bases exatamente as Diretrizes Curriculares Nacionais aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação.

    • Concordo com o André de MG,
      Fui olhar a grade curricular do Curso de Agrimensura e fiz a comparação com a de Urbanismo, constatei que são duas áreas totalmente diferentes. Nenhum curso de Agrimensura tem carga horária de urbanismo nesse país (2).

      Henry, SP e demais – Se for segui o raciocino, paguei noções de projeto elétrico, mas nem por isso vou exercer e colocar em risco a vida de um cidadão, acredito que paguei essas matérias para ter apenas uma noção, não é exclusividade minha, da mesma forma o engenheiro civil paga projeto arquitetônico para ter uma noção de planta. Pois nós arquitetos passamos 5 anos estudando normas e cadeiras especificas para elaboração dos projetos.
      Não é por ae, acho que o trabalho do CAU é definir as atribuições e da melhor visibilidade da profissão por parte da sociedade.
      Por que do jeito que o CREA fez a mais de 50 anos, qualquer profissional pode terminar a faculdade e atuar em outras áreas da maneira que bem querem.
      É só perguntar a um leigo se ele sabe diferenciar um arquiteto de um engenheiro, pra maioria da sociedade é a mesma coisa, culpa do CREA.
      Eu sou arquiteto e já fui chamado de engenheiro várias vezes nas construtoras por onde passei.

    • Caro Tonny,
      Como você acha que faz os cálculos geométricos de vias?
      Eu fiz sim matérias de urbanismo, alias fiz matéria de LOTEAMENTO,TRAÇADO DE CIDADES, projeto de vias,transportes, cadastro técnico,terraplanagem, etc. Será que mesmo assim não sou apto xará(André MG)?Não entendi essa afirmação sua!
      E vocês fazem uma matéria de topografia e acham que sabem topografia.

      Não estou contestando o que vocês acham que sabem, contesto que vocês não tem “exclusividade” para estas atribuições!Em nenhum momento eu falei um absurdo aqui, e eu não sou irresponsável de fazer algo que eu não esteja apto, mas com relação a essas atribuições eu tenho total capacidade sim!

    • Ou seja, meu caro, você não teve matéria de urbanismo. Teve matéria de desenho.
      Esse é um dos maiores erros do leigo: achar que saber desenhar significa saber projetar. Para projetar você precisa ter a formação acadêmica suficiente para entender a cidade e sua dinâmica.

      Do ponto de vista legal, a Resolução 218/73 somente dá atribuição ao Agrimensor para locar pontos. Então, não vejo porquê o auê. Você não está perdendo nada – você já não tinha antes.

    • Xará você fez um curso que só mexe com desenho, não fez quase nada de matérias de cálculos e de física, provavelmente não sabe fazer um projeto de terraplanagem, projeto geométrico,levantamento topográfico, etc. Quero ver é fazer o projeto das vias de verdade!Realmente não fiz nenhuma matéria chamada “urbanismo”, pois eu fiz umas 10 sobre parcelamento do solo, e vejo isto na pratica, trabalho com isto!Uma informação: o único loteamento que não deu certo no meu município foi feito por um arquiteto, sabe por que?Ele só sabia o “urbanístico”!Continuem sonhando…Não compensa discutir com vocês!Eu não tenho que provar nada pra ninguém, vocês é que tem que tem que provar muita coisa!

    • Xará, você demonstra exatamente não saber do que está falando ao dizer que Arquitetura ‘só mexe com desenho’.
      Esse é o grande problema da discussão: as engenharias não fazem a mínima ideia do que seja arquitetura e urbanismo, confundem com desenho e, aí, acham que têm formação, porquê viram desenho.
      Informe-se e se atualize.

    • Arqª Carolina Santini, SC

      Caro André, PR

      A concepção de um projeto de urbanismo envolve estudos ligados à história das cidades, habitabilidade, humanização, arborização, bem estar. São conceitos teóricos que só os arquitetos têm em sua grade curricular. Você por acaso sabe o que é um ponto focal? Ah, deixa pra lá…

      ISSO É UM PROJETO DE URBANISMO.

      O que você chama de “projeto de vias, transportes, cadastro técnico,terraplanagem(…)”, “projeto de terraplanagem, projeto geométrico,levantamento topogáfico (…)” são apenas COMPLEMENTOS de um verdadeiro projeto de urbanismo.

      Assim como os projetos elétricos, estrutural, hidráulico, preventivo, etc, são COMPLEMENTOS do projeto Arquitetônico.

      É por isso que eles se chamam PROJETOS COMPLEMENTARES, entendeu agora?

      Contra argumentando outra colicação sua..
      Nunca ouvi falar de um Arquiteto que se metesse a realizar um levantamento topográfico. Nosso conhecimento em topografia serve para interpretação dos dados levantados por um topógrafo.

      De fato o CAU mexeu num vespeiro de tamanho incalculável. Mas já não era sem tempo!

  253. Parabéns ao CAU, agora sim teremos nosso devido valor, sem essa “prostituição” que vinha ocorrendo, principalmente de engenheiros com seus “modelos prontos”… agora cada um na sua área!! 🙂

    • Sem dizer que engenheiros são a maioria entre os acobertadores de desenhistas.

    • Concordo, Thiago, cada um na sua área:
      – arquiteto projetando edifícios,
      – engenheiro fazendo o cálculo estrutural deste edifício e o
      – designer de interior ambientando seus espaços.
      Cada um no seu quadrado.

  254. Fico feliz com essa resolução. Espero que ela realmente entre em vigor e que seja respeitada pelos demais profissionais.

  255. Acho que o CAU tinha que bater firme na questão projeto de Arquitetura, ser dever do Arquiteto impedindo o Engenheiro civil de elaborar projeto de arquitetura e ficar por isso mesmo.

  256. A cadeira de Fisiologia vegetal faz parte da formação acadêmica dos arquitetos ??

  257. Parabéns ao CAU pela a valorização profissional!!!!

  258. Juliana Daniela de Oliveira, SP

    Até que enfim um Conselho para defender e valorizar-nos!! Parabéns CAU

  259. Caroline Lumertz da Luz, SC

    Olá. Sou arquiteta e professora do Curso Técnico em Edificações. Minha dúvida é: hoje os técnicos podem se responsabilizar por projeto e execução de obras de até 80m². Com essa nova resolução eles ficarão impedidos de elaborarem e se responsabilizarem por projetos?
    Parabéns ao CAU que está começando a mexer os pauzinhos para arrumar essa confusão profissional em que vivemos.
    Rumo a valorização profissional.

  260. André Ruas de Aguiar (@andreruas), SC

    Sou graduado em Economia, mestrado em urbanismo e doutorando em planejamento urbano, com essa resolução as minhas atribuições quanto urbanista ficam restritas por eu não ter feito graduação na área?

    • Caro André, as atribuições privativas de arquitetos e urbanistas valem para profissionais registrados no CAU.

    • Economia, Urbanismo e Planejamento Urbano?
      CAUS!!!!!

    • Alexandre Torres, MT

      André, parabéns por ter escolhido estudar uma área tão importante como a nossa de Urbanismo; só falta agora você se graduar em arquitetura e exercer suas atividades como apaixonado que é. Sinto muito más…. somente nós que estudamos por 5 anos integrais podemos trabalhar na área. Outra opção é contratar um arquiteto.

    • Caro André,
      Me desculpe, mas até onde sei, o Mestrado acadêmico não dá atribuição profissional, mas um direcionamento na tua profissão. Digo isso porque eu também ia fazer um Mestrado em uma área multidisciplinar e não iria ter atribuição na mesma, além da que já tenho como Arquiteta e Urbanista. Quanto a mestrados profissionais, não sei como funcionam… No entanto, existem muitas áreas em planejamento urbano que podes atuar como economista, sem falar nas Universidades e pesquisas acadêmicas.

    • André, recomendo que vc vá ao CAU-SC e tire suas dúvidas lá.
      Realmente não sei se mestrado/doutorado latu sensu é equivalente à graduação, mas respeito o conhecimento acadêmico. Você com certeza se aprofundou mais em Urbanismo do que eu, que me dediquei exclusivamente a projetos arquitetônicos.

      Mas… que Economia tem a ver com PUR (Planejamento Urbano e Regional)?

    • André,

      suas atribuições não mudam. Planejamento Urbano é uma atividade multidisciplinar e, legalmente, desde sempre, somente os arquitetos podem coordenar as atividades multidisciplinares (que envolvem Arquitetos, Engenheiros, Geógrafos, Economistas…).

      Esse é um problema que o CAU tem que resolver. Uma vez que não estamos mais em um conselho de tecnologia, é necessário que todos nós, profissionais da área de planejamento, criemos soluções para a prática profissional.
      O que não dava, é que profissionais sem formação para planejamento se responsabilizassem pelo plano.

  261. Muito bom! Valorização da nossa profissão.

  262. ANDRE LUIZ NABEREZNY AZEVEDO, CE

    Há muito que nós arquitetos e a sociedade como um todo carece que tais resoluções sejam realmente colocadas em prática. A pergunta que me vem é se haverá uma fiscalização efetiva e sanções reais em relação a isso tudo.

  263. Cervantes Ayres Filho, PR

    Várias dúvidas:

    Na prática, é possível implementar isso? As atribuições vigentes dos engenheiros civis não são direito adquirido? O CREA vai barrar ARTs de projeto arquitetônico de quem não tiver formação em arquitetura? O CAU vai realizar um trabalho de informação junto aos órgãos públicos, principalmente prefeituras?

    • Prezado Cervantes, a definição das atribuições privativas de arquitetos e urbanistas é uma prerrogativa do CAU/BR, prevista na Lei 12.378/2010. Os profissionais podem ajudar a fiscalizar práticas ilegais fazendo denúncias aos CAUs estaduais.

    • Bom dia, Cervantes.
      Acredito que sim, as prefeituras só poderão dar alvará para obras que estejam de acordo com essa resolução do CAU.

      Nunca foi ATRIBUIÇÃO do engenheiro fazer projeto arquitetônico, era apenas permitido por que no sistema do CREA não havia proteção de cada classe separadamente. Era permitido inclusive ao arquiteto fazer projeto elétrico, em determinadas circunstâncias (e isso também não é atribuição do arquiteto).
      Não sendo atribuição dele, não tem nada o que “perder”, sob a justificativa de “direito adquirido”.

    • Jonathas Kennedy, AC

      Não sendo atribuição dele, não tem nada o que “perder”, sob a justificativa de “direito adquirido”. Aí que está o problema! Se antes podia se fazer porque não havia regulamentação, não havia lei, é por definição que este poderá ainda sim continuar. A lei nova não pode atingi-los, sem retroatividade.

    • Lauri Sávio Machado Junior, RS

      Caro Emanuel Guerra.

      Como Engenheiro Civil, já que não tenho atribuição e não tenho nada a perder como voce disse, lhe passo o numero de minha conta para depositar os mais de R$ 20 mil que investi apenas nos estudos de arquitetura dentro do curso de Engenharia Civil, com mais o reajuste do tempo gasto em estudo!

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      Bom dia Cervantes e demais comentaristas.
      Vejam a interpretação do Advogado Felipe no final desta página e os meus comentários à respeito de poder ou não poder.
      Atribuições especificas de cada Profissional nunca serão retiradas por qq nova Lei ou Decreto.

    • Me desculpe Eng. Lauri Sávio Machado Junior … mais se investiu tanto assim nos estudos de arquitetura como disse, pq não fez uma faculdade de Arquitetura e Urbanismo, no meu ponto de vista, eng. que faz projeto arquitetonico, é um profissional frustrado na sua engenharia, isso eu vejo para todos os profissionais da engenharia, sem direcionar a um ou a outro.

    • Alexandre Torres, MT

      Emanuel, perfeita a sua colocação! Perder o quê??? Lauri, desculpe-me pela minha visão más, deverias ter investido num curso de Arquitetura. Também perdi dinheiro com várias coisas como ações, etc… Pense nisso!

    • Lauri Sávio Machado Junior, RS

      Olhe a grade curricular de um curso de Engenharia Civil. La poderão ver que o curso habilita a fazer projetos arquitetonicos. O estudo não é pleno, porém na Arquitetura tambem não é pleno o calculo estrutural, e mesmo assim continuam a assinar.

      Não estou na profissão errada, tenho uma empresa no qual eu projeto algumas casas de habitação popular, vendo e trabalho principalmente com execução de grandes estruturas. Aonde eu não me enquadro em minha função?

    • Como Engenheiro Civil vou ficar esperando me notificarem, o processo de indenização vai custar boa receita do CAU. O resto é conversa fiada.

    • Aos engenheiros de plantão. O direito de elaborar projeto arquitetônico já concedida pelo sistema CONFEA/CREAS permanece para os que possuem atribuições pela Res. 218. A Res. 51 do Cau não cancela as atribuições do outro Conselho. Como já falei em outro tópico, as ações na justiça movidas por engenheiros autuados pelo Cau e por arquitetos autuados pelo Crea por exercício ilegal da profissão só tende a aumentar a com certeza tende a ser a favor do autuado, para os casos de sombreamento. Sem dúvida pois Conselhos terão que colocar a mão no bolso para pagar indenizações. Para pois pró-rossi que tiverem atribuições pelas Res. 1010, deve-se analisar a grade curricular. Sem dúvida, com tantos cursos pelo país, irão variar as atribuições. E repito: o CAU está esquecendo da defesa da sociedade e pensando apenas em arrecadação. O Crea não foi mesquinho tentando forçar atribuição exclusiva da elaboração do projeto arquitetônico aos seus profissionais, sendo que há sombreamento.

    • Mesquinho, caro Ricardo? Vá ler uma grade curricular de um Curso de Eng. Civil e veja se qualquer Conselho do Mundo teria coragem de exigir exclusividade para tal atividade para os profissionais Engenheiros. Porque será que é chamado de Projeto Arquitetônico?

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      Cervantes,veja bem, como já disse anteriormente não se trata de poder ou não poder e, sim, de verificar as atribuições de cada Profissional nos CREA´s.
      O Decreto Federal N.º 23.569/33 na letra “b” do Art. 28, reza o seguinte: “o estudo, projeto, direção, fiscalização e construção de edificios, com todas as suas obras complementares”.
      Então, basta a nós Engenheiros, substituir a tão falada palavra “Arquitetonico” por “Edificios”.
      Sou diplomado pela Lei N.º 23.569/33 e pela Resolução N.º 218/73 do CONFEA, portanto estou tranquilo, continuarei a elaborar Projetos Elétricos, Civis e Mecânicos, bem como, a Gerenciar, Fiscalizar e Executar os mesmos em toda a sua plenitude.

    • Acabei de ler no creasp que nada muda para os profissionais de SP. E agora?

  264. Felipe Scaramuzza, SC

    Qual é o procedimento para se tornar fical do CAU para poder fiscalizar toda e qualquer regulamentação neste sentido?
    Faço questão de fiscalizar atividades que vão contra ao CAU e estas determinacoes.
    ATT

    Felipe Scaramuzza
    Arquiteto

    • Caro Felipe, os fiscais do CAU são profissionais contratados. Deverá haver um concurso público até o fim do ano. Mas qualquer arquiteto pode – e deve – denunciar práticas ilegais para o CAU de seu estado.

    • Pedi informações sobre como fazer uma denúncia e não obtive respostas do site do CAU. Conheço uma Designer de Interiores que se apresenta como Arquiteta e não consegui denunciá-la!

    • Prezada Camila, as denúncias devem ser dirigidas ao CAU de seu estado. Veja a lista completa dos CAU/UF na coluna da direita em nosso site.

    • Arqª Carolina Santini, SC

      Felipe, acesse o link abaixo.

      https://servicos.caubr.org.br/

      Tem um menu à esquerda + Cadastrar Denúncia

      Manda bala!

  265. Jorge Brum Júnior, RS

    Olá, gostaria de saber em relação ao número de pavimentos de um prédio se existe alguma limitação para o arquiteto ser responsável pelo cálculo estrutural.
    Grato

    • Boa tarde Caro Jorge,
      Não existe nenhuma limitação para elaboração do cálculo estrutural desde que comprovado em sua grade curricular profissional. É facultado a cada um estabelecer sua linha de serviços.

    • Qué problema existe num prédio de mais andares?
      Quando tens conhecimento para calcular, não existe limitação e até agora legalmente também não tinha.
      Sou arquiteto formado na Espanha e a minha especialidade é de cálculo estrutural, minha vida profissional sempre teve uma alta incidéncia no cálculo, fiz projetos mas a maioria dos meus trabalhos foram estruturas, de todo tipo e de todas as tecnologías, superfícies e alturas.

    • Edmar Ferreira Jr, MG

      É mais uma lenda, entre várias outras. A legislação brasileira não faz menção a número de pavimentos.

  266. Arquiteto RAMOS DE SOUZA, ES

    Muito bom! Gostei! Valorização total da profissão!

  267. Maria Carolina Barreto, MT

    Agora o que o CAU poderia fazer é fiscalizar melhor a atuação de vários profissionais que “assinam” projetos para pessoas que se apresentam como formados em arquitetura e engenharia e na verdade nao possuem diploma algum. E a sociedade nao sabe o risco que corre contratando essas pessoas que nao tem o conhecimento suficiente nem o direito de se apresentar como tal. Você consultaria seu filho com um medico que nao tivesse diploma? Deve haver uma forma de ter o apoio do CAU nesta questão, principalmente no interior do Estado de MT onde isso acontece muito.

  268. Arquiteto Luiz Gustavo De Avila Lelis, RJ

    Ok… sabemos de tudo isso e os que fazem isso sem mesmo ter formação, os ditos designers de interiores e que não se esquivam quando titulados arquitetos. Outra… Já que estão atribuindo exclusividades de atividades a nossa classe, deveriam exigir um salário mais justo. Um piso tabelado pra cada atividade, pra termos uma margem de como cobrarmos isso… afinal uma melhor organização de honorários e de mais fácil entendimento. Se não a bagunça continua…

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      Como somente os Arquitetos poderão assinar Projetos!!!!Vejam a Lei Federal N.º23.569 e a Resolução N.º 218 do CONFEA!!!!
      As minhas Atribuições estão resguardadas por esta Lei e Resolução.
      Continuarei a elaborar Projetos Civis, Elétricos e Mecânicos, bem como, a executá-los em toda a sua plenitude.

    • Caso o amigo Arquiteto ainda não saiba, a faculdade de DESIGN de INTERIORES é existente e regulamentada pelo MEC há 32 anos e a maioria de nós, “os ditos” DESIGNERS DE INTERIORES, ao contrário do que o amigo profere, não de orgulha e nem aceita quando o cliente, erroneamente, nos intitula como arquitetos, mesmo por que, o que vocês pagam em 3 meses, a gente paga em, pelo menos 2 anos. Além do mais sabemos das nossas limitações legais, o que não quer dizer que sejam limitações técnicas, por que, francamente, amigo, não me troco por muitos de seus colegas que passaram 5 anos numa academia e nem sabem qual é a diferença entre vidro comum e temperado, por exemplo, entre outros absurdos que presencio.

    • Daniel Bezerra Gomes, RN

      Caro, Luiz Gustavo De Avila Lelis (segue a baixo, a formação ‘GRADE’/ de “NÓS DESIGNERS DE INTERIORES” – TIRANDO AINDA A PÓS-GRADUAÇÃO; ARQUITETURA/INTERIOR EM B, E FORA AS VÁRIAS ESPECIALIZAÇÕES POR AI À FORA. OS ‘NICHOS’ SÃO GRANDES, E PRA NÓS DESIGNERS, EXISTEM MUITAS ATRIBUIÇÕES TAMBÉM QUE LEVAMOS EM CONTA E DIREITO. E só pra ressaltar, que no Brasil já existe mais Designers de Interiores do que Arquitetos. E que nossa Tabela (R$) “ESTÁ BEM NA FAIXA, DÁ DE VOCÊS ARQUITETOS”. Assino meus projetos, ganho muito bem, e pode existir a resolução quer for, que continuarei atuação na minha profissão.

      Disciplinas

      -SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E ECO-DESIGN
      -HISTÓRIA DO DESIGN
      -DESENHO DE OBSERVAÇÃO E REPRESENTAÇÃO 3D
      -COMPUTAÇÃO GRÁFICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES
      -CONFORTO AMBIENTAL E ILUMINAÇÃO
      -ERGONOMIA E ACESSIBILIDADE
      -ESTRUTURAS CONSTRUTIVAS
      -REPRESENTAÇÃO DE PROJETOS
      -PSICOLOGIA DO AMBIENTE E SEMIÓTICA
      -ANTIQUÁRIO E ARTE MODERNA
      -DESIGN DO MOBILIÁRIO
      -MATERIAIS DE ACABAMENTO
      -PAISAGISMO
      -PROJETOS DE INTERIORES COMERCIAIS
      -PROJETOS DE INTERIORES RESIDENCIAIS
      -ÉTICA E LEGISLAÇÃO
      -GESTÃO E EMPREENDEDORISMO
      -PROJETO DE INTERIORES INSTITUCIONAIS
      -PROJETO DE INTERIORES TEMÁTICOS
      -PROJETOS DE EVENTOS E CENOGRAFIA
      -TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO DE PROJETOS
      -HISTÓRIA DA ARTE
      -ANÁLISE CULTURAL
      -FUNDAMENTOS DE TÉCNICAS E MÉTODOS CIENTÍFICOS
      -LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
      -PROJETOS DE INTERIORES RESIDENCIAIS

  269. Boa noticia! Como o cau pretende realizar o controle disto? E no interior, foram firmados convênios, parcerias?

  270. mauricio joao da costa, SC

    sempre é bom estar informado

  271. Parabens a CAU! Sinto- me mais representada com essas novas medidas do que pelo CREA!

    • Samir Brito Ferreira, AP

      Concordo plenamente com você, Karen Manneshi.
      É triste afirmar isso, mas por anos e anos o CREA não interviu nas questões voltadas às atribuições dos profissionais da construção civil de maneira imparcial. Era notório o favorecimento aos profissionais da área de Engenharia Civil – Uma grande bobagem, na minha opinião – onde os Arquitetos e Urbanistas eram tratados como meros desenhistas.
      Outro ponto a ser discutido se diz respeito à projetos estruturais e execuções de obras. Como profissional eu também atuo nessa área, portanto eu me preocupo em saber quais serão “nossas” atribuições dentro deste campo mais prático.
      Alguns engenheiros podem ver o cumprimento de tal Lei como um favorecimento aos Arquitetos, porém eu a considero como apenas um instrumento para a organização do exercício de nossas profissões e suas respectivas atribuições.

      Um abraço, Samir Brito Ferreira.

  272. Adriano Zacarelli, MT

    OLA, TUDO BEM, SE ENTENDI BEM, AGORA FICA RESTRITO APENAS A ARQUITETOS E URBANISTAS -Projeto arquitetônico de edificação ou de reforma, E NÃO MAIS PODENDO SER FEITOS E ASSINADOS POR ENGENHEIRO CIVIL, É ISSO? E OS DEMAIS CAMPOS DESCRITOS NA MATÉRIA TAMBÉM?

    • Exatamente, Adriano. Daqui a alguns dias, quando a resolução entrar em vigor, publicaremos o texto completo.

    • Caro Adriano a lei não tira as atribuições dos engenheiros, apenas compartilha tais atribuições. (faça uma reflexão no artigo 3° § 1° da lei colacionada abaixo)

      http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/Lei/L12378.htm#art68

    • Flávio Schönhofen, RS

      a Resolução n° 21 de 5 de abril de 2012, não fala em exclusividade

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      Bom dia Adriano.
      Pela minha formação posso e continuarei a elaborar Projeto Arquitetonicos, bem como, executa-los, pois sou diplomado pela Lei N.º 23.569 e pela Resolução n.º 218 do CONFEA.
      Estas atribuições que me foram outorgadas, jamais serão retiradas por qq nova Lei ou Decreto.

    • Isso não é assim. Lei nenhuma pode tirar um direito que um cidadão já possui pois lei não tem efeito retroativo para prejudicar alguém. Isso é direito adquirido, e da constituição e é cláusula pétrea.

    • José Carlos Fernandes de sousa, SP

      Adriano, bom dia.
      O Felipe (Adv) tem feito colocações que enaltecem os diplomas outorgados a cada Profisional indistintamente.
      Meu entendimento, é que as atribuições de cada profissional adquiridas ao longo de cada Curso, não podem e não serão retiradas (caçadas) por QQ nova Lei ou Decreto, quer sejam do CAU ou dos próprios CRREA´s.
      Fui Diplomado pelo art. 12 da Resolução N.º 061/46, que foi referendada pela Resolução N.º 218/73, ambas do CONFEA.
      Assim, continuarei a executar Projetos Arquitetonicos, Civis, Elétricos e Mecãnicos, bem como, gerenciar, fiscalizar e executar todao e qualquer obra de Engenharia relacionadas as minhas atribuições que estão resguardadas pela Lei Federal N.º 23.569/33 e dela Resolução N.º 218/73 do CONFEA.
      Entendo tbm que, nenhum Decreto e/ou Resolução tanto dos CREA´s ou do CAU/BR, irá retirar as minhas atribuições vigentes.
      Acho que o CAU/Br deve parar com esta falácia e colocar em pratica o que realmente se propos a fazer, em beneficio da classe e da Sociedade.

    • felipe ADVOGADO, não confunda. Como advogado, você deveria ler: “O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR especificará, atentando para o disposto no caput, as áreas de atuação privativas dos arquitetos e urbanistas e as áreas de atuação compartilhadas com outras profissões regulamentadas.”

      NÃO SÃO TODAS AS ÁREAS QUE SERÃO COMPARTILHADAS. AS DESCRITAS COMO PRIVATIVAS, SERÃO PRIVATIVAS. AS OUTRAS NÃO DESCRITAS SÃO COMPARTILHADAS.

      Como advogado, deveria prestar mais atenção…

    • Acredito que cobram estes preços por concorrerem com engenheiro, Rodolfo!

  273. Márcia de Fátima Schardong Siqueira, AC

    Olá!

    Os profissionais em nível médio:Técnico em Design de Interiores terão seu campo de atuação limitado?
    No que concerne projetos de interiores e de móvel, segundo esta resolução, ou fiz uma leitura equivocada?
    Gostaria de esclarescimentos!

    Atenciosamente,

    Márcia Siqueira

    • Projetar o produto e projetar o espaço não são a mesma coisa. Projeto de Arquitetura de Interiores é tarefa exclusiva do Arquiteto e Urbanista.

    • Igor de Mendonça Fernandes, DF

      Olá professora Márcia! Acredito que o administrador ainda não respondeu pois não sabe como o CAU vai tratar a questão dos técnicos. Acredito que os técnicos em design de interiores foram os mais prejudicados com a separação dos conselhos. Estão à deriva…sem regulamentação. Além disso, acredito que a nova Resolução provavelmente tratará apenas de profissionais de nível superior, afastando análise curricular e piorando ainda mais a questão dos técnicos em design de interiores, pois poderão sofrer ações coercitivas do CAU.

    • Os Técnicos ok e os com Bacharelado em Design de Interiores??? Afinal são 4 anos de graduação em período
      integral. Muitos não sabem mas na UFRJ há esse curso desde 1970, onde eu cursei.

    • Alexandre Torres, MT

      Graziele, a pergunta que não quer calçar: Seu curso está registrado no CAU??? Então não pode colega. Contrate um Arquiteto.

    • SR ALEXANDRE

      VC ESTUDOU ISSO MEU COLEGA? SERA?

      – A Psicologia do Ambiente: Influência do Ambiente no Comportamento do Usuário
      – A Linguagem do Design de Interiores
      – Composição Espacial
      – Design Informacional
      – Design Universal na Ergonomia do Cotidiano
      – A Cor e suas Influências
      – Materiais de Revestimentos e Acabamentos na Composição de Interiores
      – Comportamento do Consumidor e Simbolismo
      – Design de Interiores Residenciais – Projeto de Design de Interiores Residenciais
      – Retail Design
      – Design Corporativo
      – Design de Interiores Comerciais
      – Projeto de Design de Interiores Comerciais
      – Metodologia do Trabalho Científico
      – Projetos Conceituais: Design e Interiores
      – Projeto de Paisagismo e Jardinagem
      – Sistemas, Equipamentos e Instalações
      – Gestão de Carreira e Marketing
      – Gestão do Projeto e do Escritório
      – Gestão de Carreira e Marketing Pessoal

      ???????????????????????

      GOSTA DOS EAMES??

      http://www.renderingfreedom.com/2012/11/top-10-arquitetos-que-o-cau-mandaria.html

  274. Bom dia

    e como vai ficar a parte dos engenheiros fazerem projetos arquitetônicos??

    esta é a questão mais importante.

    Obrigado pela atenção
    Aguardo retorno

    • Projetos arquitetônicos passam a ser atribuição privativa de arquitetos e urbanistas.

    • Projetos arquitetônicos NUNCA PUDERAM ser feitos por engenheiros. A lei que regulamenta a profissão dos engenheiros estabelece que é atribuição de cada profissional regido por esta lei apenas aquilo que faz parte de sua formação. Os cursos de Engenharia nunca tiveram em seus currículos disciplinas de ordenação de espaço ou projeto de arquitetura. Portanto, na verdade, o que ocorreu nestes anos foi uma distorção, uma atitude não ética, por parte dos engenheiros, que excediam sua formação e atribuições ao fazer projetos arquitetônicos. Essa é uma questão muito clara na lei, nas posições oficiais dos conselhos, e assentada juridicamente (recomendo a leitura dos livros “Comentários à Lei 5.194/66”, do advogado e engenheiro Claude Pasteur de Andrade Faria, “O Arquiteto e as Leis – Manual Jurídico para Arquitetos”, do arquiteto Jorge Königsberger e da advogada Lízia Manhães de Almeida, e “Prática das Pequenas Construções – Vol. 1/ 9ª Edição Revista e Ampliada”, do engenheiro Alberto de Campos Borges. todos eles (além do texto da lei) dizem a mesma coisa, citam decisões judiciais inequívocas, além de, se se forçar um pouco a memória, isso ser ensinado nas disciplinas de legislação tanto dos cursos de engenharia quanto de arquitetura. O fato de que até agora, pelo fato do conselho ser o mesmo, haver uma conivência e uma falta de fiscalização por parte do CONFEA apenas demonstra o POR QUÊ de ter sido necessária uma desassociação, por parte dos arquitetos, deste conselho. Sempre houve essa incorreção, essa conivência. O que não faz dela correta ou boa, nem hoje, nem, na verdade, nunca.

    • Alexandre Torres, MT

      PERFEITA A SUA RESPOSTA!!! PARABÉNS!!!

    • Conversa fiada onde esta a resolução conjunta que define isto? Enquanto ela não acontecer tudo isto é conversa. A Lei que criou o Conselho de Arquitetura em nenhum artigo definiu atribuições exclusivas para os profissionais de Arquitetura portanto salvo se desocnheço alguma resolução conjunta entre os dois conselhos isto tudo é papo furado e perda de energia, além de jogar um profisisonal contra o outro na sua cidade.

    • Collares,

      De onde você tirou essa ideia que essa regulamentação vai jogar um profissional contra o outro? é cada uma na sua área, respeitando a sua própria profissão, já pensou você chegar em um hospital e ser atendido por uma enfermeira fazendo papel de médico?

    • Danilo basta voce ler esta página, mas em nenhum momento faço esta comparação entre médicos e enfermeiros, taves fosse como comparar técnicos e plenos ou tecnólogos e plenos, mas aqui e ai na Bahia todos os Engenheiros Civis tem atribuições para Executar projetos portanto tentar mudar esta realidade através de uma resolução exclusiva de seu conselho é piada, mas o futuro mostrará que desta vez o Cau ultrapassou limites. Não tenho duvidas de que na Arquitetura temos a Especialização dentro da formação, mas fazer o que? Enquanto na Engenharia formamos profissionais com abrangencia maior e após temos ainda as especializações como na medicina.O senhor vai querer impedir que o exército brasileiro seja impedido defazer projetos? ou a engenharia militar foi esquecida? bom é dificil discutir quando o seu Conselho distribuiu atribuiçoes de Urbanistas para quem não tinha esta titulação e sem fazer nenhuma analise curricular. Em tempo o curso de Urbanismo da BAhia hoje esta no sistema CONFEA/Creas, logo teremos muitos engenheiros urbanistas no mercado,alem dos mais antigos já existentes.

    • CLEITON JOSÉ DE SOUZA, GO

      Collares, RS, sua dialética e comparação infundada nos mostra que seus argumentos são totalmente descabidos, argumentos estes que sempre foram usados por esta categoria, engenheiros, no sentido de tentar justificar o injustificável, ou seja os seus insanos e escusos interesses em reserva de mercado a si sem serem competentes para tal, se não vejamos, de onde você tirou este comparativo que tecnólogos é “não pleno” “..tecnólogos e plenos,…”, ora o próprio MEC já esclareceu isso e deixou claro que tecnólogo é graduação plenas como outra qualquer, ver em: http://portal.mec.gov.br/prolind/353-perguntas-frequentes-911936531/educacao-tecnologica-1056103719/13146-um-curso-tecnologico-e-uma-graduacao, portanto sua argumentação está infundada, mas eu sei bem de onde vem esta sua argumentação, vem do próprio CONFEA que tem como atual presidente o Sr. José Tadeu, fundamentações estas que já denunciei conforme registrado em: https://www.facebook.com/csouzagyn/posts/1728028947455151 e em: https://www.facebook.com/csouzagyn/posts/1741861619405217, portanto este é o nome do verdadeiro culpado por tudo isso.

  275. Tenho outra dúvida… Então nosso colegas engenheiros não podem mais fazer projetos de arquitetura? Enfim, parabéns para as conquistas da nossa classe!

  276. Combinaram com o João?

  277. Definições bem esclarecidas, exceto quando define que só um arquiteto pode fazer Projetos de Interiores. E todos os designes de interiores que não são arquitetos? Como ficam a situação deles? Lembrando que há um curso próprio para design de interiores. Como ficam a situação deles? Pelo o que li, cabe apenas o arquiteto desenvolver ambientações. Está certo essa minha compreensão? Boa noite.

    • Exatamente Antônio, tenho a mesma dúvida que você… Afinal os cursos de design de interiores estão se proliferando demasiadamente por aí, formando profissionais muitas vezes sem devida qualificação para exercer a função, o curso dura em média 2 anos…
      Minha outra dúvida é a respeito dos cursos TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES, onde o formando pode assinar projetos de até 80m², como fica a situação desses profissionais?
      Agradeço à atenção, boa tarde!

    • Concordo que os design de Interiores com cursos de 2 anos que são cursos técnicos,não tenham tantas qualificações mas e os cursos com 4 anos de graduação? Aonde fica nisso tudo???

    • Antonio, como diz o Arnaldo: “A regra é clara”.

      Existem diferenças entre Projeto de Arquitetura de Interiores e “Projeto de Interiores”. Os Designers poderão continuar (de acordo com a minha interpretação) a comporem ambientes seguindo a linha do “Projeto de Interiores”, a restrição é aplicada a toda e qualquer alteração estrutural da qual todo designer que não é arquiteto não possui a competência. Capisce? Mobiliário sim, alterações estruturais, esquadrias e tudo mais, não.

      Thiago, na minha opinião o Técnico jamais deveria ter sido liberado para “projetar”. Com todo o respeito do mundo, mas sou grande adepto do sistema de distribuição de atribuições. Ao meu ver, o Técnico é apto a coordenar uma obra no caráter de Mestre de obras, com conhecimentos técnicos. Arquitetura não pode ser baseada em uma série de regrinhas que são ensinadas em 1,5 ou 2 anos. Se os engenheiros que são ótimos racionalistas não poderão mais projetar, imagine um Técnico? Portanto, acredito muito mais na eficácia do Técnico apenas como gerente de obras. Só para maior esclarecimento, conheço ao menos 30 casas desenhadas por Técnicos e não há nenhuma preocupação ergonômica, de conforto, ou tantas outras coisas que compõem um projeto arquitetônico. Justamente porque o conhecimento fica apenas no empírico.

    • Assino em baixo Paulino. Ultimamente você faz um curso Técnico em edif. mais um curso de design de interiores simultaneamente, enquanto isso aprende a usar os softwares de modelagem 3D em tutoriais no youtube ou faz um curso do mesmo, estuda um pouco de botânica no google e em 2 anos você é um “arquiteto”, assina projetos até 80m², faz paisagismo, interiores, e ainda apresenta o projeto 3D… e cobra 1/5 do valor de um arquiteto!!
      Conforme discutido inclusive no encontro anual do CAU aqui em Floripa, no Brasil as pessoas ainda não tem a cultura de contratar profissionais da construção civil para fins residenciais,o país emergente, existe muita pobreza, e a classe média prefere pagar um mestre de obras, uma empreiteira, ou na real qualquer pedreiro amigo da família, para levantar um projeto, ou “puxadinho” desenhado à mão numa folha qualquer e fora de escala. O surgimento de diversos cursos que habilitam profissionais sem graduação em arquitetura à exercerem funções da área, distancia ainda mais a sociedade do arquiteto, que embora tenha tantas atribuições e opções de atuação, não é reconhecido nem mesmo por “projetar casas”…

    • A arquitetura existe desde os primórdios da humanidade. A engenharia é o técnico da obra, só que no Brasil se proliferaram e tomaram o lugar dos arquitetos, o que seria um absurdo em qualquer país desenvolvido NO MUNDO! Procurem obras pelo mundo e verão que quem projetou foi um arquiteto, às vezes com apoio de cálculo de engenheiros. Só no Brasil que o engenheiro se mete a projetar.

      Designer de interiores, engenheiro, técnico em edificações, nenhum deles é capaz de fazer um projeto arquitetônico, uma humanização, um estudo de caso, um memorial descritivo, enfim, pontos que só os arquitetos devem fazer, desde SEMPRE. Esses novos cursos de “especialização” são um mínimo braço da graduação. Na minha opinião, somente graduados poderiam se “especializar” na área que fizeram. Gostaria de ver engenheiros se especializando em estruturas que são novidade no país, gostaria de engenheiros se especializando em desenho urbano, patrimônio histórico, mas sempre na própria área, pois se um engenheiro faz uma especialização em design de interiores, já acha que tem atribuição pra executar.

      Um professor meu sempre dizia: “eu, como arquiteto, posso fazer especialização em cirurgia plástica, mas não posso executá-la, pois não sou formado em medicina. Assim como um médico ou engenheiro querer fazer especialização em paisagismo, mas não poder executar, pois é atribuição de arquiteto”.

      De bem claro a todos: Arquiteto: do grego ‘arkhé’ (arqui) que significa “primeiro” ou “principal” e ‘tékhton'(tecto ou teto) que significa “construção” ou “construtor”. “arkhé tékhton” = principal construtor, o que coordena a construção.

      Comparando arquitetura com medicina, poderíamos dizer que o arquiteto é como um cirurgião, e o engenheiro um enfermeiro. O engenheiro, não sendo cirurgião, não poderia fazer cirurgias, pois quem tem atribuição a isso. Imagine se os enfermeiros agissem como engenheiros, fazendo cirurgias de risco, sem consultar um médico, e o conselho de medicina os proíbe da prática, e eles se revoltam. Não seria o cúmulo um enfermeiro fazer isso? É também o cúmulo ENGENHEIRO fazendo projeto ARQUITETÔNICO. Garanto a todos que arquitetura tem mais aulas de estruturas do que engenheiros tem de desenho técnico. E vejo muitas construções somente feita por engenheiros.

      Não digo que queremos fazer um projeto estrutural, pois nossas aulas são somente para termos noção do que é a estrutura, assim como as aulas de desenho em engenharia são para terem uma noção de leitura de projeto, não para projetar. O engenheiro pode com certeza executar uma obra, mas não pode projetá-la. O CONFEA poderia indicar uma lei que proíba arquitetos de fazerem projetos estruturais. Aí o engenheiro dependeria do arquiteto pra projetos arquitetônicos e o arquiteto dependeria do engenheiro pra projetos estruturais.

      Essa lei entrando em vigor dá o direito e dever aos arquitetos de fazerem o certo, depois de 66 anos de mediocridade do CONFEA/CREA.

    • Um erro. na 9ª linha do meu texto, a palavra “engenheiro” é “arquiteto”. Desculpem o equívoco.

    • LUIS, PR.

      Sua comparação arquiteto x eng. com medico x enfermeiro, foi totalmente infeliz. Se informe um pouco antes de escrever este tipo de besteira.

      Concordo com você quando diz que as maiores obras do mundo foram projetadas por arquitetos, e concordo com o fato de que só arquitetos tenham o direito de fazer projetos arquitetonicos.
      Em minha experiencia profissional, praticamente todas as obras que trabalhei foram arquitetos que fizeram os projetos arquitetônicos. Mas dizer “arquiteto coordena a construção” é um grande exagero da sua parte. Não consigo nem imaginar um arquiteto sozinho projetando e coordenando uma obra

    • Sou arquiteta e concordo que a Lei entre em vigor. Entendo o comentário do arquiteto Luis com relação a comparação arquiteto x engenheiro, como também a enorme irritação do Engenheiro Felipe. Cada profissional deve exercer o que lhe cabe, o arquiteto o de projetos arquitetônicos, mesmo que tenhamos conhecimento em estruturas e vice-versa. Mas infelizmente o “EGO” fala mais alto e todos esquecem que uma disciplina complementa a outra. No meu entendimento a arquitetura define os espaços e conjuntamente com os projetos de engenharia estrutural, hidráulica, elétrica e etc…se define todo o conjunto. A Luminotécnica definida pelo arquiteto expressa a harmonia do ambiente, utilizando-se de recursos naturais e artificiais, onde o engenheiro eletrico dá seu apoio na definição da distribuição das cargas. A conclusão é que todos os profissionais são importantes, o que resta é que todos se coloquem em seus devidos lugares e comecem a trabalhar dentro da lei.

  278. tudo bem explicadinho que interessante

  279. muito legal

  280. Cristian Iribarrem, RS

    Nenhum engenheiro mais poderá fazer projetos arquitetônico ou somente os que ingressarem após a publicação no Diário Oficial?

    • Todos os Eng.s que entraram no curso depois de 66, até a entrada em vigor do currículo-base, devem comprovar que cursaram créditos suficientes para desenvolver projetos de edificações.
      Os que entraram depois, simplesmente nunca puderam. Se já fizeram, o CREA deu atribbuição espuriamente.

    • Sérgio Augusto Kniphoff, RS

      Engenheiros nunca fizeram Projetos Arquitetônicos e sim arremedos sem nexo, sem noção ergonômica nem plástica!

    • Felizmente agora não poderão mais.

  281. ..as definições são boas, mas e a aplicação???…

    • Edmar Ferreira Jr, MG

      Isso é o que realmente quero ver!!! Tenho medo de que seja só mais uma dessas leis perfeitas que o Direito brasileiro é capaz de criar, mas que a a justiça não é capaz de fazer valer.

  282. Agora sim seremos mais valorizados e reconhecidos por nosso trabalho!

    Marcílio Maia
    Arquiteto e Urbanista

    • Errado! A profissão só será valorizada quando os próprios arquitetos se derem o valor e pararem de cobrar 15,00 R$ por m².

    • Luciano K. Granado, SP

      Rodolfo você tocou exatamente no ponto mais importante da questão! O preço! Outro dia passei em frente de um escritório de arquitetura e vi uma faixa que dizia o seguinte: “Promoção de projeto! Cobrimos qualquer oferta!”. Um total absurdo! Virou feira! Os famosos copy and past predominam em muitas partes do país!

    • Pra mim todos os profissionais tem o seu valor…. o arquiteto com os seus maravilhosos projetos e os engenheiros para colocar toda a maravilha de um projeto arquitetônico em pé…
      lembrando do grande mestre Niemeyer… fazia isto com a sua equipe….
      ele tinha a ideia e sua equipe formada por engenheiros e arquitetos colocava em pé as suas obras…

      não existe diferença…..

  283. Servira tambem para os cursos de Desnier
    de interiores

  284. Senhores,
    Tenho uma dúvida a qual já discuti com outros colegas que também querem saber: A partir de agora os engenheiros não poderão mais fazer projetos arquitetônicos? Isso é definitivo ou cabe recurso ainda? Haverá direitos adquiridos dos já formados? Quem não poderá mais fazer os projetos arquitetônicos, os engenheiros formados a partir desta data ou os que entrarem na faculdade a partir do ano que vem?
    Fico no aguardo, ansiosa, de sua resposta.
    Att,
    Fátima Senra

    • Luiz Felipe Felix, ES

      Bom dia Fátima,
      Acredito que isso já deveria ter sido feito a mais tempo. O próprio nome já referencia os profissionais aptos, Projeto Arquitetônico = Arquitetos. Assim como os engenheiros questionam nossa capacidade nos projetos complementares, questionamos a capacidade dos engenheiros no projeto arquitetônico.
      Att.

    • Fátima,

      Desde 66, qualquer profissional do sistema CONFEA/CREA’s só pode fazer aquilo que tem formação acadêmica para fazer. Pouquíssimos cursos de Eng. já tiveram créditos suficientes para permitir aos eng.s civis desenvolverem projetos de edificações e, se não me engano, lá pelo início da década de 80, o currículo base do curso eliminou de vez. Então, isso deveria já estar acontecendo há 47 anos.
      O problema é que os CREA’s, na pior tradição corporativista, simplesmente nunca fez cumprir a lei. O que o CAU está fazendo é deixar claro, para que os CREA’s não tentem continuar a dar habilitação espuriamente.

    • Bom dia,
      Significa que você só poderá projetar arquitetura e demais, se possuir um cadastro no CAU, isso vale pra profissionais já formados também.

    • Alexandre Torres, MT

      Ari, não se pode cadastrar no CAU; o profissional deverá estar “REGISTRADO” no CAU. Logo, somente os Arquitetos Graduados em Arquitetura e Urbanismo poderão assinar estes projetos.

    • Astor José Grüner, RS

      Entendo que não é pacífico em relação aos engenheiros, pois
      Conforme o art. 3o. da LEI 12378/2010 em seus parágrafos :
      § 4o Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urbanistas contradizerem normas de outro Conselho profissional, a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos.
      § 5o Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o § 4o ou, em caso de impasse, até que seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a maior margem de atuação.

    • Acho que os cursos de arquitetura devem ser reformulados e ter disciplinas de empreendedorismo e marketing, assim quem sabem os futuros arquitetos consigam atrair mais clientes tendo como argumento o seu diferencial profissional em relação aos concorrentes menos qualificados e com preço menor, os engenheiros civis.

    • Olá! Fátima.
      Deveria ser para todos os engenheiros, pois em todos os países desenvolvidos quem projeta,especifica os materiais e gerência as obras somos nós arquitetos, cabendo aos colegas engenheiros somente a parte de cálculo estrutural e os projetos de elétrica e hidraúlica.

  285. José Carlos Fernandes de sousa, SP

    Gbostaria de saber se os Arquitetos e Urbanistas curssaram as cadeiras de engenharia elétrica com especialidade em iluminação e resistencia dos materiais para dimensionamentode de estruturas de madeiras

    • Fala, Engenheiro!
      Não posso falar por todos, mas meu curso tinha sim essas disciplinas!
      Grande abraço!

    • Sim, Pra isto existem as matérias de conforto acústico, luminoso, térmico, ambiental, entre outros. Entre as matérias de um curso de arquitetura ainda existem instalações prediais e inúmeras disciplinas referentes a sistemas estruturais,inclusive a tão temida resistência dos matérias. Seguindo esta linha também é estudado os SECs (sistemas estruturais construtivos) para dimensionamento de estruturas metálicas, de concreto armado e madeira.

    • Sim, temos estas disciplinas no curso de AU.

    • todas estas disciplinas sim!

    • José Carlos, além de todas essas que você citou, cursamos inclusive português.

    • Sim!

    • Ah, meus nobres arquitetos, não pensem que vocês cursando uma ou duas cadeiras de engenharia no “level easy” estão plenamente preparados a topar tudo. Assim, como defendem a exclusividade quanto ao arquitetônico, deveriam também ser coerentes com as demais atividades.

    • Falou tudo Pedro! O pior era ver Engenheiros “projetando” sendo que estudaram apenas desenho técnico!

    • Alexandre Torres, MT

      Pode chorar Douglas!!! Creio que nenhum Arquiteto aqui vai se meter a besta e assinar estrutural ou atividades complexas a que não estão capacitados. O mesmo deveria acontecer com vocês Engenheiros que não possuem habilitação para projetar e dar funcionalidade aos projetos arquitetônicos.

    • Até entendo e concordo com o fato de arquitetos exigirem seus direitos de que apenas os mesmos elaborem projetos arquitetônicos, mas dizer que tem direito de elaborar projetos, estruturais, hidrossanitários e querer fiscaliza-los apenas porque tiveram uma ou duas matérias referentes a estruturas é um absurdo, pois do mesmo jeito que arquitetos alegam que engenheiros não deviam projetar arquitetônicos por terem pouco conhecimento para elaborar tal projeto, arquitetos não deviam ter o direito de elaborar projetos complementares por possuírem pouco conhecimento sobre o assunto. No curso de engenharia praticamente durante todo o curso é ensinado o dimensionamento passo a passo, até por fim chegar em um resultado final do dimensionamento de uma viga/laje/pilar e mesmo assim muitos ainda sabem que o que foi visto na faculdade/universidade foi muito pouco para sair elaborando projetos estruturais, e estudam muito mais até se sentirem confiantes para elaborar tais projetos, além disso o projeto arquitetônico, por mais mal elaborado que seja, não teria tanto risco quanto um estrutural que se deselvonvido de sem os conhecimentos técnicos apropriados poderia sim acaber em mortes de muitas pessoas (no caso de um prédio por exemplo)

    • Leandro Jorge Ricaneli, PR

      Caro Pedro e Ari, sou engenheiro e também tive disciplinas de conforto acústico, luminoso, térmico e ambiental, RM nunca foi temida em minha turma de graduação, tenho consciência que não sou nenhum expert em projetos arquitetônicos, por isso não me arrisco em fazer esse tipo de projetos para edificações de grande porte ou para clientes que procuram desenhos especiais, porém não vejo nenhuma dificuldade em fazer um bom projeto arquitetônico para uma edificação de porte pequeno ou médio, principalmente no que diz respeito a integração com os projetos estruturais e a facilitação dos processos construtivos.

      Att.
      Leandro Jorge Ricaneli

    • Alan Sousa Santos, MA

      Não só em madeira assim como estruturas metálicas, em concreto entre outras. Como dito em outro comentário conforto ambiental, acústico e luminoso compõe nossa grade curricular o que de fato atribui a Arquitetos habilidades necessárias para projetar.

    • Cada um no seu quadrado!!!
      O Engenheiro vai precisar do Arquiteto, assim como o Arquiteto vai precisar do Engenheiro…

    • Edmar Ferreira Jr, MG

      Instalações elétricas, Resistência dos Materiais, Teoria das Estruturas, Sistemas Estruturais, Estruturas de Concreto, Estruturas de Aço e Estruturas de Madeira são disciplinas constantes da maior parte dos currículos dos cursos de arquitetura e urbanismo do Brasil. Na Universidade Federal de Minas Gerais, onde me graduei, elas estavam presentes.

    • Emersom F. Tormann, DF

      Caríssimo colega, as atribuições do arquiteto no que se refere à iluminação não está relacionada ao dimensionamento de cargas elétricas. Os projetos, que envolvem essa área, são muito mais subjetivos no sentido de se criar e projetar cenários luminotécnicos. O arquiteto de iluminação, trata de adequar os ambientes conforme o motivo de decoração a ser aplicado. Tanto do ponto de vista histórico quanto ao bem estar ou funcionalidade das instalações. O arquiteto exercita sua criatividade e põe a prova seu conhecimento para desenvolver situações em que o uso da luz (natural, lâmpadas e luminárias), com diversas tecnologias, traduz de forma artística, cênica e funcional a necessidade de “iluminar” o objeto. Nesse caso o objeto poderá ser uma ponte, uma sala de aula, um museu, teatro, monumento histórico e etc..

    • Günther Kaltmaier Jr., PR

      Desculpem-me os colegas se a questão já foi abordada mas não tive a disposição de ler todos os comentários….
      -Como será aplicada a lei na prática, os engenheiros não terão mais como emitir ART de proj. arquitetônico pelo sistema CONFEA-CREA?
      A lei obriga o CREA a eliminar esta opção do sistema de ART?

      -As prefeituras e demais orgãos públicos serão obrigados a aceitarem apenas profissionais do CAU como responsável pelo proj. arquitetônico?

      -Outros profissionais tais como designer de interiores poderão continuar elaborando design de interiores mas não poderão elaborar projeto de arquitetura de Interiores certo? Parece não fazer muita diferença na prática.Ou seja podem escolher cortina mas não podem quebrar paredes?

      Abraços aos colegas.

    • Li um de vcs falando que arquiteto não teria coragem de assinar estrutural…convenhamos amiguinhos…estrutural pra 2 pavimentos é historinha pra boi dormir…é gastar papel e eberick demais pro meu gosto…Se tem obra com armadura fora da norma há 50 anos em pé. Os engenheiros tiram onde de sábios mais a maioria só começou a calcular devido aos programas de cálculo estrutural e pior ainda, pegam resultados exagerados e sem nenhum critério técnico desses programas e levam pra obra de verdade sem verificar nada…o resultado é um desperdício absurdo de material…até os pedreiros riem desse tipo de “engenheiro”. Engenheiro de engenhoca, isso sim! vâo fazer garapa!

    • Aos Eng.s que estão questionando a habilitação para projetos estruturais:

      Os cursos de Arquitetura não têm um par de disciplinas de estruturas: o meu, na UFMG, tinha 8, fora que, em todas as 8 disciplinas de projeto arquitetônico tínhamos que lidar com a projetação de estruturas – assim como em outras matérias de tecnologia da construção. Mesmo na disciplina de detalhamento, discutia-se estruturas.
      O currículo base da Arquitetura não permite que seja muito menos do que isso.
      Eu cansei de ter que explicar para engenheiros calculistas a lógica de um projeto estrutural. Se há arquitetos que não entendem muito de estruturas (ou engenheiros – sanitaristas muitas vezes não entendem de projeto estrutural, nem conhecem bem os elementos construtivos), foi porquê se orientaram no curso para lidar com alguma outra coisa e fizeram somente o necessário para passar nas disciplinas.

      Antes de questionar algo, procurem conhecer um mínimo sobre o que estão questionando. Um dos maiores males da engenharia é exatamente acharem que sabem o que estão fazendo, quando desconhecem o assunto com o qual estão lidando.

      Outra coisa:
      Isso não está criando nenhuma novidade. As atribuições são geradas a partir da formação acadêmica e já existiam dentro do sistema CONFEA-CREA’s, a partir da Lei 5194/66 e das Resoluções 218/73 e 1010/05.
      O que o CAU está fazendo é apenas declarar algo que já existia.
      Mais: faltam algumas coisas aí. Deêm uma lida, especialmente, na Resolução 1010/05, que é a mais detalhada.

      O que nos fez sair do sistema foi o corporativismo insano dos outros profissionais, que não tinha vergonha nenhuma de fazer os CREA’s descumprirem as próprias normas do sistema, em benefício próprio. A única coisa que está ocorrendo agora é a moralização de algo que já estava definido.

    • O meu curso de Arquitetura e Urbanismo na FAUUMC teve as matérias de Elétrica e Resistência de Materiais (ResMat), cálculo de estruturas metálicas e de madeira, cálculo de iluminação, conforto térmico, acústica e rede de energia elétrica.

    • Edivl Almeida Galvão Junior, BA

      Para seu conhecimento, sim, estudamos todas estas disciplinas.

    • Eu curso engenharia civil e tenho cadeiras de Arquitetura e Conforto ambiental, 3 desenhos Planejamento Territorial Urbano, entre outras, acho q cada um vai pode assinar pelas cadeiras cursadas ou seja, pela capacitacao de cada um

    • Claro que arquitetos podem resolver estruturas assim como eng. civis; afinal, possuem no currículo mecânica técnica, isostática, resistência dos matérias I, II e II; estruturas de concreto armado (sem auxilio de tabelas!), estruturas de concreto pretendido, hiperestática, mecânica dos solos e etc.
      E claro tbm que podem projetar como eng. eletricistas: Podem calcular cargas, dimensionar máquinas,equipamentos e cabos mesmo sem ter cursado a temida fisica III presente nos cursos de engenharia. Assim, e nem preciso estudar as cadeiras de eletricidade.

      No meu curso de eng. temos temos 7 disciplinas ligadas a área de arquitetura e urbanismo; inclusive e pré requisito para termino do curso, apresentação de um projeto de arquitetura.

    • ARQUITETO NARDON, SP

      Estudei tudo isso e muito mais, estou apto a realizar estes projetos.

    • Meu amigo, acho que o Sr. não entendeu bem! Projeto de Arquitetura não quer dizer projeto estrutural e de iluminação não quer dizer projeto elétrico. Sou Arquiteto e como tal devo saber quais as minhas atribuições e qualificações. “Arquiteto e engenheiros são profissionais que se completam, e não faz sentido discussões pelo obvio. Basta cada um fazer o que lhe compete.

    • Léo,

      não podemos resolver estruturas de pontes. Ou de barragens. Somente de edificações. Não usamos tabelas na disciplina de concreto armado (a não ser para escolher a bitola do vergalhão – creio que você não calcula uma bitola fora do padrão e manda fabricar seu vergalhão customizado, né?). Temos isostática, hiperestática, resistência dos materiais e mecânica dos solos. O concreto protendido ainda era muito recente, mas já houve uma visão geral e alguns exercícios, na disciplina de concreto armado. Temos Estruturas Metálicas e Estruturas em Madeira.
      Se a carga horária de algum curso não for suficiente para algum tipo de estrutura, então aplica-se o colocado pela Lei 5194/66. Simples assim.
      Não podemos dimensionar máquinas. No curso em que me formei, a partir de 1996, há o cálculo de pequenos sistemas de climatização; entretanto é sistematicamente lembrado que a atribuição para a especificação e compreensão do maquinário é da alçada do Eng. Mecânico.Podemos calcular cargas de instalações elétricas residenciais e comerciais de pequeno porte (assim como os Eng.s Civis). A disciplina de instalações prediais elétricas é focada nisso.

      No currículo base da Eng. Civil, não há qualquer quantidade de carga horária suficiente que embase a capacidade de elaborar projeto de Arquitetura.
      Quais seriam essas matérias que você crê serem ligadas à área de arquitetura e urbanismo? Desenho técnico não vale.

    • ALICE REZENDE MIRANDA, DF

      Eu tô cursando isso!

    • Eng°. Lênio Jeremias, SC

      Colegas, a briga não pode ser entre os profissionais, os conselhos do CAU e CONFEA, irão na justiça e um Juiz irá determinar o que podemos ou não fazer, porque nós não temos capacidade para isso, mas sou favorável que todos façam tudo desde que se achem capazes e possuam atribuição, os engenheiros são tão capazes quanto aos arquitetos e vice versa, temos que ser capazes para que o mercado nos reconheça como capazes e venha a nossa procura, quem não tiver competência não se estabelecerá, no final vamos nos ajustar e a vida seguirá !!

    • O meu comentário é genérico, mas vale para os colegas engenheiros e arquitetos. Os cursos, tanto de Engenharia, como de Arquitetura e Urbanismo, existem disciplinas que dá ênfase a formação do profissional e outras matérias informativas, para o profissional não ser enganado durante os trabalhos multidisciplinares, por exemplo, tanto o engenheiro civil, agrônomo e os colegas arquitetos tiveram na grade a disciplina de “Eletrotécnica” que de uma faculdade para outra variava de 90 a 120 horas de créditos, em quanto no curso de engenharia elétrica há várias disciplinas específicas de elétrica, totalizando mais de 1.800h de créditos. é notório que não dá para comparar a especialidade da formação, portanto como no exemplo acima, eu gostaria de deixar claro que não devemos confundir formação com informação. Os profissionais de todas as áreas devem ter consciência das atividades que realmente tem competência para exercer profissionalmente e não cair na besteira de se achar “super profissional” e querer abraçar tudo que passar á sua porta.

    • Vou reproduzir a fala do Presidente da FAESP (Federação das Associações do Estad